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O homem que trocou o olho por uma câmera

Rob Spence é o exemplo vivo do que os humanos serão no futuro. 

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Em uma de suas órbitas oculares, Rob Spence, diretor de cinema, não possui um olho, mas uma câmera que grava a cada piscar de olhos. Trata-se de um exemplo real e concreto do que a tecnologia oferece para o futuro dos seres humanos: a hibridização tecnológica.

Quando era criança, durante férias familiares na Irlanda do Norte, Rob pegou uma espingarda do celeiro de seu avô, apontou para uma pilha de esterco e disparou a arma muito perto de seu olho direito. Gradualmente, esse olho foi parando de enxergar.

Quando completou 34 anos, decidiu passar por uma intervenção cirúrgica para instalar uma câmera sem fio na órbita ocular vazia, após a remoção do olho cego. Desde então, Rob representa um organismo humano híbrido, que, segundo os especialistas, será o futuro de uma grande maioria de seres humanos.

Espera-se que, em pouco tempo, os implantes biônicos sejam capazes não apenas de suprir diversas deficiências, como a falta de algum membro, mas também de proporcionar capacidades extrassensoriais, como ouvir sons fora do alcance normal ou conectar o cérebro a um computador.


Fonte: Playground
Imagem: Eyeborg Project

Projeto TALOS: EUA preparam soldados ciborgues

As forças policiais e militares ganharão superpoderes com o desenvolvimento de um exoesqueleto inspirado na armadura do Homem de Ferro.

O equipamento, que deve ficar pronto em 2018, é um projeto do Tactical Assault Light Operator Suit (Traje Leve de Operação para Ataque Tático – ou TALOS, na sigla em inglês).

O TALOS contará com sistemas de visão noturna, aumento da mobilidade e proteção antibalas. Além disso, ele potencializará mecanicamente a força de quem o utilizar, transformando-o em um verdadeiro ciborgue em combate (veja mais no vídeo abaixo - em inglês).

Matt Allen, porta-voz do Comando de Operações Especiais dos EUA, explicou ao site Scout Warrior: “O objetivo do projeto TALOS é criar um protótipo para 2018, que, depois, será avaliado quanto ao seu impacto operacional”.

Além disso, pesquisadores do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) estão desenvolvendo uma armadura líquida que poderá se tornar sólida, blindando seus usuários com a aplicação de um campo magnético. A armadura contará também com um sistema computadorizado, capaz de transmitir ordens e imagens.

Embora as autoridades militares estejam abertamente otimistas, vários ativistas norte-americanos expressaram sua preocupação quanto ao uso desse tipo de tecnologia, principalmente em um momento de reivindicações raciais e um grande aumento da violência policial.



 

Assista nova série SIX: ESQUADRÃO ANTITERRORISTA. Estreia sábado, 5 de agosto, às 23h35.

 


Fonte: RT

Imagem: Tereshchenko Dmitry/Shutterstock.com

Humanos devem ser todos ciborgues no futuro próximo

Ciborgues como Robocop, Inspetor Bugiganga e o Homem de Seis Milhões de Dólares fazem parte há anos do nosso imaginário popular.

Até pouco tempo, esses humanos com membros biônicos eram exclusividade do mundo da ficção. Mas no futuro, provavelmente todos serão um pouco ciborgues.

Hoje em dia nós já usamos a tecnologia para repor partes defeituosas dos nossos corpos. A tendência é que essa prática se torne cada vez mais comum e avançada. Nos Estados Unidos, a Agência de Projetos Avançados de Pesquisas de Defesa (DARPA, na sigla em inglês), planeja desenvolver um implante cerebral que conecta cérebros humanos a computadores. O programa chanado Sistema de Design de Engenharia Neural pretende atuar como tradutor entre o cérebro e o mundo digital, oferecendo aos humanos visão e audição aprimoradas.

Além desse, o órgão atualmente trabalha com oito projetos que visam aprimorar as capacidades físicas e cognitivas por meios tecnológicos. Entre eles estão o uso da nanotecnologia para estimular que os órgãos se curem sozinhos, um implante de memória e sensores capazes de fazer pessoas amputadas desenvolverem a sensibilidade através de suas próteses. 

Graças a interfaces entre cérebros e computadores, pessoas com problemas físicos já podem controlar órgãos biônicos com a mente. O desenvolvimento de exoesqueletos também ajudará pessoas com dificuldades de locomoção voltarem a andar. As possibilidades de aprimoramento de nossas capacidades por meio de tecnologia são infinitas. Só o tempo dirá como nossa integração com as máquinas afetará o destino humano. 

Fonte: Daily Beast

Imagem: Ase/Shutterstock.com

 

Revolução da Inteligência Artificial - Físico aponta que em 2045 perderemos o domínio sobre o planeta Terra

O ano de 2045 poderá marcar início do fim do "domínio" do homem sobre o planeta Terra. Seremos substituídos por nossas próprias criações, ou seja, por máquinas. Essa é a opinião do físico Louis Del Monte, autor do livro "A Revolução da Inteligência Artificial". O especialista, entretanto, adverte sobre os possíveis inconvenientes em uma relação homem-máquina. Del Monte vislumbra um futuro no qual a inteligência artificial terá evoluído para algo denominado "singularidade". Trata-se de um ponto indeterminado na evolução planetária, no qual a inteligência artificial terá superado a própria inteligência humana, a ponto de transformar-se em uma inteligência coletiva muito superior à da nossa espécie em conjunto.

Segundo as previsões do físico, isto não deve acontecer depois de 2045. "Hoje em dia não há nenhuma legislação sobre a quantidade de inteligência que uma máquina pode ter ou o limite de conexões que pode fazer. Se isso continuar, observaremos uma tendência exponencial. Vamos alcançar a singularidade dentro do prazo que a maioria dos especialistas prevê. A partir de então, veremos que a principal espécie já não será a humana, mas a máquina”. Ele acrescenta: “Na primeira parte do mundo posterior à singularidade, um dos cenários é que as máquinas tratarão de converter os humanos em ciborgues (...) e as máquinas farão grandes avanços na tecnologia médica. A maioria dos humanos terá mais tempo livre e pensará que nunca esteve tão bem".

No entanto, na opinião do especialista, o problema se dará quando as máquinas passarem a entender melhor a natureza humana, classificando o ser humano como "uma espécie imprevisível e perigosa". Quando isso acontecer, poderiam passar a nos considerar da mesma forma que consideramos uma praga, com o agravamento de que nós, humanos, somos uma espécie instável que gera muitas guerras e possui armamento suficiente para acabar com o mundo.

Fonte: Business Insider 

 

 

Imagem: Humanrobo (Own work) [CC BY-SA 3.0], via Wikimedia Commons