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O estranho afrodisíaco chines

Na antiguidade, atar os pés das mulheres era um poderoso afrodisíaco para os chineses. Assista ao vídeo e descubra o porquê:

Misteriosa múmia dourada continua intacta depois de mil anos

Exames revelam que tanto os ossos quanto o cérebro do monge continuam intactos - e, acredite, saudáveis!

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Há aproximadamente mil anos, o mestre Ci Xian viajou de sua terra natal, a Índia, até a China para disseminar a filosofia budista. O monge traduziu para o chinês vários dos sutras (discursos de Buda) mais importantes e foi condecorado com o título de “mestre” no Reino de Kitai. Após sua morte, seu corpo foi mumificado e cuidado por devotos até que acabou se perdendo com o passar das décadas. Em 1970, a múmia de Ci Xian foi encontrada em uma caverna e, desde 2011, repousa no templo de Dinghui, na província chinesa de Hebei, onde foi banhada em ouro.

Recentemente, um grupo de pesquisadores foi capaz de analisar, por meio de tomografias computadorizadas, o interior do corpo da múmia e descobriu que tanto os ossos quanto o cérebro do antigo monge continuam intactos. Após o estudo, o Dr. Wu Yongqing declarou: “Podemos constatar que seus ossos são tão saudáveis quanto os de uma pessoa normal”.

Os pesquisadores afirmam que o valor científico (e religioso) da descoberta é incalculável. Segundo a tradição oral budista, a mumificação foi feita mil anos atrás, utilizando métodos ancestrais da medicina local.


Fonte e imagem: Infobae

O homem que vigiou por 40 anos um bunker chinês secreto

Fiel às ordens recebidas, homem vigiava bunker ultrassecreto abandonado desde 1976!

He Wenxun tem 87 anos e passou quase metade da sua vida vigiando um bunker antiaéreo secreto no sul da China. O refúgio foi construído em 1975 para proteger os grandes líderes comunistas durante um eventual ataque, mas após a morte do presidente Mao Tsé-Tung, um ano mais tarde, o local foi esquecido.


Wenxun, fiel às ordens que havia recebido, continuou cuidando do local por mais de 40 anos. As autoridades chinesas não tinham conhecimento de sua existência, dado o enorme sigilo ao qual esteve sujeita sua construção. Tudo mudou há alguns meses, quando o homem enviou um pedido de demissão ao exército, alegando problemas de saúde.

Após receber a carta, os funcionários perceberam que o bunker não aparecia em nenhum mapa. Um destacamento foi ao local, onde se constatou que as instalações seguiam em ótimas condições graças à dedicação de Wenxun. Ele foi condecorado pelo governo chinês como “Modelo de Alta Moral”.


Fonte: RT

Imagem: Shutterstock

Vibradores eram usados por aristocracia chinesa há mais de 2 mil anos

Parte da realeza da dinastia Han (206 a.C. a 220 d.C.) era bastante apegada a brinquedos proibidos para menores – a ponto de levar alguns para o túmulo. 

 

Em várias tumbas do período, escavadas a partir de 1995 próximos a Xangai, foram encontrados “vibradores” feitos de bronze e alguns encaixes anais de jade. 

 

Os pesquisadores acreditam que os artefatos de bronze eram usados para apimentar a vivência sexual. Já os de jade, material considerado sagrado, servia para para prolongar a vida. O encaixe anal evitava que “essências vitais” escapassem do corpo.

 

Embora não haja evidências concretas de que os vibradores eram usados também por homens, é fato que o rei carregou um exemplar para a sua tumba. 

 

Os objetos podem ser vistos até o dia 28 de maio no Asian Art Museum, em São Francisco, nos Estados Unidos. Depois disso voltam para o Yizheng Museum, na cidade chinesa de Yangzhou.

 


Fonte: IFLScience 

Imagens: Divulgação/ Yizheng Museum

 

 

 

As 7 ameaças que o mundo enfrentará em 2017

Além de oferecer um software financeiro, informações e notícias, a empresa Bloomberg LP faz, todos os anos, uma lista de perigos que o mundo enfrentará.

Estas são, segundo um dos portais financeiros mais bem-sucedidos do ocidente, as sete ameaças para 2017:

O ressurgimento russo: De acordo com o portal, o rublo se fortalecerá diante do euro e do dólar. A Rússia expandirá sua influência política na Europa Oriental, disputando terreno com os EUA.

A guerra entre Irã e Arábia Saudita: O conflito armado iminente entre Teerã e Riad colocará em xeque o abastecimento mundial de petróleo e aumentará as tensões no Oriente Médio.

O colapso do México: Os especialistas da Bloomberg acreditam que a política anti-imigratória do novo presidente dos EUA, Donald Trump, poderá destruir a economia mexicana e fazer com que cresçam rapidamente os índices de criminalidade e narcotráfico.

A segunda crise dos mísseis: Os atritos entre a direita norte-americana e Cuba farão com que a ilha do Caribe procure fortalecer suas alianças com a China e a Rússia, gerando um foco de conflito armado na fronteira norte-americana.

A guerra econômica entre os EUA e a China: A hostilidade declarada entre Trump e o gigante asiático poderá impactar negativamente na economia das duas potências mundiais mais poderosas.

As guerras cibernéticas: O portal acredita que diversos ataques cibernéticos, lançados pela China e pela Rússia, poderão afetar usinas elétricas, transportes e até mesmo hospitais em todo o território dos EUA.

Os protestos nos EUA: O site acredita que a insatisfação crescente com relação às políticas de Donald Trump e uma grande tendência repressiva por parte do governo norte-americano poderão causar convulsões sociais violentas nos EUA.


Fonte: RT

Imagem: dencg/Shutterstock.com

Mistério da múmia mais bem preservada do mundo intriga a ciência

Ela é chamada de “A Dama de Dai” e é simplesmente a múmia mais bem preservada já encontrada.

Está morta há 2.100 anos, mas os especialistas continuam pesquisando os segredos de sua incrível conservação: pele suave, órgãos internos intactos, cílios, sangue e cabelo.

Xin Zhui viveu durante a Dinastia Han (206 a.C. a 220 d.C.) e foi a esposa do Marquês de Dai. Sabe-se que ela sofria de dores nas costas, pressão alta, sobrepeso, artérias obstruídas e problemas hepáticos. Ela tinha diabetes e morreu por volta dos 50 anos, provavelmente por causa de uma parada cardíaca.

A Dama de Dai não foi submetida ao processo tradicional de mumificação, que consistia em drenar o corpo e extrair seus órgãos. Em vez disso, seu corpo foi envolto em 20 camadas de seda e imerso em um líquido suave, dentro de quatro caixas, que, depois, foram cobertas por cinco toneladas de carvão.

O sepulcro foi selado com argila, propiciando-lhe um ambiente hermeticamente fechado, que impediu a decomposição do corpo. A múmia foi descoberta em 1971. Desde então, tem maravilhado a ciência.


Fonte e imagem: Diario Registrado

Antigo santuário chinês pode conter o crânio de Buda

Restos do crânio de Sidarta Gautama, mais conhecido como Buda, teriam sido encontrados em uma cripta sob o Templo de Grand Bao’en, em Nanjing, na China.

Entre 2007 e 2010, arqueólogos do Instituto Municipal de Arqueologia de Nanjing, com a ajuda de outros especialistas chineses, escavaram uma cripta de pedra enterrada sob o templo. Ignoradas pela mídia ocidental, mas divulgadas exaustivamente na China, as escavações trouxeram à tona a descoberta impressionante: a cripta continha um modelo de mil anos de idade de um santuário budista conhecido como estupa, feito de sândalo, cristal, ouro e incrustrado por pedras preciosas. Dentro do artefato ornamentado, os arqueólogos encontraram os restos de vários santos budistas, incluindo um osso parietal (crânio), que, segundo as inscrições que o acompanhavam, teriam pertencido a Sidarta Gautama, mais conhecido como Buda.

Embora, inicialmente, os arqueólogos tenham relatado suas descobertas nas escavações no Templo de Grand Bao’en em 2015, uma tradução em inglês foi publicada recentemente no periódico Chinese Cultural Relics.

Segundo o artigo, os arqueólogos estavam escavando uma cripta de pedra debaixo do templo quando encontraram o modelo de uma estupa, uma espécie de santuário budista utilizado para meditação.


Valor inestimável


Medindo 117 cm de altura e 45 cm de largura, o santuário é um artefato de valor inestimável. Ele foi feito de sândalo, cristal, ouro e coberto por pedras preciosas, como vidro, cristal, lápis-lazúli e ágata. A superfície também está entalhada com imagens de Sidarta Gautama, o venerado mestre e fundador do Budismo. As gravuras revelam cenas da vida de Buda, desde o nascimento até o momento em que ele atingiu o paranirvana, o estado pós-morte onde, segundo a tradição budista, uma pessoa é libertada do ciclo de nascimento e renascimento.

Dentro da estupa, os arqueólogos encontraram um pequeno caixão de prata, que continha outro caixão de ouro. Imagens de fênixes, flores de lótus e deuses com espadas enfeitavam ambos os caixões. Os espíritos hindus, conhecidos como apsarás, que tocam instrumentos musicais, também apareciam na superfície do caixão de prata externo. O caixão de ouro interno continha três garrafas de cristal e uma caixa prateada com os restos dos santos budistas. Ao lado deles, estava um fragmento de um osso parietal, que vinha acompanhado de inscrições identificadas como do próprio Buda.

As inscrições no baú de pedra, no qual o modelo foi encontrado, foram escritas cerca de mil anos atrás por um homem chamado Deming. De acordo com as traduções, o escritor alegava ser “o Mestre da Iluminação Perfeita, Abade do Monastério de Chengtian [e] o Detentor do Manto Púrpura”. Segundo ele, o santuário foi construído durante o reino do Imperador Zhenzong da dinastia Song, que governou a China de 997 a 1.022 d.C. Ele listou os nomes das pessoas que doaram dinheiro ou materiais para a construção do modelo, assim como o de algumas pessoas que o construíram.


Restos "divididos em 84 mil partes"

Em seguida, Deming descreve o traslado dos restos mortais de Buda para a China, afirmando que depois que entrou no paranirvana, seu corpo foi cremado no seu país natal, a Índia. Segundo Deming, o rei Asoka, que governou a Índia de 268 a 232 a.C., determinou que os restos mortais de Buda fossem preservados e “divididos em um total de 84 mil partes”. A China recebeu 19 dessas partes, incluindo o osso parietal contido no santuário.

De acordo com Deming, o templo no qual os restos mortais estavam enterrados foi destruído 1.400 anos atrás, durante uma sequência de guerras. Ele foi reconstruído sob as ordens do Imperador Zhenzong, e o osso parietal foi enterrado com grande cerimônia em uma cripta subterrânea, no mesmo local, em 1.011, ao lado dos restos de outros santos budistas. Deming elogiou o imperador por reconstruir o templo e enterrar novamente os restos de Buda: “Que o Herdeiro Aparente e os príncipes imperiais sejam abençoados e prósperos com 10 mil descendentes; que os Ministros Civis e Militares da Corte sejam leais e patriotas; que as três forças armadas e os cidadãos tenham uma época feliz e pacífica...”.


Mais investigações

Enquanto as inscrições claramente indiquem que o osso do crânio tenha pertencido a Buda, não se sabe se essas afirmações são verdadeiras. Embora os arqueólogos não tratem em seu artigo sobre a probabilidade de o osso ser realmente de Buda, ele tem sido tratado com grande respeito desde sua descoberta. Os cientistas o confiaram aos monges budistas do atual Templo de Qixia, que o enterraram lá. Posteriormente, o osso parietal e outros artefatos da escavação foram expostos em Hong Kong e Macau, onde dezenas de milhares de budistas compareceram para prestar homenagens.




Fontes: History

Crédito: Chinese Cultural Relics

De onde vem a (falsa) ideia de que o Buda era gordo?

Teria sido o Buda uma figura realmente rechonchuda, careca e sorridente como as imagens que vemos por aí?

Quem realmente conhece a história do príncipe Sidarta, popularmente dito e escrito simplesmente como Buda, tem em mente uma representação muito diferente (e mais magra). O príncipe da atual região do Nepal, após descobrir uma dor oculta durante décadas, decide se libertar das amarras ilusórias da vida por meio da meditação.

Então, de onde vem essa imagem popular de um buda gordinho? De acordo com os especialistas, ela vem de uma pequena confusão causada por uma homofonia - palavras que possuem sons semelhantes, mas grafias diferentes. Bu-Dai, ou Budai, era uma das formas pelas quais era conhecido o famoso monge budista Hotei, descrito como amigável e bonachão, e, ele sim, era careca e roliço.

O sorridente Budai nasceu em Zhenjiang, no leste da China, no século X, e praticava o budismo zen, doutrina originária do extremo oriente que sintetiza noções do budismo com outras mais antigas do taoísmo. Sua imagem foi escolhida para representar Maitreya, personagem mítico do budismo Zen, que vem para se tornar o novo Buda por meio da meditação tradicional.

Na verdade, é Budai, e não o príncipe Sidarta Gautama, que costumamos ver careca e gordo, às vezes rodeado por crianças, outras vezes carregando poucos pertences e sempre sorrindo.



Fonte: Muy Interesante

Imagem: Lenar Musin/Shutterstock.com

O segredo do homem mais velho da história

Li Ching Yuen teria vivido 256 anos e sua vida é objeto de admiração e curiosidade para todos aqueles que acreditam no poder da sobrevivência.

Médico, herborista e mestre taoísta chinês, ele viajou por seu país para colher pedras e plantas e, depois, passou a se dedicar à alquimia enquanto residia no templo taoísta de Yu Qing.

De acordo com os papéis que um amigo seu levou ao The New York Times, em 6 de maio de 1933, o dia de sua morte, ele teria nascido em 1677. No mesmo jornal, em 1928, um de seus correspondentes escreveu um artigo no qual os anciões do antigo bairro de Yuen afirmavam que seus avós o haviam conhecido quando eram crianças e Li Ching já era um adulto.

Wu Chung Chieh, diretor do Departamento de Educação da Universidade de Chengdu, afirmou ter encontrado uma nota do Governo Imperial Chinês de 1827, na qual Li Ching era parabenizado por seus 150 anos de idade. Segundo o artigo do professor, ele teve 180 filhos e 23 esposas ao longo de sua vida.

Da Liu, discípulo do famoso ancião, revelou que seu maestro aprendeu técnicas de respiração, movimentos coordenados com sons, exercícios e dietas que conseguiram aumentar sua longevidade, além do consumo de ginseng e gotu kola.

“Mantenha o coração tranquilo, sente-se como uma tartaruga, caminhe alegre como um pombo e durma como um cão”, seriam as palavras que, segundo o jornal, Li Ching disse em resposta à pergunta de como alcançar uma longa vida.




Fontes: elciudadano.cl

Imagem: Domínio Público, via Wikimedia Commons

O horripilante contrabando de pílulas de carne de bebês humanos

A crença em curas milagrosas pode movimentar um macabro mercado ilegal de medicamentos produzidos a partir de carne em pó de bebês humanos mortos.

Este é o temor da polícia em algumas regiões do mundo desde a descoberta de 17 mil cápsulas na fronteira da Coreia do Sul, em 2012, com 99,7% de carne humana, mais exatamente de bebês humanos. A confirmação foi feita depois que autoridades enviaram as cápsulas confiscadas a um laboratório para saber se elas continham drogas ou medicamentos ilegais.

As investigações chegaram até a China, onde uma crença popular atribui a essas cápsulas um poder revigorante e efeitos milagrosos para a cura de qualquer doença ou para aumentar a potência sexual.

Dada a localização de uma importante colônia chinesa na Coreia do Sul, com poder aquisitivo suficiente para comprá-las, os contrabandistas assumiram os riscos de tentar enviar as cápsulas pela fronteira.

Os corpos dos bebês e crianças mortos são vendidos ao mercado negro por funcionários inescrupulosos, geralmente de hospitais e necrotérios. Os cadáveres são, dessa forma, congelados e depois processados, sendo desidratados e moídos, até se transformarem em pó.

Embora esse tipo de atividade tenha, felizmente, sido reduzida, há um temor de que o número de casos esteja aumento no mercado negro da internet.


 


Fonte: supercurioso.com
Imagem: imagineerinx/Shutterstock.com