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Mente continua funcionando mesmo depois da morte clínica

Funções cerebrais continuam ativas mesmo depois do coração ter parado de bater. 

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Pesquisadores da Langone School of Medicine, em Nova York, nos Estados Unidos, afirmaram, após um longo estudo, que a consciência humana não desaparece depois que a morte clínica é anunciada. Para chegar a essa conclusão, eles se basearam em centenas de casos nos quais os pacientes, após serem declarados mortos legalmente, voltam à vida e dão detalhes impressionantes sobre o movimento de médicos e enfermeiras ao seu redor.

Sam Parnia, diretor de pesquisa de cuidados intensivos e reanimação na NYU Langone School of Medicine, explica que a morte clínica ocorre no momento em que o coração para de bater. Depois disso, vem a morte cerebral. Entretanto, o pesquisador afirma que várias funções cerebrais continuam ativas até algumas horas depois de o coração estar inativo.

Parnia está convencido de que, na primeira fase da morte, os seres humanos podem experimentar algum tipo de consciência, o que explicaria o porquê de algumas pessoas que tiveram experiências próximas à morte conseguirem regressar transformadas positivamente e se tornarem seres humanos mais altruístas e comprometidos em ajudar os outros.


Fonte: RT

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Cientistas conectam um cérebro à Internet em tempo real pela primeira vez

Experiência revolucionária poderá mudar os rumos da Medicina! 

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Cientistas da Universidade de Witwatersrand, na África do Sul, conseguiram conectar um cérebro à Internet por meio de um sistema que eles chamaram de “Brainternet”. Para isso, um grupo de voluntários foi equipado com um aparelho que detecta ondas cerebrais e as transmite a um computador, o qual, por sua vez, as retransmite a um servidor.

Adam Pantanowitz, responsável pelo projeto, afirmou que o “Brainternet é um novo marco no sistema de interface cérebro-computador”, algo bastante relevante se levarmos em consideração que atualmente há “uma grande carência de dados sobre como o cérebro humano trabalha e processa informações”.

Embora ainda seja necessário desenvolver várias ferramentas, algo que poderá acontecer muito em breve, essa nova descoberta permite supervisionar a atividade cerebral por meio da Internet, o que representa um mundo novo e inegável de possibilidades e aplicações, especialmente em áreas como a Medicina.

Um paciente com Alzheimer, ou com alguma patologia semelhante, poderá ser assistido por essa nova ferramenta, para que, tanto ele quanto seus médicos, tenham uma análise instantânea dos avanços e regressões da doença. Além disso, será possível conhecer muito mais a fundo o modo pelo qual os cérebros, saudáveis ou não, funcionam.


Fonte: VIX

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Mais uma capacidade fascinante do cérebro humano é descoberta

A revista Nature publicou recentemente um artigo assinado por Thomas Andrillon, pesquisador da L’université de recherche Paris Sciences et Lettres, na França, no qual são detalhadas suas descobertas com relação à capacidade do cérebro humano para aprender durante o período de sono.


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Andrillon e sua equipe fizeram 20 voluntários escutarem um padrão de ruído branco. Alguns foram expostos a sequências de sons durante a vigília, outros na fase REM do sonho e outros enquanto dormiam profundamente.

Mais tarde, os pesquisadores confirmaram que os sujeitos que haviam escutado o ruído branco durante a fase REM (movimento rápido dos olhos, na sigla em inglês) eram capazes de reconhecer o padrão com muito mais facilidade que outros voluntários.

Andrillon explicou em uma entrevista concedida à BBC: “O que fizemos foi usar uma forma peculiar de assimilação chamada aprendizagem do som acústico. É uma forma de aprender bastante complexa porque o material que você assimila é o ruído branco acústico, que é completamente aleatório”.

Essa descoberta pode fornecer dados conclusivos sore a relação estreita entre o processo do sonho e a memória. Além disso, e de acordo com cientistas, ela poderá ajudar a desenvolver métodos terapêuticos úteis para apagar lembranças traumáticas e combater fobias.


Fonte: BBC

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Cientista russo explica o que acontece com o cérebro após a morte

Na morte clínica, atividade cerebral continua ativa por um tempo. 

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O neurocientista russo e doutor em filosofia Yuri Serdiukov se dedicou, por anos, à análise dos processos psíquicos e fisiológicos da morte clínica. Em uma conferência internacional sobre a neurofilosofia dada recentemente na Universidade Estatal de Moscou, Serdiukov explicou o que ocorre no cérebro após a morte e como essa experiência se relaciona com a ideia de paraíso e inferno.

Após a morte, a atividade cerebral continua ativa por um período indeterminado. O doutor explicou que, nesses estados, o sujeito perde as capacidades lógicas e verbais e mergulha em um estado onírico prolongado, criado pela atividade espontânea do cérebro.

Aparentemente, o conteúdo desses sonhos post-mortem é dado por vários fatores, como a condição psíquica de cada pessoa, as recordações acumuladas desde a fase uterina e as diversas estruturas genéticas ativadas em decorrência do estresse causado pela morte clínica. É por isso que certas experiências são relatadas como prazerosas ou paradisíacas e outras como obscuras ou infernais.

Serdiukov afirma que é possível treinar o cérebro para que ele tenha acesso a uma morte prazerosa. Além disso, ressaltou que, uma vez que não existe noção do tempo nesse estado, a experiência pode ser percebida como infinita.


Fonte: RT
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Próximos smartphones poderão ler nossa mente

Daqui a cinco anos teremos aplicativos que traduzem pensamentos em palavras. E é só o começo. 

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Uma equipe de pesquisadores da Toyohashi University of Technology, no Japão, anunciou recentemente, em uma coletiva de imprensa, os resultados surpreendentes obtidos com as novas tecnologias capazes de ler a mente.

Por meio de um sistema inovador de varredura do cérebro, o aparelho utilizado nos experimentos foi capaz de reconhecer com 90% de precisão um número entre 0 e 9 que os indivíduos submetidos ao teste pensavam. Em outro experimento, o sistema conseguiu, com 61% de precisão, decifrar sílabas simples em japonês.

Os cientistas estão muito satisfeitos com os resultados obtidos e esperam que fique pronto, nos próximos cinco anos, um aplicativo para telefones celulares capaz de traduzir pensamentos em palavras audíveis.

Essas novas tecnologias, dignas de um filme de ficção científica, poderão ser revolucionárias para melhorar o nível de vida das pessoas que sofrem com algum tipo de paralisia, permitindo que elas se comuniquem verbalmente pela primeira vez na vida.


Fonte: Gypsy Ninja
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Sentidos ocultos podem explicar experiências extracorpóreas

Para a ciência, sensação é provocada por falha no funcionamento do cérebro! 

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Embora seja comum pensar que a identidade está relacionada a aspectos psicológicos, muitos cientistas consideram que ela depende de dois de nossos 33 sentidos: o da propriedade (o sentido que nos dá a sensação de que nosso corpo físico nos pertence) e o da agência (aquele que nos faz sentir que temos controle sobre o nosso corpo).

Parece simples, mas acontece que esses sentidos não são infalíveis e, quando falham, produzem experiências psicológicas extraordinárias. A sensação de “quem somos” pode se confundir e se distanciar da realidade devido a vários fatores: uma meditação intensa, uma privação excessiva do sono e até o consumo de drogas.

Alguns estudos indicam que o estímulo no lado direito do músculo temporoparietal do cérebro (onde é construído, em grande parte, o senso de identidade) pode provocar experiências extracorpóreas. Por isso, uma parcela considerável da comunidade científica assume que experiências desse tipo se devem a uma falha em nossos cérebros.

Outros profissionais, como a psicóloga Susan Blackmore, consideram que a alma, ou o “eu”, é realmente capaz de abandonar o corpo físico. De acordo com suas pesquisas, o organismo cria uma ilusão sobre um ser interior que, na verdade, não existe.


Fonte: BBC
Imagem: Shutterstock

Cientistas descobrem como carregar informações em um cérebro humano

Informações podem ser passadas de um cérebro a outro por meio de impulsos elétricos! 

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Uma equipe de cientistas do HRL Laboratories, na Califórnia, EUA, descobriu uma nova técnica para inserir informações no cérebro humano. E ela poderá revolucionar a história da humanidade.

Os pesquisadores enviaram sinais elétricos do cérebro de um piloto experiente para um grupo de voluntários que aprendia a dirigir aeronaves. Após o experimento, constatou-se que aqueles que haviam sido expostos aos estímulos cerebrais obtiveram resultados 33% melhores que o restante dos aprendizes.

No estudo publicado na revista Frontiers in Human Neuroscience, Matthew Phillips, um dos responsáveis pela pesquisa, explica: “Trata-se de um sistema de estímulo do cérebro. Parece um pouco com ficção científica, mas há uma grande base de estudos científicos que respaldam nosso projeto”.

Se for provada a validade dessa técnica inovadora, entraríamos de cabeça em uma nova época marcada pela capacidade humana de expandir sua consciência por meio da biotecnologia.


Fonte: Pijama Surf

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Cientistas manipulam cérebro e conseguem transformar medo em autoconfiança

Técnica também ajuda a eliminar fobias!

Os avanços da neurociência revelaram a maleabilidade e a capacidade do cérebro de se recompor, mesmo em idades avançadas. Esse recurso foi aproveitado por cientistas do Japão, EUA e da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, para criar confiança de modo artificial. Para isso, os pesquisadores utilizaram uma técnica conhecida como “Decoded Neurofeedback”, que consiste em induzir conhecimentos em uma pessoa, aumentando a atividade neuronal em zonas específicas do cérebro.


A pesquisa analisou (por meio de uma tomografia computadorizada) 17 voluntários, detectando neles padrões de atividade neuronal associados a estados de autoconfiança elevada. Foi entregue a cada participante uma pequena recompensa monetária todas as vezes em que esse padrão era detectado nos seus cérebros. Esse reforço positivo foi a chave para fortalecer o padrão cerebral de modo inconsciente para os voluntários. Ao final do estudo, as medições cerebrais indicaram um aumento na autoconfiança dos indivíduos.

Essa mesma técnica foi utilizada para eliminar fobias e medos em um estudo feito em novembro do ano passado e publicado na Nature Human Behaviour. A pesquisa foi capaz de criar uma memória de medo com pequenos choques elétricos associados a uma imagem. Uma vez que o padrão de atividade neuronal relacionado a essa lembrança foi detectado, os pesquisadores o reescreveram, associando-o a uma recompensa. Os resultados demonstraram que é possível reduzir a memória do medo sem experimentar conscientemente a lembrança que o produz.


Fonte: Tendencias 21

Imagem: Shutterstock

O que 2016 revelou sobre a sua mente

Entre as incríveis descobertas científicas de 2016, está o achado de células de filhos alojadas nos cérebros das mães e a revelação da civilização mais antiga do mundo.


Confira a seguir 7 impressionantes revelações sobre a mente e o cérebro que você não pode deixar de ler. 

 

Neurocientistas conseguiram registrar a atividade cerebral de um paciente que disse ter visto Deus durante um tratamento de epilepsia 

Geralmente, senso de humor é associado à inteligência e à sagacidade, mas ele também pode revelar desequilíbrios psicológicos.  

A guerra pela privacidade dos dados é praticamente uma batalha perdida para aqueles que acessam, mesmo que uma única vez, um website e fornecem seu nome e sobrenome. 

Talvez esta experiência pareça familiar: você está quase pegando no sono e, de repente, sente um sensação de queda chocante. 

O cérebro se adapta à desonestidade e a rejeição aos atos ilícitos se torna cada vez menor.  

Um estudo descobriu por que dirigir à noite ou num nevoeiro é mais difícil: a razão pode estar na forma como o nosso cérebro "lê" o movimento do carro. 

Algumas horas gastas assistindo pornografia podem influenciar no volume de massa cinzenta de uma região específica do cérebro.

 


Imagem do corpo do texto (de cima para baixo): Arzy S, & Schurr R ; Shutterstock.com ; Shutterstock.com ; Shutterstock.com ; Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Renan Calheiros (PMDB-AL) | Marcos Oliveira/Agência Senado [CC BY 2.0], via Wikimedia Commons ;  Harsanyi_andras / Shutterstock.com ; marcos_mesa_sam_wordley / Shutterstock.com

Imagem destaque: Shutterstock.com

 

Cientistas criam técnica que apaga determinados medos do cérebro

Uma equipe de pesquisadores pode ter inventado o atalho perfeito para liquidarmos o medo sem nunca ter que enfrentá-lo.

Ao manipular a atividade cerebral de um grupo de participantes, os cientistas conseguiram criar e, em seguida, apagar uma resposta de medo condicionado, sem que os voluntários estivessem cientes do que estava acontecendo.

A técnica combina inteligência artificial e tecnologia de imagem cerebral.

Atualmente, a única maneira conhecida de superar fobias, ansiedades e traumas é enfrentando estes obstáculos de frente. Um tratamento desse tipo, apesar de apresentar bons resultados, também pode ser angustiante para o paciente. No entanto, usando uma técnica chamada neurofeedback decodificado, os pesquisadores alegam que os efeitos desagradáveis da superação do medo são contornados, com o uso do poder da neurociência.

No experimento, os pesquisadores inseriram uma resposta de medo condicionada em 17 voluntários, submetendo-os a "choques elétricos desconfortáveis, mas toleráveis" sempre que os participantes presenciavam uma cena particular em uma tela de computador. Quando um padrão de atividade cerebral que correspondia a esse medo do choque foi detectado, os pesquisadores sobrescreveram a memória do medo, dando aos voluntários uma recompensa.

A equipe de cientistas repetiu o procedimento durante três dias. Os voluntários foram informados de que a recompensa que ganhavam dependia de sua atividade cerebral, mas eles não sabiam como. Ao conectar continuamente padrões sutis de atividade cerebral ligadas ao choque elétrico com uma pequena recompensa, os cientistas esperavam, gradualmente e inconscientemente, substituir a memória do medo.

A Dra. Ai Koizumi, do Instituto Internacional de Pesquisa de Telecomunicações Avançadas, de Quioto, e do Centro de Informação e Redes Neurais, de Osaka, que liderou a pesquisa disse:

"Na verdade, as características da memória, que foram previamente ajustadas para prever o choque doloroso, agora estavam sendo reprogramadas para prever algo positivo."

A equipe, finalmente, fez mais um teste dos voluntários com as imagens anteriormente associadas com os choques. 

"Surpreendentemente, não conseguíamos mais ver a resposta típica de medo, de suar frio, nem identificar atividade intensificada na amígdala - o centro de medo do cérebro", continuou ela. "Isso significava que tínhamos sido capazes de reduzir a memória do medo sem que os voluntários conscientemente experimentassem a memória do medo no processo", disse Koizumi.

Um tratamento como esse poderia ter grande benefícios em relação às abordagens tradicionais baseadas em drogas. Os pacientes também poderiam evitar o estresse associado com as terapias de exposição e quaisquer efeitos colaterais resultantes desses remédios. Ao menos é isso que esperam os pesquisadores com a evolução das pesquisas da técnica do neurofeedback decodificado.

 


Fontes: IFL Science, EurekAlert!, Nature

Imagem: John Gomez/Shutterstock.com