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Terremoto no México: como ajudar as vítimas

Redobram-se os esforços para levar ajuda a todo o povo mexicano, assolado pelo terremoto que sacudiu o centro e o sul do país, ontem.

Bombeiros e voluntários estão auxiliando a população atingida e colaborando principalmente com água e alimentos. Você não precisa estar no México para ajudar, acesse comoayudar.mx e saiba como.

Chuva de estrelas em outubro ameaça vida na Terra

Astrônomos descobriram uma série de asteroides com tamanho suficiente para destruir continentes inteiros! 

Vídeo relacionado:
A chuva de estrelas que vai ocorrer durante os meses de outubro e novembro, quando nosso planeta vai atravessar os fragmentos que se desprendem do cometa Encke, representam uma ameaça real à humanidade.

Após analisar o fenômeno, os especialistas descobriram que o cometa pode ocultar asteroides gigantes, com tamanho suficiente para ameaçar a integridade de áreas tão grandes quanto a de um continente inteiro. Eles citaram os dois maiores: o 2015 TX24 e o 2005 UR, que possuem de 200 a 300 metros de largura.

Porém, a chuva de estrelas das Táuridas trazem um perigo ainda maior. As pesquisas possibilitaram a descoberta de um novo ramo de asteroides que não apresentam periodicidade anual e que, por isso, poderão conter muitos objetos perigosos e ainda desconhecidos. É por isso que os cientistas fizeram um alerta às autoridades do mundo todo, para que deem continuidade aos estudos que permitirão medir o risco real que essa chuva de estrelas significaria para a saúde do planeta.


Fonte: RT

Imagem: Shutterstock

Dedo do Diabo: como ocorrem os raros e impressionantes tornados de fogo

Os temidos tornados de fogo são muito mais que uma lenda: são grandes incêndios florestais, que varrem tudo o que está pelo caminho.

Eles oorrem quando as condições de temperatura, vento e topografia produzem uma coluna de fogo que pode medir até 1 km de altura. Fenômenos como esses já foram registrados no interior de São Paulo e também em Palmas, no Tocantins.

Um dos tornados de fogo mais famosos foi registrado na Segunda Guerra Mundial, em Dresden, na Alemanha, quando morreram entre 25 e 40 mil pessoas. O escritor Kurt Vonnegut estava preso nessa cidade e foi o primeiro a se referir a esse tipo de tornado como o “Dedo do Diabo”.

Nessa pequena cidade, foram lançadas 4 mil toneladas de bombas e essa explosão produziu um tornado de fogo tão grande que chegou a ser descrito como um Armagedon pelo autor norte-americano. Criadas pela natureza ou pelas próprias mãos humanas, essas colunas continuam sendo um símbolo do medo e da destruição.

Veja um tornado de fogo que ocorreu na Austrália no vídeo abaixo:

 



Fonte: supercurioso.com

Imagem: Domínio Público via Wikimedia Commons 

Vídeo: Equipe de pilotos entra com avião dentro do furacão Patrícia

Uma equipe da Administração Oceânica e Nacional Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) tomou a decisão arriscada de entrar com um avião no olho do furacão Patrícia, enquanto ele estava na perigosíssima categoria 5.

[VEJA TAMBÉM:Misterioso lixo espacial cairá na Terra na sexta-feira 13 deste mês]


Esses pilotos, conhecidos como “caçadores de furacões”, publicaram um vídeo impressionante nas redes sociais. Nele, é possível ver como Christopher Thomas Lalonde pilotando com segurança a aeronave em meios aos ventos fortes e cruzados do furacão. O objetivo, não foi somente a "adrenalina" pela aventura da equipe a bordo, mas coletar dados como temperatura, umidade e pressão para conhecer com mais precisão esse tipo de fenômeno. Depois de atingir rajadas de 400 km/h, o furacão Patricia entrou na costa oeste do México e começou a enfraquecer.

O furacão Patricia foi o mais intenso já observado no hemisfério ocidental em termos de pressão barométrica e o mais forte em termos de velocidade de ventos sustentados máximos medidos de forma confiável. O fenômeno impactou a costa mexicana do Pacífico, além de ter causado efeitos em outras regiões, como países da América Central e no Texas, Estados Unidos.

Vídeo:

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Fonte: La Mañana 

Imagens
Destaque - Reprodução YouTube/reyalemxdf
Furacão - MODIS/Satélite Terra da NASA (EOSDIS Worldview) [Domínio Público], via Wikimedia Commons

Pescador encontra "peixe mutante" próximo à Fukushima

O acidente da estação nuclear de Fukushima, em março de 2011, é considerado o mais grave desastre nuclear desde Chernobyl. A contaminação do ar alcançou vários países da Europa e uma grande quantidade de material radioativo chegou às águas do litoral leste do Japão. Além dos danos causados à população, o ecossistema marinho foi seriamente afetado: as espécies encontradas nos arredores da estação apresentavam uma radiação 2.500 vezes maior que o limite legal.

[VEJA TAMBÉM: Lagosta estilo alien é capturada no Canadá]

Recentemente, o pescador Hirasaka Hiroshi encontrou, no litoral de uma ilha próxima a Fukushima, um animal assustador, possível vítima da catástrofe nuclear. Era uma traíra, cujas estranhas características voltaram a alertar os japoneses em relação ao impacto ambiental do desastre. E o primeiro aspecto do espécimen que chamou a atenção foram suas medidas: seu comprimento era quase o dobro das traíras normais, e sua boca era muito grande em comparação aos pequenos moluscos dos quais esses peixes se alimentam. Além disso, o animal estava muito distante do fundo do oceano, seu habitat natural.

Por isso, esse acontecimento traz à tona algumas questões em torno de Fukushima que permanecem misteriosas: a aparição desse animal, semelhante a uma criatura pré-histórica, é resultado da radioatividade? Se for esse o caso, que outros seres “mutantes” rodeiam esta cidade japonesa?


Fonte: RT

Imagem: YouTube / PatrynWorldLatestNew

Entenda por que o El Niño de 2015 poderá ser um dos mais fortes da história

Ajude a proteger nossas florestas e fontes de água. O HISTORY acredita que todos devemos manter nossas florestas vivas para que continuem sendo o melhor espetáculo para nossas futuras gerações, afinal de contas, nossa viagem só está no começo. Junte-se a nós e faça parte da equipe!

De uma maneira ou outra aprendemos a temer o El Niño, um fenômeno que ocorre na costa oeste da América Latina e o Sudeste Asiático, que provoca alterações no clima em vários lugares do mundo, como ondas de calor, enchentes ou secas.
 
O evento começa no leste do Pacífico e se ramifica pelo Equador para o Oeste. Isso aconteceu de forma muito significante nos anos de 1982, 1997 e está acontecendo novamente em 2015. Especialistas alertam que o fenômeno desde ano pode ser um dos mais fortes da história desde 1997 e que vai durar até abril de 2016. 
 
Não há uma causa única para o evento El Niño. É uma combinação de fatores oceânicos e atmosféricos. Há ainda um pico anômalo na temperatura da superfície do mar no leste do Pacífico - que este ano deverá ser maior do que o habitual -, o que provoca mudanças atmosféricas por onde corre o oceano e isso é bastante intensificado durante o El Niño.
 
Assim os invernos são chuvosos na Califórnia, e o oeste do Pacífico é ameaçado por secas e incêndios florestais. No caso do Brasil, o El Niño pode provocar mais chuvas no Sul e secas ainda mais extremas no Nordeste. No Sudeste, as temperaturas sobem além do normal..
 
CLIQUE AQUI E AJUDE A PRESERVAR PAISAGENS INCRÍVEIS.
 
Imagem: Brisbane/Shutterstock.com
 

Fenômeno “cisne cinza” provocará megafuracões nos EUA e no Golfo Pérsico

A península da Flórida, nos EUA, e os países do Golfo Pérsico poderão sofrer com a chegada de poderosos furacões, causando um raro fenômeno que foi chamado de “ciclones do cisne cinza”.

O termo se deve à teoria do cisne negro, que, por sua vez, vem da pesquisa de eventos imprevisíveis e de grande impacto. Dessa forma, os megaciclones “cisne cinza” representam um fenômeno meteorológico difícil de prever e que, ao longo do século XXI, causará tempestades nunca antes vistas no litoral dos EUA, Emirados Árabes e Austrália, entre outros países, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Princeton e pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).

O estudo foi realizado graças a um modelo computadorizado baseado em tempestades ocorridas no passado e em cálculos feitos em cima de mudanças climáticas. Os resultados são categóricos: nos próximos 85 anos, a baía de Tampa, na Flórida, e o Golfo do México sofrerão megafuracões muito mais poderosos que o famoso Katrina.

Além disso, a região do Golfo Pérsico, que, até agora, desconhecia a força devastadora das tempestades tropicais, poderá ter “cisnes cinza” com ventos de até 413 km/h, afetando cidades muito populosas, como Dubai.

Fonte: Nature Climate Change 

Imagem: NASA

Fim dos tempos? Conheça as mais raras catástrofes naturais da história

Além de terremotos, furacões, erupções vulcânicas e outros fenômenos devastadores conhecidos, existem catástrofes naturais mais estranhas, porém igualmente perigosas. Veja quais foram os desastres naturais mais raros da história.

O Ano sem Verão

Em abril de 1815, no Monte Tambora, na Indonésia, houve uma das erupções vulcânicas mais poderosas da História, causando a morte de dezenas de milhares de pessoas no sudeste da Ásia e formando uma nuvem gigante de cinzas na estratosfera. A nuvem viajou por todo o mundo, bloqueando os raios solares, e as temperaturas baixaram três graus, provocando mudanças meteorológicas de efeitos catastróficos. Como costuma acontecer em muitas situações problemáticas, o “Ano sem Verão” propiciou criações importantes, como a bicicleta, inventada pelo alemão Karl Drais como alternativa ao transporte de cavalos na Europa, cuja alimentação havia ficado muito cara.

O Evento Carrington

Entre o final de agosto e início de setembro de 1859, o planeta foi bombardeado pela maior tempestade solar da história. O chamado “Evento Carrington”, que recebeu o nome do astrônomo britânico Richard Carrington, trouxe um espetáculo celestial fantástico, mas causou, ao mesmo tempo, distúrbios geomagnéticos que derrubaram os sistemas telegráficos do mundo inteiro.

O Ano do Gafanhoto

No verão de 1874, milhões e milhões de gafanhotos sitiaram o Nebraska, o Kansas, as Dakotas, Iowa e outros estados dos EUA. Testemunhas afirmaram que os grupos de gafanhotos formaram nuvens tão espessas que bloquearam a luz do Sol por várias horas. Ao chegarem, comeram campos inteiros de cultivo, a vegetação e, inclusive, a roupa das pessoas.

O Véu de Poeira

Em 536, uma nuvem de areia e poeira cobriu grande parte do mundo, bloqueando a luz do Sol e gerando temperaturas extraordinariamente frias por vários anos. O longo inverno trouxe secas, colheitas ruins e fome em todo o mundo. Alguns estudiosos acreditam que ele também foi um dos responsáveis pelo desenvolvimento do primeiro surto conhecido de peste bubônica na Europa.

O Grande Smog (O Grande Nevoeiro)

Em dezembro de 1952, a poluição do ar de Londres criou uma nuvem de fuligem que se manteve por quatro dias, danificando a qualidade do ar. O miasma mortal foi o resultado de um sistema de alta pressão que criou condições extraordinariamente estagnadas. Em vez de se dispersarem, como de costume, nuvens de fumaça de carvão, de poluição das fábricas e chaminés das casas pairaram no ar da cidade.

O Evento de Tunguska

Pouco depois das 7h de 30 de junho de 1908, uma luz cegante cruzou os céus da Sibéria e explodiu sobre o rio Tunguska Pedregoso. A onda de choque foi centenas de vezes mais potente que uma bomba atômica. Surpreendentemente, não houve mortos, porém seus efeitos foram sentidos em todo o mundo. Os cientistas afirmam que o “Evento Tunguska” foi o resultado do impacto de uma rocha espacial com a superfície terrestre.

Fonte: History.com

Crédito: Bikeworldtravel/Shutterstock.com

Saiba quais serão os alimentos do futuro no combate à fome no planeta

O biólogo e pesquisador da Academia de Ciências da Rússia Alexánder Panchin descreveu quais serão os alimentos do futuro, ou seja, aqueles que serão utilizados para reduzir as consequências da fome, causada pelo crescimento demográfico, o aumento do preço da comida e os problemas do meio ambiente.

Alimentos produzidos por meio da engenharia genética: É o caso de frutas e verduras modificadas geneticamente, enriquecidas com antocianinas. A antocianina é um composto que reduz o risco de câncer, doenças cardiovasculares e a obesidade. Além disso, ajuda as plantas a se protegerem contras doenças.

Ecoporcos: Os porcos aperfeiçoados geneticamente absorvem o fósforo dos alimentos, são menos poluentes e não necessitam de suplementos dietéticos.

Insetos: Os animais invertebrados possuem um valor nutricional mais alto que muitos outros alimentos e são uma excelente fonte de proteínas e vitaminas. A criação de grilos para a alimentação é seis vezes mais eficiente que a de bezerros e duas vezes mais que a de porcos e francos.

Impressora 3D de comida: Esta impressora preparará comida a partir de ingredientes em pó armazenados em cartuchos removíveis, através da adição de água ou azeite.

Comida in vitro: Um hambúrguer criado a partir de células-tronco de vaca custa em torno de 250 mil dólares, o que faz desta tecnologia uma possibilidade apenas teórica, embora, no futuro, possa se tornar mais prática e econômica.

Fonte: RT

Crédito da Imagem Michal Ludwiczak - Shutterstock.com

Cientistas previram o trágico terremoto do Nepal

O terremoto devastador que sacudiu o Nepal recentemente e provocou milhares de mortes segue um padrão histórico previsto há algumas semanas por especialistas dedicados ao estudo dos movimentos sísmicos na região. Liderada por Laurent Bollinger, da Comissão Francesa de Energia Atômica e Energias Alternativas (CEA), a existência desse padrão de alto poder destrutivo hoje pode ser vista como uma triste premonição. O tremor do último dia 25 seguiu o padrão de grandes terremotos que ocorreram há mais de 700 anos e, de acordo com os geólogos, é o resultado do efeito dominó causado pela tensão acumulada ao longo da falha que há na região.

“Vimos que Catmandu e Pokhara poderiam estar expostas a grandes tremores na sua falha principal, no mesmo ponto onde ocorreu um evento sísmico em 1344”, afirma Paul Tapponier, do Observatório da Terra, em Cingapura.

Os pesquisadores explicam que, quando acontece um terremoto de grande escala, a tensão telúrica se transfere para além do segmento da falha em que acontece, o que foi comprovado com o abalo de 1344, quando essa tensão acumulada desde 1255 foi efetivamente transferida. Da mesma forma, na ocasião atual, a tensão acumulada na região desde 1934 se manifestou através de um novo sismo.

O que mais preocupa os cientistas no momento é que o terremoto ocorrido pode ser o primeiro de vários, que aconteceriam nas próximas décadas. “Os primeiros cálculos sugerem que o terremoto de magnitude 7.8 do dia 25 de abril não foi suficientemente grande para rachar a terra até a superfície. Por isso, é provável que mais tensão esteja se acumulando e presenciemos mais tremores desse tipo a oeste e sul da falha nas próximas décadas”, destaca Bollinger.

Crédito da imagem: think4photop - Shutterstock.com

Fontes: BBC e ABC