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Charles e Trey encontram um Dodge Demon de 1972 nas ruas de Nova Orleans, mas têm somente uma semana para deixá-lo novo em folha.

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Não é magia, é tecnologia: inventado pneu que se conserta sozinho

Em um futuro próximo, você nem vai perceber quando o pneu do carro furar. Um novo processo químico permite que a borracha se regenere.

Pesquisadores das universidades de Dresden (Alemanha) e Tampere (Finlândia) desenvolveram um novo processo de industrialização da borracha e acabaram criando um pneu capaz de “auto cicatrização”.

Desde sua invenção, nos anos 1920, os pneus infláveis são fabricados pelo chamado processo de vulcanização. A vulcanização envolve a adição de enxofre ou outros compostos para tornar a borracha mais durável mantendo sua elasticidade - durante o processo, as cadeias poliméricas se unem por ligações covalentes. O problema é que qualquer objeto cortante ou perfurante estraga o pneu e exige um reparo que, ainda que permita que o pneu volte a rodar, nunca lhe dará de volta sua resistência original.

Agora, os cientistas chegaram a um processo mais inteligente de ligações, no qual os materiais se rearranjam de forma autônoma para corrigir uma falha estrutural. Trata-se da borracha auto cicatrizante, que pode ser usada em pneus. Quando um pneu furar, a borracha começa a se regenerar sozinha até que retorne ao estado inicial.


Fonte: inovacaotecnologica.com.br
Imagem: Viacheslav Nikolaenko /Shutterstock.com

Projetista usa impressão 3D para criar carro movido a energia nuclear

Ideia é do russo Grigory Gorin que batizou sua invenção de Mesarthim F-Tron Quattro, em referência a uma das estrelas da constelação de Áries.

O projetista russo Grigory Gorin criou o protótipo de um carro movido a energia nuclear usando materiais leves e resistentes a partir da tecnologia de impressão 3D. Ainda é uma ideia conceitual, embora Gorin tenha levado em conta todos os detalhes para criar um sofisticado e complicado sistema propulsor.

O Audi Mesarthim F-Tron Quattro Concept, como foi batizado o protótipo, em referência a uma das estrelas que compõem a constelação de Áries, já nasce polêmico. A energia nuclear pode ser considerada limpa por não emitir poluentes, mas é extremamente perigosa em casos de acidentes ou se o lixo atômico não receber o tratamento adequado.



As vantagens do motor nuclear não são novidades. A indústria automobilística já está de olho nesta fonte de energia há tempos. Um carro teria de ser “abastecido” uma ou duas vezes a cada cinco anos. Mas sair pelas ruas carregando um reator nuclear ainda nos leva a pensar melhor sobre essa economia.

Em seu projeto, Grigory Gorin instalou um reator de fusão nuclear e injetores de plasma na parte central do carro. Em volta deles há um sistema para a geração de vapor utilizando o calor do reator para poder fazer girar uma turbina conectada a um gerador. Esse gerador será o encarregado de carregar as baterias instaladas na parte dianteira em ambas as laterais.

“A ideia do projeto é chamar a atenção para a possibilidade de usar a fusão nuclear como fonte de energia segura e ambientalmente amigável. A fusão nuclear permitiria fornecer energia para a maior parte da população do planeta”, defente Gorin.

Veja mais imagens do carro no vídeo:


Fonte: atraccion360.com e behance.net
Imagem: Divulgação

Jovem rei dos hackers desafia a Tesla Motors

Tão ousado quanto genial, o jovem rei dos hackers, George Hotz, desafiou Elon Musk e sua empresa, a Tesla Motors, ao conseguir desenvolver seu próprio modelo de veículo autônomo.

Com apenas 26 anos de idade e um currículo com grandes proezas cibernéticas, George Hotz provocou a Tesla Motors, que, no ano passado, lançou um protótipo de veículo autônomo, desafiando-os publicamente com o que ele considera ser o melhor software para esse tipo de automóvel.

[VEJA TAMBÉM: O Homem de Ferro de carne e osso dos nossos tempos]

Do conforto da sua garagem, em San Francisco, nos EUA, o hacker, que tem o apelido de Geohot, anunciou o lançamento livre e gratuito de seu próprio modelo para veículos autônomos dentro dos próximos meses.

A Tesla logo se posicionou e um porta-voz da empresa afirmou que “é muito pouco provável que uma única pessoa, ou até mesmo uma empresa pequena, que carece de uma equipe ampla e capacitada de engenheiros, seja capaz de produzir um sistema de direção autônomo”. Ao que Hotz respondeu, em tom desafiador: “Já tenho mais de dez interessados no meu projeto”.

Geohot tinha 17 anos quando conseguiu ser a primeira pessoa no mundo a desbloquear um iPhone da Apple, em 2007, e um console Play Station 3 da Sony, em 2010 – “know-how” que ele prontamente compartilhou, de forma gratuita, em seu seu blog.

 


Fonte: gestion.pe 

Imagem: Katherine Welles/Shutterstock.com 

Velozes com muito estilo: as Top 10 máquinas mais rápidas do planeta

Os carros podem ter mil e uma novidades, mas, para os verdadeiros fãs, o que importa é a velocidade dessas maravilhosas máquinas. Os 10 carros que selecionamos abaixo são mais do que pura diversão. São os carros de produção mais rápidos do mundo. 

[VEJA TAMBÉM:Piloto automático da Tesla ganha recursos incríveis]

Hennessey Venom GT
Em 2014, o Venom alcançou 434.5 km/h, tornando o carro mais rápido do mundo. Ele chega a 300 km/h em menos de 13 segundos. O recorde não é aceito pelo Guinness World Records, que exige que o teste seja feito em ambas as direções (à favor e contra o vento). O Venom também tem produção limitada.


Bugatti Veyron
À venda por US$ 1,7 milhão, o original Veyron tem um motor de 1.000 cavalos e é considerado o carro mais rápido do mundo pelo Guinness, com velocidade de 431,3 km/h.


SSC Ultimate Aero
Esse Shelby SuperCars (SSC) atingiu uma incrível velocidade de 411,9 km/h.


Koenigsegg CCR
A empresa sueca Koenigsegg deteve brevemente o título de carro "mais rápido do mundo", antes de ser superado pelo original Bugatti Veyron. Sua CCR atingiu 389,4 km/h, em um teste na Itália, em 2005.


McLaren F1
Feito com fibra de carbono, motor V12 BMW M de 6,1 litros, com assento do condutor no meio, essa máquina já atingiu a velocidade máxima de 387,8 km/h.

 


Aston Martin One-77
Foram fabricadas apenas 77 unidades desse belo carro, que tem uma dianteira que lembra um sorriso de tubarão. Além do estilo, este Aston cravou o recorde de velocidade máxima de 354 km/h.


Jaguar XJ220
Esse foi um modelo superesportivo da Jaguar, produzido entre 1992 e 1994. Teve uma produção de 275 veículos no total. Sua velocidade máxima registrada é de 349,2 km/h.


McLaren P1
Marcado pela tecnologia de ponta, esse carrão também cravou a velocidade de 349,2 km/h.


Ferrari LaFerrari
LaFerrari dá ao seu condutor a força de 950 cavalos, além de uma resposta instantânea dos motores elétricos para seguir a toda a velocidade. Essa máquina também está no grupo dos carros que chegam a "apenas" 349,2 km/h.


Ferrari Enzo
Batizada em homenagem ao fundador da Ferrari, a Enzo foi produzida uma década antes da LaFerrari. Com poucos recursos eletrônicos, ela pode representar um desafio ao condutor. Sua velocidade máxima também é de 349,2 km/h.

Confira o mais novo episódio de Na Corrida. Duas corridas em apenas uma rodada! Se algo der errado, as chances de Marco Cozzi ser campeão podem acabar. Como será que nosso super piloto passou por essa? Assista e veja você mesmo:

 


Fonte e imagens via Digital Trends

Piloto automático da Tesla ganha dois novos recursos incríveis

As características do piloto automático da Tesla já são conhecidas, porém Elon Musk, CEO da Tesla Motors, anunciou recentemente que a empresa vai lançar atualizações do sistema, que farão com que o Model S dirija ainda mais para você: o Parallel Autopark (estacionamento automático paralelo) e o Highway Autosteer (piloto automático na estrada).

O Highway Autosteer é a característica mais incrível anunciada pela Tesla, já que vai permitir ao piloto ficar longe dos volantes ou dos pedais do carro durante viagens de longa distância.

O Autosteer será disponibilizado em um futuro próximo, assim que a empresa consertar um último problema: a função tem dificuldade em reconhecer linhas brancas desbotadas no asfalto cinzento, especialmente quando está escurecendo – sejamos sinceros, isso é difícil até para os seres humanos às vezes. Mas nós confiamos que os engenheiros da Tesla serão capazes de resolver esse problema cedo ou tarde e trazer essa características aos donos do Model S.

O recurso Autopark irá permitir aos usuários fazer exatamente isso, estacionar o carro com a assistência do piloto automático. O carro poderá estacionar em paralelo sozinho, o que pode ser extremamente útil para motoristas que, como muitos, duvidam de si mesmos nessas horas.

CLIQUE AQUI E AJUDE A PRESERVAR PAISAGENS INCRÍVEIS.

Fontes: The Man Guide  , Tesla

Engenheiro judeu pode ter sido o verdadeiro pai do Fusca

O Fusca é um dos modelos de carro mais populares de todos os tempos. A origem dele é bem conhecida, mas há quem coloque dúvidas a respeito da paternidade do veículo.

A história consagrada diz que Adolf Hitler encomendou ao projetista Ferdinand Porsche a criação de um “carro do povo” (Volkswagen) em 1935. Mas segundo o livro A Verdadeira História do Fusca, do holandês Paul Schilperoord, a ideia do modelo teria sido roubada de um engenheiro e jornalista judeu chamado Josef Ganz.

De acordo com a obra, Hitler teria visto um modelo criado por Ganz em uma exposição de carros em 1933. Após desenhar as formas do veículo, o ditador teria feito a encomenda a Porsche. O autor afirma também que o próprio Porsche dirigiu um dos protótipos de Ganz. Um dos modelos criados por Ganz e que pode ter inspirado o Fusca chegou a ser fabricado entre 1933 e 1935, o Standard Superior.



O engenheiro acabou sendo preso pela Gestapo, a polícia nazista, acusado de se aproveitar da revista automobilística que editava para chantagear indústrias. Após um mês ele foi libertado e conseguiu provar sua inocência, mas teve sua carreira prejudicada. Ganz acabou indo embora da Alemanha e morreu na Austrália, em 1967.

Não deixe de assistir o episódio inédito de NA CORRIDA, com Marco Cozzi em mais uma etapa ruma ao título do Campeonato Brasileiro de Turismo:

 


Fontes: G1 e Daily Mail
Crédito da foto: Desk006/Shutterstock

30.Jul.2003

O último Fusca sai de linha

Em 30 de julho de 2003, o último dos 21.529.464 Fuscas da Volkswagen, construídos desde a Segunda Guerra Mundial, é produzido na fábrica da Volkswagen, em Puebla, no México. Uma das três mil unidades da última edição, o veículo azul-bebê foi enviado para um museu em Wolfsburg, na Alemanha, onde a Volkswagen está sediada. 

O carro montado em Puebla nessa data foi o último dos “clássicos” Fuscas (Beetle, no inglês), que não devem ser confundidos com o remodelado New Beetle, que a Volkswagen lançou em 1998 (o New Beetle se assemelha à versão clássica, mas é baseado no Golf). As origens do Fusca remontam a meados dos anos 30, quando o famoso engenheiro automobilístico austríaco Dr. Ferdidand Porsche atendeu a um pedido do líder Adolf Hitler para um carro de passageiros pequeno e acessível, que satisfaria as necessidades de transporte do povo alemão.  Hitler chamou o resultado de KdF (Kraft-durch-Freude) -Wagen (ou “Carro-da-força-através-da-diversão”, em uma tradução aproximada) após um movimento liderado por nazistas que pretendiam ajudar, a qualquer custo, o povo trabalhador alemão. Posteriormente, ele seria conhecido pelo nome que a Porsche preferia: Volkswagen, ou “carro do povo”.

O primeiro KdF-Wagen foi exibido no Berlin Motor Show em 1939, e a imprensa internacional logo o chamaria de “Beetle” (“Besouro”, na tradução) por seu formato arredondado característico. Durante a Segunda Guerra, a fábrica em Kdf-Stadt (cidade que depois virou Wolfsburg) continuou a produzir Fuscas, embora fosse mais dedicada à produção de veículos de guerra. A sua produção foi interrompida sob ameaça de bombardeio aliado em agosto de 1944 e só retornou após a guerra, controlada pelos britânicos. Apesar de as vendas da Volkswagen terem diminuído nos EUA, em comparação com o resto do mundo, em 1960, o Fusca era o carro mais importado na América, graças a uma campanha publicitária simbólica feita pela empresa Doyle Dane Bernbach. Em 1972, o Fusca ultrapassou o recorde de produção mundial de 15 milhões de veículos, estabelecido pelo lendário Model T da Ford entre 1908 e 1927. E ele também se tornou um ícone da cultura mundial, recebendo destaque no filme de sucesso de 1969, “Se o Meu ‘Fusca’ Falasse” (cujo protagonista era um Fusca chamado Herbie) e na capa do disco “Abbey Road” dos Beatles.

Em 1977, no entanto, o Fusca, com o seu motor traseiro e refrigerado, foi banido dos EUA, por não cumprir as normas de seguranças. As vendas mundiais do carro encolheram no final dos anos 70 e, em 1988, o Fusca só era vendido no México. Por causa de uma competição cada vez maior de outros fabricantes de carros compactos e baratos, e uma decisão mexicana de eliminar progressivamente os táxis de duas portas, a Volkswagen decidiu interromper a produção do Fusca em 2003. Aliás, a contagem final das 21.529.464 unidades não inclui os 600 carros originais construídos pelos nazistas antes da Segunda Guerra Mundial.

 


Imagem: Art Konovalov, via Shutterstock.com

 

26.May.1927

Último dia de produção do Modelo T da Ford

Em 26 de maio de 1927, Henry Ford e seu filho Edsel conduziram o Modelo T número 15 milhões, da Ford, para fora de sua fábrica, marcando o famoso último dia de produção deste automóvel.

Mais que qualquer outro veículo, o relativamente acessível e eficiente Modelo T foi responsável por acelerar a inserção do carro na sociedade americana durante o primeiro quarto do século XX. Lançado em outubro de 1908, o Modelo T – também conhecido como “Tin Lizzie” – pesava 500 kg e tinha um motor de 20 cavalos de potência e 4 cilindradas. Rodava de 21 a 34 quilômetros por galão de gasolina e era capaz de andar a 72 km/h. Inicialmente vendido por 850 dólares (em torno de 20 mil dólares hoje), o Modelo T básico e sem adicionais seria vendido posteriormente por 260 dólares (em torno de 6.000 dólares hoje).

Em grande parte devido à sua popularidade incrível, o governo dos EUA fez da construção de novas estradas uma de suas maiores prioridades em 1920. Em 1926, no entanto, o Lizzie tinha se tornado defasado em um mercado em rápida expansão para automóveis baratos. Henry Ford esperava manter sua produção enquanto reequipava suas fábricas para lançar seu substituto, o Modelo A. Mas a falta de demanda o obrigou a cessar a produção do Lizzie. Em 25 de maio de 1927, ele anunciou ao mundo todo que estava descontinuando o Modelo T. Conforme registrado por Douglas Brinkley em “Wheels for the World”, sua biografia de Ford, o lendário construtor de carros elogiou sua criação mais memorável: “Ele era poderoso e resistente. Foi um carro que correu antes de haver boas estradas para correr. Ele quebrou as barreiras de distância em áreas rurais e aproximou as pessoas dessas regiões, deixando a educação ao alcance de todos”.

Depois que a produção terminou oficialmente no dia seguinte, as fábricas da Ford fecharam no início de junho e 600 mil operários foram dispensados. A empresa vendeu menos de 500 mil carros em 1927, menos da metade das vendas da Chevrolet. O fato de o lançamento do Modelo A ter começado em cidades seletas que, no mês de dezembro, recebiam uma grande multidão, mostra a grande habilidade de Ford em criar sensações. Porém, nenhum carro na história teve o impacto – tanto real quanto mitológico – do Modelo T: autores como Ernest Hemingway, E.B. White e John Steinbeck mencionam o Tin Lizzie em seus livros, enquanto o grande cineasta Charlie Chaplin o imortalizou de forma satírica no seu filme de 1928, “O Circo”.

 


Imagem: Harry Shipler [Domínio público], Wikimedia Commons

01.Jun.1934

Fundada a Nissan Motor Company

No dia 1º de junho de 1934, a montadora japonesa Jidosha-Seizo Kabushiki-Kaisha (Fábrica de Automóveis Cia. Ltda., em português), com sede na capital Tóquio, ganha um novo nome: Nissan Motor Company.

A Jidosha-Seizo Kabushiki-Kaisha foi criada em dezembro de 1933. O novo nome da empresa, adotado em junho de 1934, era uma abreviação de Nippon Sangyo, um “zaibatsu” (ou empresa holding) que pertencia ao fundador da Tobata, Yoshike Aikawa. A Nissan produziu seu primeiro Datsun (um veículo de passageiros pequeno e quadrado, derivado do Dat Car e projetado pelo pioneiro automotivo Masujiro Hashimoto, o qual foi montado pela primeira vez em 1914) na sua fábrica em Yokohama, em abril de 1935. A empresa começou a exportar carros para a Austrália naquele mesmo ano. Começando em 1938 e durando toda a Segunda Guerra Mundial, a Nissan passou radicalmente da produção de pequenos carros de passeio para caminhões e veículos militares. No entanto, em 1945, no final da Segunda Guerra, as forças aliadas que ocuparam o território japonês confiscaram grande parte das operações da Nissan e só lhe devolveram o controle absoluto das mesmas uma década depois.

Em 1960, a Nissan se tornou a primeira empresa automotiva a ganhar o Prêmio Deming por excelência em engenharia. Os novos modelos Datsun, como o Bluebird (1959), o Cedric (1960) e o Sunny (1966) ajudaram a impulsionar as suas vendas no Japão e no exterior, e a empresa teve um crescimento fenomenal ao longo da década de 60.

As crises energéticas da década seguinte proporcionaram um aumento das exportações de carros japoneses eficientes e acessíveis: a terceira geração do Sunny teve a maior pontuação em testes de economia de combustível da Agência de Proteção Ambiental dos EUA em 1973. O sucesso no mercado norte-americano e em outros permitiu que a Nissan expandisse suas operações estrangeiras, que atualmente incluem fábricas de produção e montagem em 17 países. Hoje, a Nissan é a terceira maior empresa automotiva do Japão, atrás apenas da Toyota e da Honda. Depois de enfrentar dificuldades nos anos 90, a empresa mudou de rumo, fazendo uma aliança com a montadora francesa Renault, renovando sua linha de carros luxuosos Infiniti; e lançando a picape Titan assim como versões remodeladas do carro esportivo Z e do sedã de médio porte Altima.

 


Imagem: TTTNIS [Domínio público], Wikimedia Commons