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BONNIE & CLYDE

SOBRE

A minissérie Bonnie & Clyde traz o relato fascinante do casal cuja onda de crimes arrebatou o público americano, e garantiu sua fama durante as últimas oito décadas. Clyde Barrow e Bonnie Parker pareciam ter um sexto sentido para antecipar os acontecimentos. Clyde sempre conseguia estar a um passo à frente da lei, e por isso escaparam de ser presos por diversas vezes. Seu único problema foi a ambição de Bonnie de se tornar famosa. Atraída pela atenção da mídia ela instigou Bonnie a cometer crimes cada vez mais arriscados e perigosos, que virassem grandes manchetes e os tornasse os mais famosos criminosos da era moderna.

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PARTE 2

A minissérie Bonnie & Clyde traz o relato fascinante do casal cuja onda de crimes arrebatou o público americano, e garantiu sua fama durante as últimas oito décadas. Clyde Barrow e Bonnie Parker pareciam ter um sexto sentido para antecipar os acontecimentos. Clyde sempre conseguia estar a um passo à frente da lei, e por isso escaparam de ser presos por diversas vezes. Seu único problema foi a ambição de Bonnie de se tornar famosa. Atraída pela atenção da mídia ela instigou Bonnie a cometer crimes cada vez mais arriscados e perigosos, que virassem grandes manchetes e os tornasse os mais famosos criminosos da era moderna.

A minissérie Bonnie & Clyde traz o relato fascinante do casal cuja onda de crimes arrebatou o público americano, e garantiu sua fama durante as últimas oito décadas. Clyde Barrow e Bonnie Parker pareciam ter um sexto sentido para antecipar os acontecimentos. Clyde sempre conseguia estar a um passo à frente da lei, e por isso escaparam de ser presos por diversas vezes. Seu único problema foi a ambição de Bonnie de se tornar famosa. Atraída pela atenção da mídia ela instigou Bonnie a cometer crimes cada vez mais arriscados e perigosos, que virassem grandes manchetes e os tornasse os mais famosos criminosos da era moderna.

PARTE 1

A minissérie Bonnie & Clyde traz o relato fascinante do casal cuja onda de crimes arrebatou o público americano, e garantiu sua fama durante as últimas oito décadas. Clyde Barrow e Bonnie Parker pareciam ter um sexto sentido para antecipar os acontecimentos. Clyde sempre conseguia estar a um passo à frente da lei, e por isso escaparam de ser presos por diversas vezes. Seu único problema foi a ambição de Bonnie de se tornar famosa. Atraída pela atenção da mídia ela instigou Bonnie a cometer crimes cada vez mais arriscados e perigosos, que virassem grandes manchetes e os tornasse os mais famosos criminosos da era moderna.

A minissérie Bonnie & Clyde traz o relato fascinante do casal cuja onda de crimes arrebatou o público americano, e garantiu sua fama durante as últimas oito décadas. Clyde Barrow e Bonnie Parker pareciam ter um sexto sentido para antecipar os acontecimentos. Clyde sempre conseguia estar a um passo à frente da lei, e por isso escaparam de ser presos por diversas vezes. Seu único problema foi a ambição de Bonnie de se tornar famosa. Atraída pela atenção da mídia ela instigou Bonnie a cometer crimes cada vez mais arriscados e perigosos, que virassem grandes manchetes e os tornasse os mais famosos criminosos da era moderna.

John Dillinger

John Dillinger nasceu em 22 de junho de 1903, em Indianápolis, nos EUA. Na infância, cometeu pequenos furtos. Em 1924, ele roubou um supermercado e foi preso. Ele escapou e, junto com sua gangue, foi para Chicago e formou uma das gangues de assalto a bancos mais organizadas e mortais do país. O grupo continuou com uma série de crimes até que foi preso. Ele continuou a cometer contravenções até ser baleado pelo FBI, em Chicago, em 1934.

John Herbert Dillinger nasceu em 22 de junho de 1903, em Indianápolis, nos EUA. Quando criança, metia-se constantemente em encrencas. Ele fazia travessuras e pequenos furtos com sua gangue da vizinhança. John era o mais novo de dois irmãos. Seu pai, John Wilson Dillinger, era um comerciante rígido e disciplinador, que batia nele. Sua mãe, Mary Ellen Lancaster, morreu de um derrame quando o menino tinha apenas três anos. Sua irmã, Audrey, 15 anos mais velha, ajudou a criá-lo até seu pai se casar novamente, em 1912.


Roubo de carro para impressionar

Fique com o dinheiro. Nós só queremos o do banco.
(ao assaltar um fazendeiro)

Aos 16 anos, John largou a escola, contrariando o seu pai. Seu comportamento rebelde e selvagem, com escapadas à noite, incluía bebida, brigas e prostitutas. Mas o assunto ficou mais sério quando, em 1923, o jovem Dillinger roubou um carro para impressionar uma garota. Um policial o pegou e lhe deu voz de prisão, mas ele conseguiu escapar. Sabendo que não poderia retornar para sua casa, alistou-se na marinha no dia seguinte. Mas, depois de cinco meses, Dillinger percebeu que o serviço miliar não era para ele e pulou de um navio, sendo dispensado da marinha com desonras posteriormente. 

Ao retornar para sua casa, em Mooresville, casou-se com Beryl Ethel Hovious, com 16 anos à época. Os dois se mudaram para a fazenda de seu pai, e, com apenas algumas semanas de casados, Dillinger foi preso por roubar galinhas. Embora seu pai tenha conseguido livrá-lo de um julgamento, a relação entre os dois azedou para sempre.


Prisão

Foi então que ele se mudou para a casa dos pais de Beryl, em Martinsville. Lá, arrumou um emprego em uma loja de estofados e jogou no time de beisebol da cidade, onde ficou amigo de Edgar Singleton, um beberrão e parente distante da madrasta de Dillinger, que se tornou seu primeiro parceiro no crime. Os dois tramaram um assalto a uma mercearia local, mas o plano não saiu como esperado e Dillinger foi pego pela polícia. No julgamento, acabou sentenciado de 10 a 20 anos de prisão no Indiana State Reformatory, em Pendleton.

Enquanto estava na cadeia, sua esposa, Beryl, não estava se sentindo bem com a distância e acabou se divorciando de Dillinger, em 1929, dois dias antes do aniversário dele, o que foi devastador para Dillinger. Por não ser um prisioneiro exemplar e por tentar fugir algumas vezes, a liberdade condicional lhe foi negada. Mas após ser transferido para a Indiana State Prison, em Michigan City, ele conheceu Pierpont, com quem fugiu da prisão em 1933, após quatro anos encarcerado.


Gangue organizada

Com a polícia no seu encalço, foi preso novamente em Dayton, Ohio, e levado para uma delegacia em Lima, no mesmo estado. Mas Pierpont e seus homens foram resgatá-lo, matando o xerife. Em seguida, foram para Chicago, e Dillinger formou uma das gangues mais organizadas e mortais do país, assaltando bancos nos estados de Illinois, Indiana e Wisconsin. Eles agiam meticulosamente e possuíam um toque teatral – uma vez fingiram ser representantes de vendas para entrar no cofre do banco e ter acesso ao sistema de segurança; em outra ocasião, fizeram-se passar por uma equipe de filmagens que estava rodando um filme de assalto a banco.

Tudo isso só fez aumentar a reputação da gangue e trazer mais repercussão na mídia. Em uma das histórias, um fazendeiro disse que, durante um assalto, foi poupado depois que Dillinger perguntou se o dinheiro era seu ou do banco. Ao responder que era seu, Dillinger teria dito para ele: “Fique com o dinheiro. Nós só queremos o do banco”.


Assassinato de policial

Em dezembro de 1933, a gangue decidiu passar as férias na Flórida, mas, um pouco antes de partirem, um dos membros foi morto por um policial ao buscar seu carro na oficina. O Departamento Policial de Chicago havia criado um grupo de elite, chamado “Dillinger Squad”. Após o descanso, eles foram ao Arizona, pois eram procurados em todo o Meio-Oeste. No caminho, Dillinger decidiu roubar um banco em East Chicago, Indiana, ao lado de Red Hamilton. Mas o assalto deu errado, Hamilton foi ferido e Dillinger matou um policial durante a fuga. Ao chegar em Tucson, no Arizona, para encontrar os outros membros da gangue, eles foram cercados e presos. Dillinger foi enviado de volta para Indiana, para ser julgado pelo assassinato do policial William Patrick O’Malley.


Fuga da prisão

Nunca fique sem mulheres, porque ficar sem mulheres é como estar em uma prisão.

Enquanto esperava a sentença, Dillinger foi mandado para a prisão de Crown Point, considerada inescapável. Mas o gângster provaria o contrário, ao conseguir fugir dela sozinho e sem disparar um único tiro. Há algumas versões para a sua fuga: a primeira que ele teria esculpido uma arma de madeira e depois a enegrecido com graxa de sapato; e outras falam de corrupção dentro da penitenciária, tendo alguém lhe dado uma arma de verdade.

De qualquer forma, Dillinger conseguiu iludir seus algozes, roubando um carro da polícia e fazendo o caminho de volta a Illinois. No entanto, ele acabou cruzando a fronteira dos estados com um carro roubado e chamou a atenção do FBI.


Novos assaltos

Assim que chegou em Chicago, Dillinger formou uma nova gangue. Nela, os membros não foram tão bem escolhidos e havia até psicopatas, como Lester Gills, também conhecido como “Baby Face Nelson”. Eles se transferiram para St. Paul, em Minnesota e iniciaram uma onda de crimes em quatro estados, roubando vários bancos. Alguns transcorreram bem, enquanto outros foram problemáticos. Depois que Dillinger e outro membro da gangue foram feridos em um assalto em Iowa, eles foram obrigados a ir para um esconderijo em Wisconsin. Porém, lá, foram reconhecidos e o FBI armou uma cilada para os gângsteres, que acabou não dando certo.

 

Inimigo Público No. 1

Em 1934, Dillinger havia desaparecido, mas, por causa de sua fama, a vida foi ficando cada vez mais difícil. O FBI o considerou um “Inimigo Público No. 1” e ofereceu 10 mil dólares de recompensa por sua cabeça. Para evitar a prisão, Dillinger se submeteu a uma cirurgia plástica e passou a se chamar Jimmy Lawrence. Em 30 de junho de 1934, ele roubou seu último banco, acompanhado de Van Meter, “Baby Face” Nelson e outros desconhecidos, no qual houve confronto com a polícia, tiroteio, reféns e muitos feridos. No final, cada membro conseguiu apenas $4.800.


Emboscada e morte

(…) alguém me matará antes que eu decida sair. Por isso, não faço planos para o futuro (...)

Não se sabe como Dillinger veio a conhecer Anna Sage, uma imigrante romena que havia se estabelecido nos EUA em 1909. Após vários problemas e o risco de ser deportada, Ana contou a um agente do FBI que costumava ir ao cinema com Dillinger e Hamilton e que poderia ir novamente. Purvis, então, reuniu uma equipe de agentes do FBI e alugou armas das forças policiais de outras regiões porque achava que a polícia de Chicago não era confiável. Foi então que em 22 de julho de 1934, Anna Sage contou a Purvis que ela e Dillinger estavam planejando sair novamente. Purvis montou a emboscada e, após cruzar com Dillinger na saída do cinema, anunciou sua prisão e o encurralou em um beco, onde o gângster foi alvejado por quatro balas. 

Dillinger foi levado ao hospital, mas já estava morto. Uma multidão seguiu o seu corpo até o necrotério e, no dia seguinte, estima-se que 15 mil pessoas haviam passado por lá. O corpo foi levado de volta para Mooresville, em Indiana e, identificado por sua irmã, Audrey, recebendo um funeral cristão em 25 de julho de 1934 e ficando no lote da família, no cemitério de Crown Hill, em Indianápolis.

 


Imagem: FBI/U.S. federal government [Domínio público], Wikimedia Commons

Saiba quais as piores prisões do mundo e por que

Como diria o renomado historiador e filósofo francês Michel Foucault, as prisões na nossa sociedade podem ser classificadas como “instituições de sequestro”. Tratam-se de locais em que indivíduos são retirados do seu espaço social e têm suas vidas delimitadas a uma determinada área física, submetidos a condutas disciplinares. No caso das prisões, ali estão pessoas que cometeram crimes e foram retiradas do convívio social. Contudo, como deve ser a vida de um detento? E quem é preso político ou fica encarcerado sem julgamento ou qualquer tipo de assistência? Confira abaixo prisões que desafiam algumas destas perguntas e podem ser consideradas entre as piores do mundo:

 

Penitenciária do Estado da Louisiana (EUA): 23 horas trancafiado por dia

Também conhecida como Angola, Alcatraz do Sul e A Fazenda, a penitenciária do Estado da Louisiana é a maior prisão de segurança máxima dos Estados Unidos. Abriga em torno de 6.300 detentos. Destes, 1,6% está no corredor da morte. Quem é condenado à morte, fica trancafiado durante 23 horas por dia.

Fora isso, 71% dos detentos cumprem prisão perpétua. Ali, os presos realizam duros trabalhos e também já houve denúncias de que alguns deles são “escravos sexuais”, submetidos a estupros. As únicas maneiras de sair dessa escravidão sexual são o suicídio, fuga ou assassinato do algoz.

Bang Kwang (Tailândia): correntes nas pernas 

Apelidado ironicamente de Bangkok Hilton, a Prisão Central Bang Kwang, na Tailândia, é uma das mais infames do mundo. Em geral, cada prisioneiro passa em média 25 anos encarcerado. Além da superlotação e da falta de infraestrutura para os internos, ali também ocorre um grande número de execuções - em torno de 10% dos internos estão no corredor da morte. Muitos dos que serão executados passam o tempo na cadeia com correntes.

Guantánamo (Cuba): presos sem direito à defesa

Definitivamente, a prisão de Guantánamo é uma das mais controversas do mundo. Localizada em Cuba, mas administrada por militares norte-americanos, ali são mantidos supostos terroristas e inimigos de guerra dos Estados Unidos. O local já foi alvo de acusações de violações dos direitos humanos, como torturas e prisão de suspeitos sem direito a um julgamento ou defesa.

Tadmor (Síria): no meio do deserto em meio a uma guerra civil

Imagine estar preso na Síria, um país instável politicamente e em meio a uma guerra civil. Localizada no meio do deserto, a prisão de Tadmor é conhecida por suas duras condições, violações graves dos direitos humanos, torturas e execuções sumárias. Ali estão tanto presos que cometeram crimes comuns, como outros detidos por razões políticas. A prisão foi fechada em 2001, mas reaberta em 2011. O pior incidente que se tem notícia no local aconteceu quando Rifaat al-Assad, tio do atual presidente da Síria Bashar al-Assad, enviou forças de seguranças à prisão culminando na morte de aproximadamente mil detentos.

Gitarama (Ruanda): amputações e doenças

A Prisão Geral de Gitarama, em Ruanda, na África, apresenta condições que estão muito longe de oferecer dignidade a um ser humano. É, provavelmente, a mais superlotada do mundo: abriga em torno de 6 mil prisioneiros, quando deveria, no máximo, receber 500 pessoas. Muitos morrem por conta da falta de higiene e doenças. O chão é úmido e cheio de fezes. Por conta disso, os pés são atacados por doenças e, geralmente, amputados. A maioria dos presos está ali por crime de genocídio, já que o país passou por uma grande guerra nos anos 90. Muitos detentos não passaram por julgamento.

Prisão da Ilha Petak (Rússia): isolados por 25 anos

A vida de quem vai parar na prisão da Ilha Petak, na Rússia, é um verdadeiro desafio à existência humana. Trata-se da prisão mais isolada do país, localizada no meio de um lago de uma remota região russa. Todos os presos que ali são de alta periculosidade e foram condenados a sentenças de, ao menos, 25 anos. Eles ficam 22 horas por dia trancafiados com seu companheiro. Encomendas e visitas ocorrem apenas duas vezes por ano nos primeiros 10 anos. Depois, isso pode aumentar um pouco, mas por conta do isolamento da cadeia, raramente algum detento segue recebendo visitas depois deste período.

Campo 22 (Coreia do Norte): fome e execuções

O Campo 22 fica na Coreia do Norte e pouco se sabe sobre a quantidade de presos e suas condições. Acredita-se que a maioria das prisões ocorre por fatores políticos em oposição ao regime fechado do país. Alguns relatos indicam que homens, mulheres e até crianças estão presos, sob condições que violam os direitos humanos, com presos mortos por fome, espancamentos e execuções.

Fontes:

The TelegraphAkorra

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