Todos os horários

A Bíblia deve ser lida ao pé da letra? Descoberta recente contesta essa ideia

Polêmica está em documento que ficou escondido por 1.500 anos. 

Vídeo relacionado:
Uma descoberta surpreendente pôs em dúvida a interpretação tradicional da Bíblia. De acordo com a abordagem cristã moderna, a Bíblia é, literalmente, a palavra de Deus e, por isso, não está aberta a interpretações. No entanto, a tradução mais antiga para o latim dos evangelhos, revelada recentemente, contradiz essa ideia.

Esse documento antiquíssimo ficou escondido por 1.500 anos dentro de um manuscrito anônimo na biblioteca da Catedral de Colônia. Porém, em 2012, a Universidade de Salzburgo digitalizou o manuscrito e um acadêmico austríaco percebeu a grandiosidade da descoberta ao traduzi-lo.  Trata-se da primeira interpretação em latim dos evangelhos, perdida no tempo.

O texto é anterior à Vulgata, a primeira tradução da Bíblia hebraica e grega para o latim, realizada por São Jerônimo, sob encomenda do Papa Dâmaso I. E após o trabalho de tradução para o inglês, o acadêmico Hugh Houghton concluiu que os primeiros estudiosos bíblicos não interpretavam os evangelhos como uma história, mas como uma série de mensagens codificadas que representavam elementos-chave do Cristianismo.

Essa teoria contradiz a visão atual do Cristianismo sobre a Bíblia e sua interpretação como palavra literal de Deus. A hipótese descarta ideias tão enraizadas no Cristianismo como a de que o mundo teria sido criado em seis dias e que a Terra não possuiria mais que seis mil anos. O texto revelador será publicado em breve junto com o documento original em latim.


Fonte: RT

Imagem: Shutterstock

Encontrada cidade bíblica onde nasceram três apóstolos de Cristo

Betsaida foi palco do milagre da multiplicação dos pães. 

Vídeo relacionado:
Uma equipe de arqueólogos da Kinneret College, em Israel, liderada pelo professor Mordejai Aviam, anunciou recentemente a descoberta da antiga cidade bíblica de Betsaida, lar dos apóstolos Pedro, André e Felipe, e cenário do famoso milagre da multiplicação dos pães, narrado na Bíblia.

Os pesquisadores trabalham no litoral noroeste do mar da Galileia há mais de dois anos e foi lá, debaixo de assentamentos que datam das últimas cruzadas, que eles encontraram os restos da cidade.

A possibilidade de encontrar a aldeia milenar era remota, mas a descoberta de uma vasilha de cerâmica, em 2014, deu indicações de que nessa região, soterrada por muitos metros de terra, poderia estar a cidade mencionada nas escrituras.

Próximo ao local, na cidade vizinha de Tiberíades, haviam sido encontradas evidências de outra cidade bíblica: Magdala, a aldeia onde nasceu e viveu Maria Madalena.

A região está despontando como um novo local de turismo religioso.


Fonte: Infobae

Imagem:  Chmee2 (CC BY 3.0 via Wikipedia Commons)

Encontrados descendentes de povo bíblico que acreditava-se estar extinto

Relato sagrado diz que os cananeus haviam sido completamente exterminados, mas exame de DNA prova o contrário. 

Vídeo relacionado:
Um estudo publicado recentemente pela revista American Journal of Human Genetics revela que os descendentes dos antigos cananeus não foram exterminados, conforme é relatado na Bíblia, mas que se estabeleceram no Líbano.

Os pesquisadores analisaram o DNA de cinco cananeus enterrados há 5.700 anos, na antiga cidade de Sídon, no Líbano, e compararam os resultados com aqueles obtidos com os genomas de 99 voluntários libaneses. A análise revelou que mais de 90% da descendência libanesa moderna provêm do antigo povo bíblico, cujo destino era uma incógnita até o momento.

O estudo genético revelou também que os cananeus descendem de diversas tribos neolíticas assentadas no Oriente Médio. Lá, elas teriam se misturado com imigrantes europeus que chegaram à região há milhares de anos.

Os responsáveis pelo estudo afirmaram que obter amostras de DNA de corpos tão antigos constituiu uma grande proeza técnica.


Fonte: RT

Imagem: Wikipedia Commons

Por que o dia virou noite durante a crucificação de Jesus?

Cientistas conseguem explicar - em parte - porque o Sol escureceu durante três horas no momento da crucificação. 

Vídeo relacionado:
O chamado Eclipse do Século acontece no próximo dia 21 de agosto. O fenômeno será visível dos EUA, onde o dia ficará completamente escuro. Em vista desse evento, muitas pessoas começaram a perguntar se o relato do Evangelho sobre a crucificação, que descreve um dia de Sol que ficou escuro, poderia ter a ver com um eclipse total do Sol, como o que se aproxima.

“Era por volta do meio-dia. O Sol se eclipsou e a escuridão cobriu toda a Terra até as três da tarde. O véu do Templo foi rasgado ao meio” (Lucas 23,44-45; A História do Povo de Deus). Embora as palavras pareçam claras, são muitos os estudiosos que afirmam que não se refere necessariamente a um eclipse solar. De fato, existem traduções que não mencionam um eclipse, mas, simplesmente, que o Sol escureceu.

Muitos teólogos afirmam que Jesus foi crucificado em 3 de abril do ano de 33. Segundo documentos históricos e cálculos baseados nas equações de Kepler, nesse dia ocorreu um eclipse lunar e não solar, que teria sido visível de Jerusalém. Uma recriação digital permite ver como a Lua começou a ficar vermelha precisamente às 3 da tarde, momento em que Jesus dava seu último suspiro.

Acontece que um eclipse lunar, supostamente ocorrido no dia que Jesus foi crucificado, não justifica as três horas de escuridão descritas pelo Evangelho durante o evento. De modo que o fenômeno capaz de gerar um eclipse desse tipo continua sendo um mistério para a ciência.


Fonte: Aleteia

 

A história real de Davi e Golias

Vídeo revela detalhes do duelo bíblico entre o gigante Golias e o jovem Davi.

Quatro provas científicas de que Deus existe

Superinteligência, ordem, mágica, equilibírio... cientistas tentam explicar a existência divina em diversas formas. 

Vídeo relacionado:

  • A ordem explicável: Richard Swinburne, professor emérito de Filosofia na Universidade de Oxford, afirma que “pesquisas científicas recentes sobre a estrutura fina do Universo (sua ordem surpreendente) demonstram que a matéria inicial e as leis da natureza tiveram que apresentar características realmente especiais para que a vida pudesse evoluir”. Desse modo, ele chegou à conclusão de que a única explicação possível para isso é a ação de uma força criadora.

  • Uma mente superior: Com relação à formação do Cosmos, Sir Alfred Hoyle, possivelmente o astrofísico de maior destaque na história, afirmou que “uma interpretação óbvia dos fatos sugere que uma superinteligência tem brincado com a física, a química e a biologia, e que, na natureza, não existem forças cegas dignas de menção. Os valores que calculamos a partir dos fatos me parecem tão esmagadores que deixam esse assunto quase para além de qualquer dúvida”.

  • Forças mágicas: Dentre as chamadas “coincidências impossíveis” que permitem a existência da matéria, são mencionadas quatro forças “mágicas”. Elas são a base da Física: a interação nuclear forte, a interação nuclear fraca, o eletromagnetismo e a gravidade. A proporção energética através da qual elas interagem é tão precisa que a variação mais ínfima anularia completamente qualquer possibilidade de existência da matéria e, portanto, do Cosmos.

  • O equilíbrio cósmico: Um dos maiores enigmas para a ciência está no equilíbrio possível entre a gravidade e o eletromagnetismo. A respeito disso, o famoso físico e matemático Freeman Dyson afirmou: “Quando estudamos o Universo e identificamos os muitos acidentes da física e da astronomia que aconteceram em nosso benefício, parece quase como se o Universo soubesse, de algum modo, que nós viríamos posteriormente”.

 


Fonte: Revista Año Cero

Imagem: Shutterstock

Esta pedra pode comprovar algumas histórias da Bíblia, se for verdadeira

A questão é que os cientistas não conseguem chegar a um consenso se a peça é falsificada ou não. 

Em 2001, foi revelado o que parecia ser a prova mais procurada sobre a existência do lugar que a Bíblia chama de “A casa do Senhor”, ou seja, o templo de Salomão, construído para guardar a Arca da Aliança (cofre sagrado que continha as tábuas dos Dez Mandamentos).

Trata-se de uma pedra negra, supostamente do ano 1000 a.C., que descreve consertos realizados pelo rei Joás no templo de Salomão. O serviço geológico de Israel analisou a tábua para verificar sua autenticidade e, em 2003, concluiu que o objeto era verdadeiro.

Mas quando o Museu de Israel quis fazer sua própria averiguação, tanto a pedra quanto o homem que a havia revelado desapareceram sem deixar rastros. Após uma busca intensiva, descobriu-se que o homem da tábua havia sido contratado pelo dono da maior coleção de antiguidades de Israel: Oded Golan.

Um comitê de linguistas e cientistas examinou minuciosamente a tábua e determinou que a mesma havia sido feita por uma equipe especializada de falsificadores. Golan foi denunciado por forjar antiguidades, e seu julgamento foi prolongado até 2012, quando ele foi absolvido de todas as acusações por falta de provas.

Mas a discussão sobre a veracidade da tábua ainda continua. Muitos especialistas a consideram absolutamente falsa, enquanto outros afirmam que é difícil acreditar que uma equipe de falsificadores possa conhecer com tanta certeza aspectos físicos, paleográficos, linguísticos e bíblicos, de modo a reproduzir tal objeto.


Fonte e imagem: BBC

As passagens mais estranhas da Bíblia

Livro milenar tem trechos sobre burros falantes, ursos assassinos e prepúcios, muitos prepúcios!

Vídeo relacionado:
Como qualquer livro milenar, a Bíblia está repleta de passagens que, se lidas hoje, podem parecer estranhas e até perturbadoras. Abaixo, segue uma seleção de alguns dos versos mais insólitos que podemos encontrar nela:

Êxodo 4:24-26: O Deus bíblico, furioso porque Moisés não havia circuncidado seu filho, ameaça matá-lo. A esposa do homem, para salvar sua vida, pega uma pedra afiada e corta o prepúcio da criança, jogando-o aos pés de seu pai atônito.

Juízes 19:22-30: Um homem e sua concubina decidem passar a noite em uma aldeia. Durante a madrugada, um grupo de forasteiros tenta estuprá-los e matar o dono da casa. O homem, para apaziguar a fúria dos meliantes, entrega sua concubina. A mulher morre em decorrência da brutalidade do ataque.

2º Livro dos Reis 2:23-24: Um grupo de crianças zomba de Eliseu por sua calvície. O homem, um velho sábio, amaldiçoa-os. Imediatamente, dois ursos selvagens aparecem no local e matam as 42 crianças que tinham se atrevido a fazer chacota dele.

Samuel 18:25-27: Para conseguir a mão de sua bela namorada, Davi decide atender ao estranho pedido do pai dela. Durante uma noite, corta os prepúcios de 200 homens e lhe entrega, de modo a provar o amor que professa por sua filha.

Números 22:28-30: Quando Balaão empurra  seu burro violentamente para que se apresse, o animal começa a falar com ele. O burro faz um discurso filosófico sobre a relação com os humanos antes de se virar e voltar ao trabalho como se nada de estranho tivesse acontecido.


Fonte: Marcianos
Imagem: Shutterstock

5 mitos sobre o Cristianismo revelados

Grande parte da história dos primeiros cristãos, que chega até os nossos dias, surgiu em períodos muito posteriores aos de seu suposto acontecimento.

E, segundo a escritora e teóloga Candida Moss, muitos dos fatos relatados não correspondem totalmente à realidade. Estes são alguns dos mitos revelados por Moss:

Não eram cristãos: Embora seja uma alcunha dada a eles, Jesus e seus discípulos eram judeus. Eles cumpriam com os rituais religiosos do Judaísmo e eram adeptos da escritura hebraica. Nenhum dos discípulos, nem os evangelhos ou as epístolas na segunda metade do século I usam a palavra “cristão”.

Não concordavam entre si: Por mais unidos que fossem, houve várias divergências e confrontos entre os discípulos de Jesus. Paulo chegou a se referir a Pedro como um hipócrita em sua Epístola aos Gálatas, entre vários outros conflitos com diversos apóstolos sobre os requisitos religiosos para gentios e judeus. Isso não acontecia somente entre os apóstolos, mas havia vários debates sobre questões importantes para a religião católica, como alguns sacramentos, o papel da mulher, a data da Páscoa, etc.

Eles não possuíam Bíblias cristãs: Levou quase um século, após a morte de Jesus, para que fossem escritos os livros do Novo Testamento. Somente no ano de 367 d.C. que foi organizada a lista definitiva dos livros que constituem as escrituras atuais.

Nunca se esconderam em catacumbas: Segundo Moss, ao contrário da crença popular, os cristãos nunca se esconderam em catacumbas. Eles reverenciavam os mortos com comidas especiais, adaptando rituais pagãos romanos, ou celebravam a Eucaristia, mas não utilizavam as catacumbas como esconderijo, uma vez que teriam sido descobertos rapidamente. De acordo com a autora, esse mito surgiu como uma atração turística e se mostrou bastante bem-sucedido.

Pedro não foi crucificado de cabeça para baixo por causa de sua humildade: A versão mais popular do martírio de Pedro diz que ele pediu que fosse crucificado de cabeça para baixo porque sua modéstia impedia que o crucificassem da mesma forma que Jesus. No entanto, de acordo com os Atos de Pedro (um dos primeiros livros apócrifos), o apóstolo de Cristo insistiu em ser crucificado desse modo por causa do pecado de Adão e Eva, que, segundo ele, havia colocado o bem e o mal ao contrário, manifestando, assim, seu ódio.

 


Fonte: The Daily Beast
Imagem: Liljam/Shutterstock

As descobertas arqueológicas que dão suporte à Bíblia

Descobertas arqueológicas recentes na Terra Santa confirmariam algumas passagens das Sagradas Escrituras.

Apesar de ciência e religião percorrerem caminhos distintos, certos achados confirmam passagens descritas nas páginas da Bíblia. Veja abaixo.

O Dilúvio Universal

O arqueólogo britânico Leonard Woolley descobriu, durante uma escavação na antiga cidade de Ur – atual Iraque – sedimentos que indicam uma inundação devastadora ocorrida entre 4.000 a.C. e 3.500 a.C., período que coincide com o Dilúvio Universal relatado pelo Antigo Testamento. Embora não esteja comprovado que tenha sido de fato universal, sabe-se que ele se deu na região referida na passagem bíblica.

A Genealogia de Abraão
Na cidade de Mari, na Síria, foram descobertos os restos arqueológicos de um palácio que guardava um arquivo autêntico em forma de pequenas tábuas. Nele, foram encontrados os nomes do profeta Abraão, chefe de sua tribo, e de seus descendentes. Embora o achado não prove a existência da árvore genealógica narrada pela Bíblia, serve para mostrar que os nomes da passagem correspondem aos utilizados naquela época e região.

Abraão se apossa de uma serva de Sara
Uma escavação moderna no Iraque, realizada em 1920, encontrou as tabuinhas de Nuzi. Esses escritos cuneiformes revelam algumas histórias de personagens bíblicos, como Labão e Jacó. Elas também contêm informações sobre os costumes da época, como o de que uma mulher estéril permitia a seu marido se apossar de uma serva para conceber um filho, o qual ela adotava logo em seguida. Isso demonstra que o relato bíblico de Abraão e sua mulher Sara tem coerência com os comportamentos da época.


Fonte: SuperCurioso

Imagem: PHOTOCREO Michal Bednarek/Shutterstock.com