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O dia em que John Lennon avistou um óvni em Nova York

Integrante dos Beatles viu um objeto circular e brilhante que vinha em direção a ele. 

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John Lennon é, sem dúvida, um dos músicos mais brilhantes da história. Cantor, compositor e guitarrista, sua passagem pelos Beatles mudou o curso da história musical do século XX. Mas não foram somente seus dotes artísticos que o levaram à fama. Dono de uma personalidade extravagante e eclética, Lennon conseguiu cativar o público com seu modo peculiar de viver e ver a vida.

Durante uma noite quente de 1974, o cantor, que, na época, dividia apartamento na cidade de Nova York com sua amante May Pang, saiu nu à sua varanda à procura de um pouco de ar fresco. Foi então que ele viu, segundo seu próprio relato, um óvni sobrevoando o céu. May, que também foi testemunha do fato, descreveu a nave como um “grande objeto circular que se dirigia lentamente em direção a eles”.

Lennon, que também trabalhava com artes plásticas, desenhou o disco voador e incluiu a obra em seu álbum “Walls and Bridges”, onde também canta os versos: “Há óvnis sobre Nova York e eu não estou muito surpreso. Ninguém me disse que haveria dias como esses. De fato, dias estranhos”.


Fonte: Crónica

Imagem: Shutterstock

08.Mar.2016

Morre "o quinto Beatle", o produtor George Martin

Considerado o quinto Beatle, o produtor musical George Martin morreu aos 90 anos, de acordo com um anúncio feito pelo ex-beatle Ringo Starr em seu Twitter. As causas de sua morte na terça, dia 8 de março, não foram divulgadas.

Nascido em Londres, em 3 de janeiro de 1926, Martin produziu mais de 700 álbuns ao longo de mais de 50 anos de carreira. Além dos Beatles, também trabahou com artistas como Jeff Back, Dire Straits, Celine Dion, Sting, Rolling Stones, Linkin Park, Ringo Star e Paul McCartney. Em reconhecimento por suas contribuições para a música e cultura popular, ele recebeu um Knight Bachelor em 1996.

Produziu com o Beatles, em 1967, o inovador álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, que lhe trouxe reconhecimento, fama e consagração definitiva na história da música pop. Martin siempre defendeu que o pop e o rock poderiam ter tanto valor como a música clássica.

Na época em que foi apresentado aos Beatles, Martin disse que os garotos não "eram muito bons", mas mesmo assim assinou contrato. Love Me Do se tornou o primeiro sucesso deles, em 1962. Pelos oito anos seguintes, Martin conduziu o quarteto que abalou a música e gravou o seu nome da história.

Imagem: Adamsharp [CC BY-SA 3.0], via Wikimedia Commons

Morre "o quinto Beatle", o produtor George Martin

O produtor musical dos Beatles, George Martin, morreu aos 90 anos, segundo anunciou o ex-beatle Ringo Starr em seu Twitter.

As causas de sua morte nesta terça, dia 8, ainda não foram divulgadas. Conhecido como o quinto Beatle, Martin não apenas descobriu o quarteto de Liverpool, como também teve papel fundamental no acabamento das músicas do grupo

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O baterista dos Beatles disse "George fará falta". "Obrigado por todo seu amor e gentileza, George. Paz e amor", escreveu Ringo.

Nascido em Londres, em 3 de janeiro de 1926, Martin produziu mais de 700 álbuns ao longo de mais de 50 anos de carreira. Além dos Beatles, também trabahou com artistas como Jeff Back, Dire Straits, Celine Dion, Sting, Rolling Stones, Linkin Park, Ringo Star e Paul McCartney. Em reconhecimento por suas contribuições para a música e cultura popular, ele recebeu um Knight Bachelor em 1996.

Produziu com o Beatles, em 1967, o inovador álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, que lhe trouxe reconhecimento, fama e consagração definitiva na história da música pop. Martin siempre defendeu que o pop e o rock poderiam ter tanto valor como a música clássica.

Na época em que foi apresentado aos Beatles, Martin falou:

"Eles eram estridentes", disse depois. "Não muito afinados. Eles não eram muito bons", contou.

Mesmo assim, ele assinou com os quatro, e Love Me Do se tornou o primeiro sucesso deles, em 1962. Pelos oito anos seguintes, Martin conduziu o quarteto que abalou a música e gravou o seu nome da história.

Fonte: BBC

Imagem: Adamsharp [CC BY-SA 3.0], via Wikimedia Commons

01.Mar.1967

Beatles iniciam a gravação de "Lucy In The Sky with Diamonds"

Trabalhando no Abbey Road studius, em Londres, os Beatles começaram a gravar uma nova canção de John Lennon "Lucy In The Sky with Diamonds". A canção foi inspirada por um desenho feito na escola por seu filho de 3 anos de idade, Julian. A imagem era de sua colega de classe, Lucy O'Donnell, com um monte de estrelas.

11.Feb.1963

Beatles lançam o primeiro álbum Please Please Me

No dia 11 de fevereiro de 1963, os Beatles começaram os trabalhos no estúdio Abbey Road para gravar o primeiro álbum Please Please Me.  O disco foi lançado pouco mais de um mês depois, em 22 de março. 

O álbum é composto por 14 canções (oito delas de Lennon/McCartney) e foi gravado todo no mesmo dia, quase como um trabalho ao vivo, ao custo de 400 libras esterlinas pelos custos do estúdio. A gravação terminou com o cover de Twist and Shout.

A música-título do disco chegou ao primeiro lugar das paradas de sucesso da Inglaterra. Nos Estados Unidos, a Vee-Jay records lançou versão do álbum com o nome de Introducing the Beatles, no dia 22 de julho de 1963. 


Imagem: 360b/Shutterstock.com

Preparado para o show? Milionário grego quer trazer Beatles "de volta à vida"

Será que as novas tecnologias poderão trazer de volta grandes bandas e músicos que já não estão entre nós? Será que poderão lotar estádios com shows ao vivo de artistas já falecidos? Ao que tudo indica, sim. Pelo menos é isso que o milionário grego Alkiviades David tem em mente, e ele não parece disposto a parar antes de ter atingido seu objetivo. O magnata afirmou em uma entrevista à revista Vulture que “felizmente, o mercado dos hologramas é maior que o pornô. E não haverá impedimento nenhum para que seja maior que a indústria cinematográfica”.

David começou a investir dezenas de milhões de dólares no crescimento dessa indústria, a qual, recentemente, está dando seus primeiros passos e cuja patente ele registrou em 2012, depois de levar Tupac Shakur ao festival Coachella daquele mesmo ano. Em seguida, ele surpreendeu o mundo ao “ressuscitar” Michael Jackson para a cerimônia de entrega dos prêmios Billboard do ano passado.

Agora o grego tem um leque de reproduções holográficas extremamente ambiciosas e poderá revolucionar a indústria do entretenimento: Ray Charles, Richard Pryor, Jim Morrison, Liberace, Mariah Carey e, os mais esperados, Beatles. Aparentemente, seu negócio não vai terminar com a realização de grandes eventos, mas poderá se expandir com um “serviço em domicílio”, no qual as estrelas do entretenimento de todos os tempos poderão se apresentar na casa de seus fãs – como hologramas, claro.


Fonte: Pijama Surf

Imagem: 360b/Shutterstock.com

 

 

06.Jul.1957

John Lennon conhece Paul McCartney

Na manchete de primeira página do Liverpool Evening Express, em 6 de julho de 1957, lia-se “MESEYSIDE SIZZLES” (algo próximo a Merseyside está ardendo), em referência à onda de calor que atingia não só o norte da Inglaterra, mas toda a Europa. A mesma manchete poderia muito bem ter sido usada para falar de uma história que não recebeu nenhuma cobertura naquele dia – a história do primeiro encontro entre dois adolescentes chamados John Lennon e Paul McCartney. Assim como a relação pessoal e profissional à qual levaria, o primeiro e histórico encontro dos dois foi repleto de excitação, rivalidade e respeito mútuo.

É fácil imaginar que John e Paul teriam se conhecido em outro dia se um amigo em comum não tivesse escolhido aquele sábado quente e úmido para apresentá-los. Mas, mesmo com muitas coisas em comum, os dois rapazes viviam em bairros diferentes, não frequentavam a mesma escola e tinham quase dois anos de diferença.

Somente John iria se apresentar ao vivo em 6 de julho de 1957. A ocasião foi o anual Woolton Parish Church Garden Fete, um desfile e uma feira ao ar livre na qual John e seu grupo Quarry Men Skiffle tinham sido convidados a tocar. As atrações principais eram uma exposição de cachorros e uma banda de metais, mas um contato familiar havia ajudado o Quarry Men a entrar para o programa, para agradar as centenas de adolescentes que estariam presentes. No meio do primeiro set, o jovem Paul McCartney, de 15 anos, apareceu e assistiu ao show, hipnotizado, enquanto John, apesar de suas habilidades precárias com a guitarra e sua tendência a improvisar no lugar das letras esquecidas, cativava o público com charme e vaidade. Depois do show, foi a vez de Paul impressionar John.

Um amigo em comum os introduziu no auditório de uma igreja próxima, onde John e seus colegas de banda estavam largados em cadeiras dobráveis e mal notaram a presença de Paul. Foi então que ele sacou seu violão, que carregava nas costas, e começou a tocar “Twenty Flight Rock”, de Eddie Cochran, e depois “Be-Bop-A-Lula” de Gene Vincent e, então, um medley com músicas de Little Richard. Conforme escreve Jim O’Donnell em “The Day John Met Paul” (O Dia em que John Conheceu Paul), seu livro que relata esse momento histórico na música, “Um jovem que não fica facilmente surpreendido, John fica surpreendido nesse momento”. A musicalidade de Paul ultrapassou a do mais velho John, porém, mais que isso, John identificou em Paul a mesma paixão que este havia detectado em John durante sua performance no palco. Logo, Paul estava ensinando a um John extasiado como afinar sua guitarra e escrever os acordes e letras para algumas das músicas que ele tinha tocado.

Naquela mesma noite, andando para casa com um de seus colegas de banda, John lhe comunicou suas intenções em relação àquele novo conhecido. Duas semanas depois, John convidou Paul para entrar para o The Quarry Men.

 


Imagem: United Press International [Domínio público], via Wikimedia Commons

 

 

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10.Abr.1970

O sonho acabou: Paul McCartney anuncia o fim dos Beatles

Milhões de fãs pelo mundo receberam uma triste notícia no dia 10 de abril de 1970: os Beatles, uma das maiores bandas de todos os tempos, anunciava o seu fim. O término foi anunciado por Paul McCartney, que concedia uma entrevista para divulgar o seu primeiro trabalho solo, McCartney (1970). O anúncio não foi feito de maneira direta e tampouco contou com a presença de outros membros do grupo, que ficaram bastante descontentes com a atitude de Paul.

Em palavras ambíguas e sem falar diretamente que a banda havia acabado, Paul disse que não tinha planos de lançar outro disco com os Beatles ou escrever músicas com John Lennon novamente. Os boatos sobre o fim da banda já circulavam desde o pré-lançamento do disco Abbey Road, no ano anterior. Já no final dos anos 60, os membros do grupo conduziam os seus projetos paralelos e mantinham relações apenas comerciais.

Em sua defesa, Paul disse que havia se reunido com os outros membros dos Beatles um mês antes do “anúncio”. Segundo ele, Jonh havia dito que estava deixando a banda. No final daquele ano, Paul iria abrir um processo para dissolver a parceria de negócios dos Beatles, um processo formal que acabaria por tornar oficial o rompimento “não oficial”, anunciado neste dia, em 1970.

 

Imagem: Algemeen Nederlands Fotopersbureau (ANEFO), 1945-1989 [CC BY-SA 3.0], via Wikimedia Commons

Conheça as teorias conspiratórias em torno da morte (e vida) das lendas do rock

As estrelas do rock têm uma vida intensa e extrema, de modo que a maioria dos mortais precisaria viver uma dezena de vezes para ter uma experiência parecida. E mesmo quando a morte bate à porta desses artistas, sua lenda continua, se estendendo em suas obras e no coração de seus fãs, os quais, muitas vezes, se agarram às hipóteses mais insólitas para não acreditarem que seus ídolos também morrem.

Kurt Cobain – Morreu em 5 de abril de 1994, quando atirou em sua cabeça com uma escopeta. Mesmo assim, várias pessoas disseram tê-lo visto com vida em sua cidade natal, Seattle, em Porto Rico e também na Irlanda. Inúmeras teorias conspiratórias, muitas inventadas pelos fãs, afirmam que o astro do rock forjou sua própria morte, com a cumplicidade de sua esposa, Courtney Love, para poder fugir da pressão da indústria musical.

Jimi Hendrix – Morreu em 18 de setembro de 1970, quando se afogou em seu próprio vômito em consequência de uma intoxicação com barbitúricos. Muitos fãs afirmam que a lenda da guitarra planejou sua morte, mas não faleceu. Assim como Cobain, ele criou uma farsa para poder fugir do holofote da fama e dos contratos com as gravadoras. Algumas pessoas dizem tê-lo visto, após sua morte, perambulando por Seattle, sua cidade natal.

Paul McCartney – Uma teoria macabra afirma que o beatle morreu em 9 de novembro de 1966, quando foi vítima de um acidente automobilístico. É claro que faltaria explicar como ele lançou mais de 20 discos póstumos e continua excursionando pelo mundo com sua música. A conspiração diz que Paul morreu prematuramente durante a gravação do emblemático Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band. Os Beatles, com medo do impacto da notícia sobre o futuro da banda, decidiram substituí-lo por um sósia, William Shears Campbell. Sobre isso, o próprio Paul McCartney brincou: “se eu estivesse morto, certamente seria o último a me enterrar”.

Elvis Presley – Morreu em 16 de agosto de 1977, em decorrência de um ataque cardíaco. Os avistamentos póstumos são muitos para se enumerar, mas tem destaque o que aconteceu no aeroporto de Memphis, apenas um dia depois de sua morte. Lá, o astro do rock teria sido visto comprando um bilhete de ida a Buenos Aires, sob o pseudônimo de John Burrows, que utilizou para reservar quartos de hotel. A teoria conspiratória indica que Elvis desejava uma vida de paz, longe do centro dos holofotes, tendo inclusive manifestado a seu representante, em diversas ocasiões, “estou cansado de ser Elvis Presley”. Para seu funeral, um boneco de cera teria sido colocado no caixão de alto custo, equipado com ar condicionado, para evitar que derretesse.

Fonte: VH1 

 

Imagem: A. Vente (Beeld en Geluidwiki - Gallery: Hoepla) [CC BY-SA 3.0 nl], via Wikimedia Commons
26.Jun.1964

Lançado álbum "A Hard Day s Night" nos EUA

Em um dia como este, no ano de 1964, era lançando nos Estados Unidos o terceiro disco dos Beatles, "A Hard Day´s Night". Diferentemente da versão britânia, a versão norte-americana contém também músicas instrumentais do filme homônimo. A versão dos EUA, no entanto, não contém todas as canções da versão britânica. A versão no Reino Unido foi lançada com a capa mostrando o nome da banda e do álbum, enquanto a capa da versão norte-americana realça a ligação com o filme, com os dizeres: "trilha sonora original do filme". O álbum foi o primeiro a trazer só composições de Lennon/McCartney. Entre os grandes sucessos deste disco estão "A Hard Day s Night", "I Should Have Known Better", "If I Fell", "Can t Buy Me Love" e a balada romântica "And I Love Her".

 


Imagem: Roger [CC BY 2.0], via Flickr