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ASTEROIDES

Estas rochas gigantescas, do tamanho de montanhas, provenientes do espaço trouxeram morte e destruição durante milênios, mas também nos deixaram grandes riquezas e talvez o próprio presente da vida!

Estas rochas gigantescas, do tamanho de montanhas, provenientes do espaço trouxeram morte e destruição durante milênios, mas também nos deixaram grandes riquezas e talvez o próprio presente da vida!

Outro asteroide passa raspando pela Terra sem ser detectado

Escapamos novamente: objeto do tamanho de um avião só foi detectado três dias depois! 

Vídeo relacionado:
No mês passado, um asteroide do tamanho de um Boeing 737 sobrevoou a Terra a apenas um terço da distância que separa o planeta da Lua. Para alarme da comunidade astronômica, o meteoro gigante não foi detectado por nenhum radar terrestre até três dias após sua passagem.

Os cientistas calculam que o asteroide, que foi chamado de 2017 001, passou a uma distância de 123 mil quilômetros da Terra e a uma velocidade de 37.300 km/h. O enorme corpo rochoso tem três vezes o tamanho do meteoro de Cheliabinsk, que, ao impactar contra o território russo em 2013, deixou um saldo de mais de mil feridos e vários estragos materiais.

Os especialistas acreditam que o meteoro não foi detectado porque, embora tenha se aproximado da atmosfera terrestre, sua superfície era muito escura ou não refletia a luz. Se o asteroide tivesse impactado contra uma zona habitada do planeta, as mortes e os prejuízos econômicos poderiam ter sido de proporções incalculáveis.


Fonte: RT

Imagem: Shutterstock

27.May.2016

Cometa explorado pela sonda Rosetta contém ingredientes da vida

No dia 27 de maio foi confirmado pelo espectômetro de massa da sonda Rosetta, a presença de substâncias relacionadas à origem da vida na cauda do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko: o aminoácido glicina, o elemento fósforo, além de metilamina, etilamina, sulfeto de hidrogênio e cianeto de hidrogênio.

 

Tratam-se de ingredientes considerados cruciais para a origem da vida na Terra que foram encontrados pela espaçonave da Agência Espacial Europeia que tem explorado o cometa por quase dois anos - entre 2014 e 2015, por meio de módulo Philae, dotado de instrumentos científicos.  

 

Eles incluem o aminoácido glicina, que é comumente encontrado em proteínas, e fósforo, um componente-chave do DNA e membranas celulares.

 

Os cientistas há muito debatem a possibilidade de que a água e as moléculas orgânicas foram trazidas pelos asteróides e cometas quando a Terra era jovem e depois esfriou após sua formação, fornecendo alguns dos principais blocos de construção para o surgimento da vida.

 

Enquanto alguns cometas e asteroides já são conhecidos por ter água em sua composição, assim como os oceanos da Terra, a sonda Rosetta encontrou uma diferença significativa no seu cometa - alimentando o debate sobre seu papel na origem da água da Terra.

 

Contudo, os novos resultados revelam que os cometas têm o potencial de ingredientes importantes para o surgimento da vida como a conhecemos.

 

 


Fonte: ESA

Imagem: ESA/Rosetta/NavCam – CC BY-SA IGO 3.0 

Stephen Hawking afirma: apocalipse provocado por asteroides é iminente

O famoso astrofísico lançou alerta sobre o perigo que diversos asteroides – alguns com mais de 1 km de diâmetro – representam ao nosso planeta.

Em um vídeo produzido pelo movimento global “Asteroid Day”, Stephen Hawking afirma que há uma grande probabilidade de que um asteroide colida com planetas habitados por vida inteligente. Por isso, ele afirma que é necessário que políticos, cientistas e o público em geral encarem essa situação muito seriamente.

Enquanto isso, o astrônomo Patrick Michel diz que, se um desses corpos impactarem contra a Terra, poderá provocar danos muito sérios a todo um país ou, até mesmo, um continente. A grande maioria dos asteroides conhecidos, no entanto, são pequenos e não representam perigo para o planeta.

Atualmente, não há nenhuma maneira eficaz de lidar com um asteroide em rota de colisão com nosso planeta. Algumas ideias de impedir um impacto incluem o envio de uma nave espacial para usar a própria gravidade da pedra espacial para mudar o seu curso. A ideia de neutralizá-lo no espaço já foi descartada, pois isso enviava milhares de fragmentos menores e atingiria a Terra de forma ainda mais perigosa.

A astrônoma Carolyn Shoemaker disse: "Quanto mais aprendemos sobre todos esses objetos, mais podemos estar preparados para prevenir um impacto perigoso contra nós".


A NASA afirma estar atenta aos asteroides e diz que não há nenhum perigo rondando a Terra pelos próximos 100 anos - pelo menos.


Fonte: Express 

Imagem: Koca Vehbi / Shutterstock.com

Sinal verde para AIDA: a missão espacial que desviará asteroides perigosos

A NASA e a Agência Espacial Europeia uniram forças em uma missão de grande importância para a história espacial: desviar asteroides que ameaçam a Terra.

O projeto, chamado AIDA (Avaliação de Impacto e Desvio de Asteroide), tem como objetivo medir os efeitos do impacto de um asteroide, de modo a avaliar a capacidade de desvio de sua trajetória, evitando uma possível e perigosa colisão com o o nosso planeta.

O alvo-teste escolhido para a primeira missão será um par de asteroides chamado Didymos, composto por uma rocha principal de 800 metros de diâmetro e outra de 150 metros, que orbita ao seu redor. Eles se dirigem às proximidades da Terra a toda velocidade, e a expectativa é que, em 2022, estejam a apenas 11 milhões de quilômetros do nosso planeta.

A estratégia da AIDA prevê o lançamento da sonda AIM (sigla para Missão de Impacto de Asteroide) em outubro de 2020 pela ESA. Ela chegará aos Didymos em maio de 2022. Enquanto isso, em dezembro de 2020, a NASA lançará a sonda DART (sigla para Teste de Redirecionamento de Asteroide Duplo), que alcançará os Didymos em outubro de 2022. A missão será a primeira demonstração real da técnica do impacto cinético para mudar a trajetória de um asteróide no espaço.

Desde 2011, as duas agências têm alinhado todos os detalhes, já que os Didymos se aproximam e não há tempo a perder.


Fontes: NASAMontevideo Portal

Imagem: blackdogvfx/Shutterstock.com

Medellín agora também é um planeta

Este é o nome do terceiro planeta menor já descoberto por cientistas colombianos e o segundo achado pela Universidade de Antioquia.

Em 2 de novembro de 2016, o planeta menor, inicialmente conhecido por 366.272, foi batizado em uma cerimônia na Universidade de Antioquia,  na Colômbia, com o nome de 366.272 Medellín.

Uma das regras da União Astronômica Internacional (IAU, da sigla em inglês) é que quem descobre um corpo celeste tem o direito de escolher seu nome. E, no caso, esse direito ficou com o professor da Universidade de Antioquia Ignacio Ferrín que, ao lado de seu aluno Carlos Leal, achou o asteroide, localizado entre Marte e Júpiter, em 30 de março de 2003.

O nome é uma homenagem à cidade e é uma honra para os cientistas, que pertencem à cultura colombiana. Além disso, de acordo com Ferrin, já existe um objeto espacial que leva o nome da cidade de Bogotá.

O asteroide de 250 metros de diâmetro só foi batizado 13 anos depois de sua descoberta pois a IAU exige que a pedra espacial dê duas voltas ao redor do Sistema Solar, de modo que sua órbita possa ser determinada com precisão. Cada volta, levou seis anos, de acordo com Ignacio Ferrin, que é professor do Instituto de Física da Faculdade de Ciências e Ciências Naturais da Universidade de Antioquia.

E o processo de encontrar este novo planeta menor não foi fácil. Durante seis meses, de março a setembro de 2003, Ferrin, Leal e outros pesquisadores aplicaram procedimentos matemáticos e também capturaram 9 mil imagens com telescópio, para identificar somente nove fotos com informações significativas do asteroide. 

As demais imagens eram falhas, ou estrelas verdadeiras sem movimento ou de objetos já conhecidos. Encontrar um planeta menor diferente realmente dá trabalho.




Fonte: El Tiempo

Imagem: Shutterstock.com

Imagem do corpo do texto: Arquivo Particular via El Tiempo

Essas são as últimas fotos da sonda Rosetta antes de ser desativada

A sonda especial Rosetta foi lançada ao espaço em março de 2004 pela Agência Espacial Europeia com o objetivo de acompanhar e estudar o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko.

Após dez anos de viagem, em 2014 ela entrou na órbita do cometa, e o módulo Philae se desprendeu da sonda Rosetta para aterrissar com sucesso na superfície da rocha espacial para analisar a composição mineral do corpo celeste.

Durante sua viagem, Rosetta enviou à Terra mais de 100 mil imagens do cometa. E graças aos dados coletados, os cientistas possuem agora informações valiosíssimas sobre as origens do Sistema Solar.

Depois de quase 12 anos de uma campanha bem-sucedida, os pesquisadores decidiram desviar a trajetória da sonda, fazê-la aterrissar no 67P e desligar seus sistemas. Um dos responsáveis pela missão, Matt Tyler, explicou em uma entrevista concedida à BBC a decisão de desativar Rosetta: “É como essas bandas de rock dos anos 60. Não queremos fazer uma turnê de retorno. Queremos, em vez disso, nos aposentar agora com verdadeiro estilo roqueiro”.

As últimas fotos enviadas pela sonda antes de se chocar contra a superfície do cometa mostram imagens detalhadas do relevo acidentado do 67P. O coordenador da missão, Patrick Martin, declarou, após a publicação das fotos finais: “Adeus, Rosetta, você fez seu trabalho. Isso foi a ciência espacial dando o seu melhor”.



Fonte: BBC

Imagem destaque: Elenarts/Shutterstock.com

Imagens do corpo do texto: Agência Espacial Europeia

Alinhamento bíblico entre previsão da NASA e o Apocalipse?

Estudiosos da Bíblia concordam que as previsões da agência espacial americana se alinham com as profecias descritas no livro do Apocalipse.

Todos os dias, as imediações da Terra são atravessadas por centenas de asteroides. Esperar que algum deles acerte nosso planeta é, na verdade, uma questão estatística de tempo, segundo relatórios da NASA.

Em 1999, foi descoberto um asteroide chamado Bennu. Seus 500 metros de diâmetro orbitam ao redor do Sol a 100 mil km/h. Os cálculos astronômicos indicam possibilidades de impacto com a Terra por volta de 2135.

De acordo com estudiosos da Bíblia, essa previsão astronômica coincide com a profecia descrita no livro do Apocalipse: “O segundo anjo tocou a trombeta, e como uma grande montanha ardendo em chamas foi atirada ao mar, e a terceira parte do mar se transformou em sangue. E morreu a terceira parte dos seres vivos que estavam no mar, e a terceira parte dos navios foi destruída”, Apocalipse 8: 8-9.

Sonda Osiris-Rex

No mês de setmbro, a NASA lançou uma missão rumo ao asteroide Bennu. De acordo com especialistas da agência espacial norte-americana, a sonda Osiris-Rex fará pesquisas e várias "coisas interessantes", porém, definitivamente, ela não estará equipada para evitar a destruição da Terra ou desviar a rota da rocha espacial já que o risco de colisão é considerado pequeno: 1 para 2.500. Cientistas também são enfáticos ao afirmar que a rocha espacial não é grande o suficiente para representar uma ameaça existencial ao planeta.

A sonda deve coletar e analisar a poeira do asteroide, que já se sabe é rica em carbono. A NASA deverá estudar mais sobre a distribuição de seus minerais e se há matéria orgânica em Bennu.

Veja mais sobre a missão da NASA e o asteroide Bennu no vídeo abaixo (áudio e legendas em inglês).


Fontes: Christian PostG1

Imagem: sdecoret/Shutterstock.com

NASA tentará destruir asteroide que poderá acabar com a Terra

No dia 8 deste mês, a NASA lançará a missão OSIRIS-REx, com o objetivo de investigar o asteroide Bennu, que poderá colidir e destruir a Terra em 120 anos.

“É o começo de uma viagem de sete anos para trazer amostras cristalinas do asteroide Bennu. A equipe construiu uma nave espacial incrível e estamos bem munidos para investigar Bennu e voltar com nosso tesouro científico”, afirmou o pesquisador principal da missão, Dante Lauretta.

De acordo com pesquisas anteriores, Bennu poderá apresentar precursores moleculares para originar vida. Além disso, o conhecimento sobre sua estrutura e propriedades físicas e químicas permitirá aos especialistas ajudar a diminuir o impacto do asteroide.

Acredita-se que a nave alcançará Bennu em agosto de 2018 para reunir material de sua superfície e regressará em setembro de 2023. Durante a viagem, OSIRIS-REx orbitará por um ano ao redor do Sol e utilizará o campo gravitacional do planeta para se impulsionar até o asteroide.

 



Fonte: bolsamania.com

Imagem: Elzloy/Shutterstock.com

 

Cientistas conseguem filmar a colisão impactante de um cometa contra o Sol

Vídeo mostra momento em que os astros se chocam e o cometa é vaporizado pelas forças intensas próximas ao Sol.

A sonda solar Heliospheric Observatory (SOHO), operada pela Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), conseguiu registrar pela primeira vez na história o momento em que um cometa se choca contra o Sol. A informação foi divulgada pela NASA.

O asteroide em questão havia sido descoberto no último 1º de agosto e pertence à família dos cometas rasantes Kreutz, fragmentos de um grande cometa que se desintegrou há vários séculos, que circundam o Sol em órbitas elípticas a velocidades de até 2 milhões de quilômetros por hora.

O cometa não sobreviveu ao impacto, sendo vaporizado pelas forças intensas próximas ao Sol. As imagens, no entanto, trazem uma nova perspectiva na análise da interação entre a estrela rainha de nosso sistema solar e os corpos celestes que a rodeiam. Nelas, é possível observar o poderoso halo luminoso emitido após a colisão.

Veja nas imagens divulgadas:


Fonte: RT
Imagem: Reprodução