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Rússia cria um Terminator capaz de disparar com precisão milimétrica

Androide à la "Exterminador do Futuro"  já tem uma primeira missão pela frente: fazer uma viagem ao espaço! 

Depois que Moscou anunciou ter o “pai de todas as bombas”, Vladimir Putin subiu a aposta com sua nova obra de tecnologia militar: um androide conhecido como FEDOR (Final Experimental Demonstration Object Research), treinado para o uso de armas de fogo.

FEDOR é capaz de disparar duas armas simultaneamente, com as duas mãos, com o objetivo de melhorar sua capacidade motora e de tomar decisões, segundo seus criadores. Além disso, o androide possui uma precisão excepcional e milimétrica.

FEDOR não só é habilidoso com as armas como também foi programado para executar todo o tipo de função. A primeira missão do androide será realizada em 2021, quando ele fará parte de uma expedição ao espaço.


Fonte: Infobae

Imagem: YouTube/Reprodução 

 

Conheça as armas ninjas mais secretas

O mundo ninja está repleto de mistérios fascinantes e nós revelamos para você alguns dos segredos dos guerreiros Shinobi.

Eles eram treinados com rigor extremo e podiam se camuflar perfeitamente no território inimigo para que não fossem descobertos. Suas habilidades incluíam o uso de armas ocultas, que lhes davam algumas vantagens sobre seus adversários. Estas são algumas das mais utilizadas:

Caneta-estojo ou yatate
Era um cilindro pequeno, que possuía tinta em um extremo, como qualquer caneta, mas oco do outro lado, para que pudessem guardar agulhas, pequenos objetos pontudos e até venenos.


Neko-te e Kanzashi
São armas secretas que as ninjas podiam utilizar para efeitos de disfarce como acessórios normais de mulheres. O neko-te eram unhas compridas de metal, presas à mão com dedais ou anéis. Os kanzashi consistiam em grampos compridos, que enfeitavam belamente o cabelo e podiam estar embebidos em veneno, tornando-se verdadeiras armas mortais nas mãos de uma ninja.


Casca de ovo
Algumas das armas prediletas dos ninjas eram pós que cegavam seus adversários. Para utilizá-los, eles esvaziavam um ovo através de um buraco minúsculo e o enchiam com limalhas de ferro, sal, pimenta e outras substâncias irritantes para as mucosas. Durante a luta, os ninjas simplesmente esmagavam os ovos na cara dos seus oponentes, cegando-os momentaneamente e obtendo uma enorme vantagem.


Fonte: SuperCurioso

Imagem destaque: Guayo Fuentes/Shutterstock.com

Imagens do corpo do texto (de cima para baixo): Rama, Wikimedia Commons, Cc-by-sa-2.0-fr [CeCILL (http://www.cecill.info/licences/Licence_CeCILL_V2-en.html) or CC BY-SA 2.0 fr (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/fr/deed.en)], via Wikimedia Commons ; Kayopos [Domínio Público], via Wikimedia Commons

Armas biológicas: a engenharia genética que pode destruir espécies

Uma nova tecnologia genética está sendo testada e ela será capaz de exterminar determinadas espécies da face da Terra.

Embora existam organizações que considerem um perigo mundial expor uma ferramenta tão agressiva ao mundo, há pessoas que afirmam que, graças a ela, será possível acabar com pragas transmitidas por mosquitos, como a malária, a zika e a dengue.

Apesar de essa arma biológica estar em fase de teste, o simples fato de sua existência causa enormes debates em todo o mundo. Os impulsores genéticos têm a capacidade de alterar as características de uma espécie para que essa mutação seja transmitida geneticamente aos seus filhotes, com o objetivo de modificá-los ou causar sua extinção.

Graças a essa arma, será possível combater espécies como parasitas que transmitem a esquistossomose ou criar espécies responsáveis por aniquilar outras que prejudicam o ecossistema de um determinado local. Mas, ao contrário dos supostos benefícios que apresenta, seus críticos afirmam que ela causaria vários problemas aos seres humanos, já que não só mudaria sua relação com a natureza, mas também poderia ter implicações na alimentação, na estabilidade social e, inclusive, poderia ser usada com fins militares em guerras.


Fonte: RT

Imagem: Tereshchenko Dmitry/Shutterstock.com

Não é ficção, é realidade: a Rússia já possui armas laser

Yuri Borisov, vice-ministro de Defesa da Rússia, confirmou, durante a comemoração dos 70 anos do Centro Nuclear Federal do país, que seu exército já conta com armas laser.

Segundo ele, essas armas funcionam a base de princípios físicos que nunca foram utilizados na produção de armamentos, tanto convencionais quanto de destruição maciça, de acordo com informações divulgadas pela agência russa RIA Novosti.

“Não é nada exótico, não é experimental nem é um protótipo. Nós já usamos vários exemplos dessa arma laser”, afirmou o vice-ministro. Além disso, ele explicou que esse tipo de arsenal é dividido entre armas de radiofrequência, cinéticas e laser. A tecnologia já era conhecida, mas só recentemente foi aplicada nesse setor.

As forças armadas da Rússia planejam desenvolver essa tecnologia para criar um inovador plano estatal de armamento que ficaria pronto em 2025. Sua inclusão é um exemplo claro do caminho que as forças russas pretendem seguir.

 




Fonte: RT

Imagem: Getmilitaryphotos/Shutterstock.com

Localizados canhões medievais submersos na costa da Flórida

Empresa procurava destroços de foguetes da Nasa, quando se deparou com um arsenal do século XVI.

A expedição liderada pela empresa Global Marine Exploration no Cabo Canaveral, na costa da Flórida, localizou um arsenal do século XVI. São 22 canhões e um monumento em mármore gravados com o brasão do reio da França de 1562.

Robert Pritchett, executivo-chefe da empresa, acredita que os canhões e o monumento pertenciam a navios franceses que foram atacados por espanhóis. Todo carregamento estava sendo levado para longe da Flórida como espólio, com destino a Havana, Cuba, quando os espanhóis foram atingidos por uma tempestade e todas as embarcações afundaram.

Mergulhadores descobriram os restos do naufrágio durante uma pesquisa marinha no final de setembro 2015, utilizando equipamentos magnéticos subaquáticos que permite localizar itens de metal abaixo do leito marinho.

Além de três canhões de bronze e o monumento de mármore, os mergulhadores encontraram 19 canhões de ferro, 12 âncoras, uma pedra de rebolo e munição. As marcações em um dos canhões de bronze indicam que ele foi fabricado em 1540, durante o reinado do Rei Henrique II de França.

Cemitério de foguetes
A Global Marine Exploration tem permissão para explorar a costa da Flórida. No local, a empresa tem encontrado centenas de destroços de foguetes da Nasa. A área serviu como base de testes da Força Aérea dos EUA em 1948. Armamento do século XVI, no entanto, foi novidade para os mergulhadores.

Resgate das relíquias
Por enquanto, toda essa relíquia (tanto as do século XVI como os destroços dos testes americanos) seguem submersos. A empresa ainda não tem autorização para retirar as peças do fundo do mar.

 


Fonte: Seeker
Imagem: Divulgação/Global Marine Exploration, Inc.

7 armas bárbaras lendárias

Os romanos descreveram as civilizações que viviam além de suas fronteiras como “bárbaros” selvagens, mas essas tribos antigas eram qualquer coisa, menos primitivas.

Os líderes de grupos como os godos, celtas, hunos e vândalos eram quase sempre estrategistas militares brilhantes, e seus artesãos eram capazes de criar armas e tecnologia bélica avançadas, desde lâminas e arcos até armas de cerco. Conheça melhor as sete armas que as tribos guerreiras utilizavam pata enfrentar o Império Romano.

 

[ASSISTA A REBELIÃO DOS BÁRBAROS. ESTREIA SEGUNDA (12/09), ÀS 22H40]

 

1. O machado de batalha

Poucas armas bárbaras causavam tanto medo quanto o machado. Enquanto a maioria dos guerreiros tribais levava lanças ou espadas para o combate, os soldados germânicos eram conhecidos por manejar machados de batalha pesados e capazes de destruir escudos, armaduras e capacetes com um único golpe. Já os francos tinham uma predileção por um machado de peso leve conhecido como “francisca”, o qual poderia ser usado como uma arma para mutilar ou para ser arremessada como um projétil, à queima roupa. “A cabeça de ferro dessa arma era espessa e excessivamente afiada nos dois lados, enquanto o punho de madeira era muito curto”, escreveu o historiador Procópio sobre a francisca no século VI d.C. “E eles estavam acostumados sempre a lançar esses machados ao sinal do primeiro ataque e destruir os escudos dos inimigos, matando-os”. O machado foi uma das várias armas bárbaras a serem utilizadas na Idade Média. Ele era especialmente popular entre a guarda varegue, um bando de mercenários vikings que atuava como guarda-costas dos impérios bizantinos nos séculos X e XI.

 

2. A espada longa

A espada longa de dois gumes era a principal arma dos gauleses, um conjunto de tribos celtas que viviam no território que agora é conhecido como França, Bélgica e oeste da Alemanha. Ao contrário do gládio, uma espada romana e mais curta utilizada principalmente para apunhalar, as espadas de ferro manejadas pelos galeses eram projetadas para cortar o inimigo em um movimento descendente semelhante a um golpe de machado. As espadas tendiam a ser menos eficientes em campos de batalha abarrotados, onde não havia muito espaço de manobra, mas elas eram especialmente mortais em combates individuais e de guerrilha – as táticas preferidas dos bárbaros. A espada longa foi figura de destaque em várias guerras travadas entre os gauleses e a República Romana. Quando o chefe gaulês Breno invadiu a Itália, no século IV a.C., suas tropas utilizaram de forma notória seus sabres para perfurar escudos e derrotar o exército romano ao longo do rio Allia. Em seguida, realizaram um terrível saque na cidade de Roma.

 

3. Cota de malha

Algumas vezes, as tribos bárbaras eram conhecidas por entrar de surpresa em batalhas completamente nuas para intimidar seus inimigos, mas elas também possuíam uma ampla variedade de escudos e armaduras. Entre as mais eficientes, estava a cota de malha, que teria sido inventada na Europa pelos celtas gauleses no século III a.C. A maioria das malhas gaulesas tinham o formato de uma camisa de manga curta ou de um colete feito de um enredamento de pequenos anéis metálicos. Isso dava flexibilidade ao mesmo tempo em que protegia o usuário de golpes cortantes por espadas e adagas, que simplesmente raspavam em sua superfície exterior e dura. A cota de malha era extremamente trabalhosa para fazer – uma única armadura podia incluir dezenas de milhares de anéis –, por isso ela costumava ser usada por chefes bárbaros e aristocratas em vez de soldados de baixo escalão. No entanto, sua eficácia em combate fez com que ela fosse altamente valorizada pelos romanos, que acabaram adotando camisas de malha parecidas e conhecidas como “lorica hamata” para suas legiões.

 

4. A carruagem celta

Durante suas campanhas na Grã-Bretanha, em 55 e 54 a.C., Júlio César se tornou o primeiro general romano a encontrar carros de combate das tribos celtas nativas. Esses veículos eram geralmente compostos por dois cavalos com rodas de aro de ferro e plataformas resistentes feitas de vime e madeira. No combate, eles funcionavam como uma espécie de transporte pessoal antigo: condutores deixavam um guerreiro solitário perto da luta, escondiam-se e depois voltavam para pegar o soldado se ele estivesse ferido ou precisasse recuar. “Eles [os guerreiros] andam por todas as direções e lançam suas armas e muitas vezes quebram as fileiras dos inimigos com o grande pavor causado pelos cavalos e o barulho das rodas”, escreveu César, “e quando eles fazem seu trabalho por entre as tropas de cavalos, saltam das carruagens e entram na luta a pé”. Posteriormente, a carruagem britânica teria um papel fundamental na revolta de 60 d.C. da rainha guerreira Boadiceia, que uniu várias tribos celtas contra os romanos. Embora ela tenha conseguido arrasar três cidades bretãs da província romana, seus carroceiros acabaram sendo cercados e abatidos na Batalha de Watling Street.

 

5. A falcata

Quando os romanos invadiram a atual Espanha, em 218 a.C., eles ficaram cara a cara com uma tribo bárbara conhecida como celtiberos. Esses guerreiros eram reconhecidos tanto por sua capacidade de luta em guerrilhas quanto por sua habilidade como ferreiros. Uma de suas armas mais famosas era a “falcata”, uma espada de aço curvada, com 60 cm de comprimento, com um gume perto do punho e dois gumes na ponta. A arma pesava mais na direção da ponta, o que lhe permitia cortar e apunhalar com maior facilidade através da armadura. Ela era conhecida, inclusive, por cortar espadas romanas pela metade. A falcata serviu bem os bárbaros por mais de 200 anos de guerra com Roma e era altamente valorizada pelo antigo general Aníbal, que equipava as tropas cartaginesas com ela durante a Segunda Guerra Púnica. Armas celtiberas também se mostraram influentes para os romanos. Depois de encontrarem aço espanhol de qualidade superior, eles transformaram a pequena espada celtibera no famoso gládio das legiões romanas.

 

6. O arco recurvo

No século V d.C., Átila e seus hunos saqueadores das estepes invadiram a Europa a partir do leste e traçaram um caminho sangrento por todo o Império Romano. O “Flagelo de Deus” (como Átila era conhecido) e seus hunos chocaram os ocidentais com sua cavalaria móvel e táticas de batida e fuga, mas eles possuíam também uma arma nova e formidável: o arco recurvo. A maioria dos guerreiros hunos levava arcos  feitos de madeira, nervos, chifre e ossos. Ao contrário dos arcos ocidentais essas armas das estepes eram feitas de modo que se curvassem em direção a si mesmas nas extremidades, o que gerava uma rotação e fazia com que as flechas voassem com velocidade suficiente para penetrar armaduras a 90 metros de distância. Eles também eram menores que os arcos tradicionais, sendo mais fáceis de manejar em um cavalo. Os arqueiros montados hunos eram conhecidos por sua habilidade em disparar seus arcos com precisão, mesmo andando a todo galope. Nas batalhas, eles geralmente emboscavam seus adversários em grupos dispersos, disparando uma metralhadora devastadora de flechas antes de se esconderem. Depois que o inimigo estivesse enfraquecido, os hunos se aglomeravam sobre ele e finalizavam o trabalho com lanças, sabres e até mesmo laços.

 

7. Torres de cerco e aríetes

Ao contrário de grande parte dos grupos bárbaros, os hunos eram especialmente proficientes na guerra de cerco. Eles ganharam conhecimento da tecnologia de cerco enquanto serviam como auxiliares romanos e é possível que eles tenham contado com a ajuda de prisioneiros e desertores romanos na construção de máquinas de guerra. Segundo a descrição do cronista Prisco de Pânio do cerco de Naísso em 443 d.C., os hunos usaram torres de cerco imensas e com rodas, para levar os arqueiros protegidos às muralhas, e chuvas de flechas nos defensores da cidade. Eles também esmurraram as paredes da cidade com enormes aríetes, que Prisco descreveu como “um feixe com uma ponta de metal afiada e suspensa em correntes que pendiam de uma estrutura de madeira em forma de V”. As armas de cerco dos hunos só o fizeram destruir Naísso e eles seguiram para a captura de várias outras cidades fortalezas do Império Romano, incluindo as cidades conhecidas hoje como Sófia, Povdiv, Lüleburgaz. O imperador romano do Oriente, Teodósio II, deu fim a essa destruição, pagando quantias grandes, mas não demorou muito até que Átila, o Huno desse início a outra campanha mortal – dessa vez contra a Europa Oriental e a Itália.


Imagens: Shutterstock / Wikimedia Commons

Saiba quais foram as piores matanças dos últimos 25 anos nos EUA

O massacre na boate gay Pulse, em Orlando, na Flórida, é considerado o pior tiroteio em massa da história moderna dos EUA.

Orlando se encontra em estado de emergência após o tiroteio em um clube noturno, que deixou pelo menos 50 mortos e um número aproximado a este de feridos. Trata-se de uma nova tragédia que se soma à extensa lista de matanças similares, desde a escola secundária de Columbine, no Colorado, em 1999, até o massacre de crianças, em Sandy Hook, Connecticut, em 2012.

A lista dos piores massacres, ocorridos nos últimos 25 anos, é, infelizmente, bastante extensa:

Orlando, Flórida, 2016 – 50 mortos: Omar Mateen disparou contra frequentadores de uma boate gay.

Universidade Virginia Tech, 2007 – 32 mortos: Seung-Hui Cho, estudante, disparou contra seus companheiros.

Sandy Hook, Connecticut, 2012 – 27 mortos: Adam Lanza disparou contra crianças de 6 e 7 anos.

Killeen, Texas, 1991 – 23 mortos: George Hennard abriu fogo contra clientes de um café.

San Bernardino, Califórnia, 2015 – 14 mortos: Syed Rizwan Farook e Tashfeen Malik abrem fogo nas instalações de um escritório comercial.

Fort Hook, Texas, 2009 – 13 mortos: o major Nidal Malik Hasan dispara à queima-roupa em uma base militar.

Binghamton, Nova York, 2009 – 13 mortos: Jiverly Wong massacra um grupo de imigrantes em um centro comunitário.

Littleton, Colorado, 1999 – 13 mortos: Eric Harris e Dylan Kelbold assassinam muitos colegas na escola secundária de Columbine.



Fonte: BBC 

Imagem: nito/Shutterstock.com 

Sobrevivente de atentado conta como é levar um tiro na cabeça

Poucas pessoas levaram um tiro na cabeça e sobreviveram para contar a história, mas o norte-americano Gary Melius é uma delas.

O empresário de 71 anos foi vítima de um atentado na cidade de Huntington. Ao caminhar para seu carro, que estava estacionado na porta de casa, ele foi alvejado por um homem que estava dentro de outro veículo. A vítima foi levada para o hospital e saiu de lá sem sequelas.

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Mas o que a pessoa sente quando uma bala atravessa sua cabeça? Melius conta que se lembra de absolutamente tudo que ocorreu.  A primeira reação foi tentar entender o que estava acontecendo. “Eu sabia que havia alguma coisa errada, mas não compreendia o que tinha ocorrido. Eu tinha batido minha cabeça?”, declarou. 

Ele não perdeu a consciência em nenhum momento, apenas sentiu uma dor muito aguda após ouvir um estrondo. Depois disso, um zumbido persistente começou a ecoar dentro de sua cabeça. “Nunca ouvi nada parecido antes ou depois. Era como se eu estivesse dentro de uma lata, eu acho. Era muito alto”, disse. 

Depois de ser alvejado, ele foi cambaleando para dentro de casa. Lá, pediu para que sua filha o levasse ao hospital. No caminho ele se lembra de ter ficado zonzo e achar que iria morrer.  “Não foi nada assustador. Eu acho que aceitei o que aconteceu e senti como se estivesse indo dormir. Como uma anestesia”, revelou.  

O FBI ainda investiga o atentado. Melius é um empresário com influência política em Huntington. Desde o fim dos anos 1990, ele fez doações milionárias para campanhas eleitorais. Uma das linhas de investigação sustenta que seu envolvimento na política pode ter motivado o crime. 

Fonte: Vice

Imagem: Lukas Gojda/Shutterstock

O ÚLTIMO REINO - SAXÕES VS VIKINGS: ARMAS

Saxões e Vikings se armaram de acordo com suas possibilidades ecônomicas e culturais. Confira as diferenças notáves entre elas.

Site russo revela ameaça mundial escondida nos oceanos

Nos anos da Guerra Fria, o perigo iminente de uma explosão atômica deixou a população mundial em vigília por quase quatro décadas.

Com a queda do Muro de Berlim e a posterior dissolução da URSS, a humanidade foi esquecendo aos poucos o medo da destruição nuclear. Mas talvez essa seja uma falsa tranquilidade: no fundo dos mares, descansam inúmeros artefatos nucleares que se perderam no calor da guerra e agora ameaçam liberar materiais radioativos perigosos.

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O site russo Esoreiter publicou recentemente um artigo detalhado sobre os artefatos nucleares perdidos pelas duas grandes potências durante a Guerra Fria. Apesar de os mecanismos explosivos estarem danificados e seja um tanto improvável que as bombas venham a explodir, o material atômico presente nos dispositivos está em sério risco de vazar nos oceanos e contaminar a água do planeta.

Dentre os submarinos americanos afundados em serviço estão o Thrasher, alimentado por dois reatores nucleares, que naufragou em 1963. O submarino nuclear Scorpion afundou em 1968, com seus dois torpedos atômicos e se encontra, desde então, a mais de 3 mil metros de profundidade. Os soviéticos por sua parte perderam o K-27 após um incêndio do reator experimental com o líquido de arrefecimento.  Também deixaram suas cargas nucleares na água os submarinos russos K-8, K-278 e K-159.

Mas a ameaça não vem somente de submarinos: vários aviões perderam suas bombas atômicas na guerra, entre eles o B-36, o B-47 e o caça F-86, todos pertencentes à aviação norte-americana. O exército americano reconheceu a perda de 11 artefatos nucleares e, embora a ex-URSS não tenha divulgado suas baixas, estima-se que o número deve ser parecido.

 

 


Fonte: RT 

Imagem: Andrea Danti/Shutterstock.com