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A compra de um pente quase causou uma guerra em Curitiba

Por Thiago Gomide do Tá na História, em parceria com o Catraca Livre.

Parceria HISTORY, Ta Na História e Catraca Livre

Senta que lá vem história.

 

Começou da seguinte maneira a famosa Guerra do Pente: o Governador do Paraná resolveu fazer uma maravilhosa promoção.

 

Qual promoção? Quem chegasse com 3 mil cruzeiros em notas ganhava um talão e, consequentemente, concorreria a 1 milhão de cruzeiros

 

Dinheiro pra caramba.

 

Os tempos já estavam bicudos, portanto a turma começou a busca por notinhas. Qualquer uma, de qualquer valor, estava no jogo.

 

Essa ação serviria para aumentar a arrecadação tributária do estado.

 

Eis que no dia 08 de dezembro de 1959, um subtenente da Polícia Militar entrou em uma loja para comprar um pente.

 

O vendedor, que era libanês, se recusou a dar a nota fiscal. O pente custava pouco e a legislação protegia o vendedor nesse caso.

 

O militar engrossou o caldo. Queria por que queria a nota. O vendedor não arredou o pé.

 

Quer ver no que deu essa luta de forças? Veja o vídeo.

 

O exército teve que entrar na parada para apaziguar os ânimos.

 

Sabe-se que a catarse acabou depois de três dias e com uma campanha de paz liderada por diferentes camadas da sociedade. Os religiosos foram importantes.

 

Até hoje discute-se bastante os motivos que vão além da compra do objeto.

 

Para muitos historiadores, a Guerra do Pente, como é conhecido esse evento, tem um mal que nos acompanha até hoje: o preconceito com imigrantes.

 

Não custa lembrar que recentemente, no Rio de Janeiro, um refugiado sírio foi agredido por vender esfirras. Isso em plena Copacabana.

 

Após esse episódio, os cariocas fizeram um grande movimento para  

 

**

 

Se você conhece personagens históricos maravilhosos e gostaria de ver por aqui, me envie seu pensamento no [email protected]

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Espero você, para trocarmos ideias.

 

 


THIAGO GOMIDE é jornalista e pesquisador. Foi apresentador e editor do Canal Futura e da MultiRio, ambos dedicados à educação. Escreveu e dirigiu o documentário "O Acre em uma mesa de negociação". Além de ser o responsável pelo conteúdo do Tá na História, atualmente edita e apresenta o programa A Rede, na Rádio Roquette Pinto ( 94,1 FM - RJ). 

A proposta do Tá na História é oferecer conteúdos que promovam conhecimento sobre personagens e fatos históricos, principalmente do Brasil. Tudo isso, claro, com bom humor e muita curiosidade.

 

Amor proibido na Revolução Pernambucana

Por Thiago Gomide do Tá na História, em parceria com o Catraca Livre.

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Milhares de pessoas lotaram as ruas do Recife e de Olinda para testemunharem um dos casamentos mais improváveis da história do Brasil.

 

Estamos em Pernambuco. 1817.

 

Ela era filha de um português, rico, traficante de pessoas escravizadas e que não aceitava de jeito algum o casamento da filha com um brasileiro.

 

Ele, além de brasileiro e revolucionário republicano, não compactuava com as ideias do pai de Maria Teodora da Costa, o temido Bento da Costa.

 

Se você conhece alguém que não se dá bem com o sogro, manda esse texto. Vai rolar super identificação.

 

Ousado como poucos, o capixaba Domingos Martins foi um dos líderes da Revolução Pernambucana, que fez de Pernambuco uma república.

 

A partir dessa conquista histórica, uma outra porta se abria: a relação com o pai da moça.

 

O sogro era mais interesseiro do que nunca. A mão da filha estava para quem lhe conferisse poder.

 

Quer saber os detalhes desse romance e o final trágico do casamento?  Aperta o play.

 

Para diversos historiadores, esse casamento estimulou algumas quebras de conceitos – entre eles, a de que brasileiros e portugueses não poderiam se relacionar.

 

Ainda bem.

 

***

 

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Voluntários da pátria na Guerra do Paraguai? Só que não

Por Thiago Gomide do Tá na História, em parceria com o Catraca Livre.

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Em muitas cidades do Brasil há ruas e avenidas homenageando os voluntários da pátria.

 

Pessoas que teriam ido à Guerra do Paraguai com a vontade de defender o nosso país.

 

Muitos dos tais voluntários foram convocados de maneira bem distante do que conhecemos como voluntariado.

 

Quer três exemplos?

 

Muitos bêbados foram levados sem entender para onde estavam indo. Pense na cena: você estava tomando um gole, chegava um grupo de militares, te sequestravam e o futuro era a farda e o campo de batalha. 

Seguindo essa levada, muitos homens foram captados em festas, andando nas ruas...Pense na cena: você estava em um petit comitè  e do nada era levado por um grupo de militares para uma missão. De bota e de arma, você precisava vencer um batalhão. 

 

O terceiro exemplo envolve pessoas escravizadas, o Império e o mercado. 

 

Aperte o play e veja o vídeo para saber mais.

 

É evidente que tiveram voluntários que desejaram ir à guerra. 

 

No vídeo, trago a história de dois casos emblemáticos. Duas mulheres que fizeram o possível e o impossível para conseguirem participar do conflito.

 

Ao saber que os filhos iriam participar da Guerra do Paraguai, a baiana Ana Neri não pensou duas vezes: mexeu todas as fichas para conseguir uma liberação para acompanhar os meninos. Foi e fez história. A enfermagem não seria a mesma sem Ana Neri. 

 

Se quiser mais informações sobre Ana Neri, acesse o Canal do Tá na História no YouTube. Tem vídeo inteirinho sobre ela. 

 

A outra voluntária foi a cearense Jovita Feitosa, que se vestiu de homem para acompanhar a tropa. Mulher não podia integrar as forças militares. Jovita foi descoberta, afastada, mas virou referência de patriotismo e de coragem. 

 

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Se você conhece outros casos de voluntários na Guerra do Paraguai, me envie no [email protected]

 

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THIAGO GOMIDE é jornalista e pesquisador. Foi apresentador e editor do Canal Futura e da MultiRio, ambos dedicados à educação. Escreveu e dirigiu o documentário "O Acre em uma mesa de negociação". Além de ser o responsável pelo conteúdo do Tá na História, atualmente edita e apresenta o programa A Rede, na Rádio Roquette Pinto ( 94,1 FM - RJ). 

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O Acre já teve um presidente?

Por Thiago Gomide do Tá na História, em parceria com o Catraca Livre.

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A situação na região do hoje conhecido Acre era a seguinte: brasileiros viviam lá, o território era boliviano, investidores brasileiros ganhavam muito dinheiro com a exploração de borracha, empresários americanos negociavam a compra do território da Bolívia, o presidente Campos Salles dava de ombros para aquele lindo canto, seringueiros vindos em boa parte do Ceará estavam vendo que todo o esforço estava indo por água a baixo...

 

Com esse cenário, muitos salvadores da pátria apareceram.

 

O jornalista Luis Gálvez Rodríguez de Arias, espanhol com pinta de galã, foi um desses.

 

E ele não queria pouca coisa: patrocinado por grandes coronéis de Manaus e Belém, o sonho dele era fazer daquela região do Acre um país independente.

 

Adianto: ele conseguiu.

 

Quer saber de que maneira? Aperta o play e curta mais essa curiosidade histórica.

 

 

Depois de um período de Acre, um país independente, o governo brasileiro foi lá e acabou com a festa.

 

Galvez se perdeu pelo mundo e passou aperto de grana.

 

O Acre só encontrou um destino com a assinatura do Tratado de Petrópolis, em 1903, quando compramos o território da Bolívia.

 

Somente em 1962 que o Acre se torna Estado, já no governo João Goulart.

 

Fica a dica: vale muito conhecer a região. O povo acreano conserva sua história de maneira linda.

 

***

 

O meu e-mail é [email protected]. Entre em contato pra pautas, críticas, sugestões ou até mesmo pra trocarmos uma ideia. 

Até semana que vem. 

 

 


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Você sabe a importância do Cais do Valongo para história do Brasil?

Por Thiago Gomide do Tá na História, em parceria com o Catraca Livre.

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O Cais do Valongo foi o maior porto de entrada de pessoas escravizadas na América. Fica no centro do Rio de Janeiro.

 

Há muitas pesquisas sobre o número de pessoas escravizadas que chegaram ao Valongo. A maioria fala, no mínimo, em 1 milhão.

 

Aqueles que chegavam mortos da tortuosa viagem, e não eram poucos, eram enterrados no cemitério dos pretos novos, na região do cais.

 

A primeira parte desse vídeo foi gravada no dia de uma comemoração importante para a história negra, para a história do Brasil: o Cais do Valongo acabou de se tornar Patrimônio Mundial da Humanidade, título da Unesco.

 

O tráfico de pessoas foi proibido em 1831 e aquela região, que depois ganharia o nome de pequena África, foi um ponto de acolhimento de negros libertos, negros que por ventura vinham de outros estados...

 

Naquela região surgiu uma das mulheres mais importantes para história do samba. Tia Ciata, mãe de santo, enfrentou os perigos da repressão para encobertar as rodas de samba.

 

Agora...por qual motivo nós precisamos falar do Cais do Valongo e nunca deixarmos que essa memória seja esquecida?

 

Aperte o play e veja os números do final do vídeo. 

 

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Se você quiser me enviar uma pauta, mande um e-mail para o [email protected]

 

Semana que vem tem mais. 

 

 


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O uso do biquíni foi proibido no Brasil

Por Thiago Gomide do Tá na História, em parceria com o Catraca Livre.

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Isso é sério.

 

Jânio Quadros, eleito presidente da república, resolveu em 1961, pensando nos bons costumes da família brasileira, varrer o biquíni do mapa nacional

 

Era imoral. Não podia usar na praia, no clube...

 

Nada. Censura braba mesmo.

 

Tinham grupos de fiscalização. Uma maluquice sem tamanho.

 

Você acha que as mulheres cumpriram essa determinação do presidente? Hahaha Aperta o play.

Jânio renunciou, acreditando que voltaria nos braços do povo. Pobre Jânio, se enganou e acabou presenciando a chegada do Regime Militar.

 

Em 1971, exatos 10 anos após a proibição, a atriz Leila Diniz chocou os conservadores posando grávida e de biquíni, nas areias da linda praia de Ipanema.

 

O Jânio Quadros, em sua carreira política, que foi uma carreira longa, também aprontou outras censuras.

 

Em São Paulo, ele proibiu a turma de andar de skate. Era coisa de vagabundo.

 

Você acha que funcionou? Hahaha Aperta o play, vai. 

 

***

 

Semana que vem tem mais.

Se você conhece alguma história incrível, me conta no [email protected]

 

Até! 

 

 


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Quem era o puxa saco favorito de Dom Pedro II? Isso quase deu briga no Maranhão

Por Thiago Gomide do Tá na História, em parceria com o Catraca Livre.

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Puxar saco é uma prática medíocre que é mega antiga, né?

 

Em qualquer lugar, em qualquer empresa, sempre tem aquele puxa saco. Você conhece algum puxa-saco? Eu conheço vááários.

 

Na história de Alcântara, cidade do interior do meu querido Estado do Maranhão, tem uma briga de dois puxadores de saco de Dom Pedro II.

 

Estou falando do Barão de Merim e do Barão de Pindaré.

 

E esses dois nobres quase caíram no braço por causa de uma visita de Dom Pedro II ao município.

 

Você acha loucura? Entenda melhor apertando o play.

 

 

Importante dizer que os encontros com o Imperador rendiam bons frutos. Trazendo para os dias atuais, não é nada raro encontrar histórias de pessoas que ganharam vantagens a partir de contatos íntimos com políticos.

 

No vídeo, também falo sobre um bajulador famoso que seu bem por causa de sua relação com Dom João VI. Antônio Lopes era comerciante de pessoas escravizadas e, para ganhar vantagens, deu para a Dom João VI simplesmente a Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro.

 

Quer saber o que ele recebeu em troca?

 

Veja o vídeo para saber.

 

;)

 

Haja paciência para os bajuladores. Haja paciência.

 

**

 

Semana que vem tem mais um vídeo pra você.

 

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Por favor, não deixe de curtir o canal no youtube. É mais uma forma de mantermos contato.

 


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Os Soldados da Borracha na Segunda Guerra: heróis esquecidos

Por Thiago Gomide do Tá na História, em parceria com o Catraca Livre.

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Muitos homens, em especial nordestinos, foram convocados para a Segunda Guerra Mundial. Estamos em 1942.

 

Muitos homens foram recrutados para irem lutar contra o Eixo ( Alemanha, Itália e Japão). Muitos homens foram recrutados para contribuírem nos seringais da Amazônia.

 

Como isso rolou?

 

Getúlio Vargas, depois de namorar o nazi-fascismo, tinha resolvido lutar ao lado dos aliados.

 

Franklin Roosevelt, presidente dos Estados Unidos, pediu ao Getúlio uma contribuição mais extensiva na produção de borracha, importante produto para o desenvolvimento bélico americano na Europa.

 

Solução? Levar militares para a região. Colocar marcha 5 na extração do látex.

 

O governo do Brasil prometeu aos militares que estavam indo para a Amazônia os mesmos direitos daqueles que estavam indo rumo à Itália.

 

Esses homens, que vestiam fardas militares, tinham os mesmos rituais e deveres de todos os outros militares, que se embrenharam no meio da selva, ficaram conhecidos com Soldados da Borracha.

 

Quando a Segunda Guerra Mundial acabou e chegou a hora de voltar pra casa, um gosto amargo de desilusão tomou conta da turma.

 

Quer saber qual foi a desilusão? O que foi prometido aconteceu? Você quer saber mais sobre esses guerreiros? Aperta o play.

 

 

Semana que vem, tem mais um texto inédito do Tá na História aqui no  site do HISTORY.

 

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Até!

 


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Chalaça, o cupido de Dom Pedro I

Por Thiago Gomide do Tá na História, em parceria com o Catraca Livre.

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Pense em um amigo. Agora pensa naquele super amigo dedicado ao extremo da farra.

 

Esse era o comendador Francisco Gomes da Silva, mais conhecido como Chalaça. Amigo do peito de Dom Pedro I.

 

Mas até rolar a amizade, muitas páginas foram acumuladas na biografia do Chalaça.

 

Prende a respiração e veja só:

 

Aos 16 anos, ele brigou com diretor de um seminário e fugiu pra Lisboa. Condenado ao fuzilamento, conseguiu fugir. Façanha.

 

Conheceu Dom Pedro I embarcando para o Brasil.

 

Junto de seu pai adotivo, ele conseguiu fazer coro aos 15 mil portugueses que vieram pra cá.

 

Chegou no Brasil e...brigou com o pai adotivo. Culpa? Noitadas bebendo até não poder mais.

 

Sem muita habilidade para cortar cabelo, Chalaça resolve virar...barbeiro.

 

Não precisa dizer que Chalaça só começou a ver a cor do sucesso quando estreitou a amizade com Dom Pedro I, né?

 

Aperta o play para entender mais sobre a rentável e alcoólica amizade dos dois.

 

O fim de vida de Chalaça foi na Europa. Embaixador plenipotenciário do Império no Reino das Duas Sicílias.  Ele viveu de 1791 a 1852.

 

Se ainda não te convenci a ver o vídeo, vai aí mais duas novidades: saiba quais foram as palavras finais dele e saiba o que ele aprontou com o próprio Dom Pedro I. Muy amigo.

 

Dica: tomara que seu super amigo não faça isso contigo.

 

;)

 

Até semana que vem.

 

Sugestões de assunto, me manda um e-mail para o [email protected]

 


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O que Euclides da Cunha encontrou em uma louca viagem pela Amazônia?

Por Thiago Gomide do Tá na História, em parceria com o Catraca Livre.

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Se o Euclides da Cunha fosse um acomodado, ele ficaria em casa curtindo os louros de uma das mais completas reportagens feitas por um brasileiro. Aos 40 anos, o jornalista e escritor já era famoso por ter composto “Os Sertões”, um retrato da Guerra de Canudos.

 

Mas não, Euclides queria ir além. Por isso fez o possível e o impossível para ir ao Acre conhecer a região e escrever sobre o que estava acontecendo por aquelas bandas.

 

Na viagem, Euclides viu combates entre brasileiros e peruanos, viu de perto a ação de animais, como onças, a ação de doenças, como o paludismo, a malária e, claro, as chacinas...

 

Aperte o play para saber mais sobre as chacinas e como rolava a escravidão naquela região no começo do século XX.

 

Euclides retratou tudo isso em uma obra que não chegou a ser terminada. Chama-se Paraíso Perdido.

 

O escritor voltou com malária dessa viagem. Pouco tempo depois, foi assassinado numa história que envolve sua esposa, Anna de Assis, traição e ciúmes.

 

Se você conhece alguma história incrível, me conte no [email protected]. ;)

 

Abraços e até semana que vem! 


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