HISTÓRIA
República do Quênia:
QUÊNIA: O BERÇO DA HUMANIDADE

Pelas provas encontradas, os historiadores consideram o Quênia como o berço da humanidade. Entretanto sua história recente envolve o colonialismo europeu e seguidos governos locais de regimes totalitários e corruptos, que afundaram o país na pobreza e no atraso.
DO HOMO HABILIS ADIANTE
O Quênia pode ser considerado o berço da humanidade? As escavações no local sugerem que há mais de três milhões de anos, o Homo Habilis, ancestral do Homo Sapiens, habitou o território. Em épocas mais recentes, mais precisamente há 3000 anos, o Quênia passou a ser um ponto de chegada, de passagem ou destino de diversas migrações internas, para os lugares mais distantes do continente africano. Os povos Bantos migraram das florestas do centro da África e se estabeleceram no leste do país. Dois mil anos depois, tribos originárias do Sudão e Etiópia chegaram ao território e se expandiram por ele.
O nome do país vem do Monte Quênia, o ponto mais alto do país, e quer dizer “montanha luminosa”, em um dos dialetos locais. Durante séculos a região foi uma das mais prósperas, graças ao relacionamento comercial com as frotas árabes do Oceano Índico. No ano 600, comerciantes árabes, atraídos pelo marfim do Quênia, além dos metais e pedras preciosas de regiões próximas, estabeleceram cidades portuárias no Oceano Índico. A partir desta base iniciaram e mantiveram um importante fluxo marítimo com o mundo árabe, especialmente a Pérsia e a Índia.
A busca por rotas marítimas para o oriente levou os portugueses ao litoral do Quênia no século XV, integrando-o ao seu sistema de comércio. Os portugueses despojaram os suaílis de suas riquezas e expulsaram os árabes do território. Porém, em 1720, os portugueses desistiram da empreitada e o sultanato de Omã recuperou seu predomínio de antes.
A COLÔNIA BRITÂNICA
Um século mais tarde, em 1820, os britânicos conseguiram sentar as bases no que seria a segunda colônia mais importante do Império Britânico. Com a oposição de resistência armada dos Maasai, somente a partir de 1890 os ingleses conseguiram se impuser e ocupar a maior parte do país, levando a cabo a construção da estrutura necessária para a exploração do território: a construção de uma ferrovia de Uganda a Mombaça, na costa queniana. Graças à ferrovia, cerca de 5 mil famílias europeias se instalaram em terras destinadas à plantação de café e chá, com mão de obra africana. Estas famílias se apropriaram de quatro quintos das terras férteis, enquanto a pequena parte que sobrou foi dividida entre um milhão de kikuyus. Paralelamente, em 1885, a Companhia Imperial Britânica da África Oriental foi criada em Berlim, uma associação comercial que foi fundada para desenvolver o comércio africano, nas zonas controladas para o poder colonial inglês.
A INDEPENDÊNCIA E A REPÚBLICA
O líder do KANU, Jomo Kenyatta, um ex-detento das prisões coloniais inglesas, transformou-se no primeiro presidente da nova nação. Nos anos seguintes o país disfrutou de certa estabilidade política e crescimento econômico inéditos na região. Durante seu governo, Kenyatta manteve relações cordiais com países vizinhos. Entretanto, em algumas ocasiões não foi tarefa simples, especialmente durante o regime de Idi Amin Dada, em Uganda. Em 1967 a Comunidade Africana Oriental foi criada, uma união econômica de três países, considerada um primeiro passo rumo à unificação política. Entretanto, a boa intenção rapidamente foi desarmada, apesar dos esforços no principio da década e 80 dos membros da comunidade. A politica moderada e estável do governo de Kenyatta atraiu um grande numero de investidores estrangeiros. Por outro lado, a indústria do turismo, fundamentada nas grandes reservas de nacionais de fauna selvagem, expandiu-se rapidamente, transformando-se na mais importante fonte de entrada de divisas.
Após a morte de Kenyatta- que foi reconhecido por importantes líderes mundiais por sua importância politica no progresso do Quênia-, em Agosto de 1978, seu partido politico continuou sendo a força política dominante. Seu sucessor, Daniel Arap Moi, da tribo Kalenjoi, foi conduzindo o governo com políticas cada vez mais autoritárias. Em Junho de 1982, o Quênia transformou-se oficialmente num Estado monopartidário. Dois meses mais tarde, as tropas impediram uma tentativa de golpe de Estado por unidades da força aérea. A medida que a década de 80 prosseguia, o governo enfrentou uma crescente onda de criticas, dentro e fora do país. Foi por isto que a repressão contra os dissidentes levou a comunidade internacional a suspendera a ajuda financeira prestada ao Quênia.Tras la muerte de Kenyatta –quién fue reconocido por importantes líderes mundiales por su rol político en el progreso de Kenia-, en agosto de 1978, su partido siguió siendo la fuerza política dominante. Su sucesor, Daniel Arap Moi, de la tribu Kalenjoi, fue deslizando su gobierno hacia posturas cada vez más autoritarias. En junio de 1982, convirtió oficialmente a Kenia en un Estado de partido único. Dos meses más tarde, las tropas leales aplastaron un intento de golpe de Estado por unidades de la fuerza aérea. A medida que avanzaba la década de 1980, el gobierno se enfrentó a una corriente creciente de críticas desde dentro y fuera del país. Fue por eso que la represión contra los disidentes llevó a la comunidad internacional a suspender la ayuda financiera que recibía Kenia.
O FIM DE UM PARTIDO ÚNICO
Em Fevereiro de 1990 Chanceler Robert Ouko foi assassinado, logo após denunciar repetidos atos de corrupção dentro do governo do país. Uma investigação comandada pela Scotland Yard revelou que vários colaboradores do presidente participaram do crime. A divulgação destes fatos causou uma nova onda de protestos populares.
Este episódio teve como consequência o rompimento de relações da Noruega com o Quênia, em 1991. Entretanto, o alinhamento de Moi à coalisão multinacional durante a Guerra do Golfo (1990), facilitou a obtenção de empréstimos da Grã-Bretanha e o apoio militar norte-americano.
Em meados de 1991, a KANU convocou o Conselho Partidário para discutir a introdução de reformas democráticas. Grupos de oposição como o Fórum para Restauração da Democracia (FORD), liderados por Odinga e a Aliança Moral para a Paz (MAP) foram reconhecidos legalmente como partidos políticos. Porém a determinação de um calendário para eleições nacionais foi postergada até o final de 1992.
Finalmente os partidos de oposição foram legalizados e em 26 de Dezembro de 1992, as primeiras eleições multipartidárias do Quênia foram celebradas. Moi e o KANU foram reeleitos por uma grande maioria. Em Janeiro de 1993, em meio à acusações de fraude e corrupção, Moi assumiu se quarto mandato consecutivo. Em Fevereiro, o governo conseguiu um acordo com o FMI e o Banco Mundial (BM), no qual o Banco Mundial autorizaria um empréstimo de 350 milhões de dólares. Neste ano, a moeda queniana sofreu 23% de desvalorização e em 1994, o governo de Nairóbi reformou o sistema cambiário.
VIOLÊNCIA ÉTNICA E CATÁSTROFE ECONÔMICA
A eleição causou uma onda de violência racial, principalmente dirigida contra os kikuyu no poder. Dezenas de milhares de pessoas foram retiradas de suas casas e centenas assassinadas na metade da década. Paralelamente, o governo planejou duras reformas econômicas, diante da insistência das organizações financeiras internacionais de lutar contra a corrupção, porém tais reformas criaram uma inflação vertiginosa, o aumento do desemprego e diversas restrições nos serviços públicos.
Nas eleições nacionais de Dezembro de 1997, após a dissolução do parlamento no mês anterior, Moi foi reeleito com 40 % dos votos. O questionamento geral sobre a legitimidade da presidência de Moi, obrigou o presidente a nomear Raila Odinga (filho de Oginga Odinga) e Mwai Kibaki, para que exercessem a vice presidência em conjunto.
Em Agosto de 1998 terroristas da Al Qaeda destruíram a Embaixada dos Estados Unidos em Nairóbi, causando a morte de 80 pessoas entre diplomatas e civis. A tragédia representou um fator a mais, somado a uma serie de epidemias e crises econômicas que semearam o mal-estar contra o presidente Moi, que, nesta época, vinha ganhando as eleições há vinte anos, sempre em meio à denúncias de fraude. Dentro deste contexto, as eleições presidenciais de 27 de Dezembro de 2002 marcaram o fim da hegemonia de Moi e de seu partido, KANU. Uhuru Kenyatta, filho do primeiro presidente do país perdeu para Emilio Mwai Kibaki, candidato pelo partido de oposição Coalisão Nacional Arco Íris.
Durante os comícios de 27 de Dezembro de 2007, Kibaki conseguiu a reeleição, porém sua vitória, repleta de acusações de fraude, gerou sérios distúrbios e confrontos entre grupos partidários do presidente e de oposição, resultando em 1500 mortos e um milhão de desabrigados.
Quênia: o berço da humanidade”
GEOGRAFIA E CLIMA
O Quênia é dividido em quatro zonas geográficas. O planalto ocidental é uma região repleta de planícies que concentram grandes riquezas naturais. O planalto ocidental do Lago Vitória possui um clima semelhante. O estilo é próprio das grandes savanas com uma estação seca e úmida. O planalto central com o vale do Rift, como parte principal, conta com um clima mais úmido com a presença de grandes maciços florestais. O litoral se caracteriza por um clima mais temperado. No nordeste, o deserto de Chalbi apresenta um clima seco.
clima mais úmido com a presença de grandes maciços florestais ”
ECONOMIA
A economia do Quênia está voltada basicamente para a produção agrícola e o turismo. Um programa de reformas, iniciado na década de 90, teve como objetivo desarmar o complicado quadro das empresas estatais que controlam a economia queniana.
As principais produções do setor agrícola são o café, chá, cana de açúcar, batata, tabaco, trigo, amendoim e gergelim. Existem cultivos de subsistência (mandioca, milho, frutas, etc...) em hortas familiares ou comunitárias. A pecuária concentra-se na produção de gado bovino e ovino. Existe um setor industrial que produz derivados de tabaco, químicos, material de construção, produtos farmacêuticos e agroindustriais. A mineração tem como principal atividade a extração de fluorita, sal, ouro, chumbo e prata.
A economia do Quênia está voltada basicamente para a produção agrícola e o turismo ”
FATORES HUMANOS
A maior etnia do Quênia é a Kikuyu, a qual 22% dos habitantes pertencem. Outros 14% pertencem à etnia luhya, 15% à kelenijn, 13% à luo, 11% aos kamba, 6% kisii e uma porcentagem similar ao meru. O restante da população é composto por uma mescla de tribos africanas menores, grupos árabes e brancos. Por motivos econômicos e políticos, muitas tribos mudaram-se para seus territórios de origem, de forma que os grupos convivem uns sobre os outros nas grandes cidades.
No aspecto religioso, 38% da população é protestante, 22% católica apostólica e 7% muçulmana, mas no geral, as crenças são mescladas ao animismo herdado dos tempos antigos. O resto dos quenianos segue praticando os ritos originais de seus grupos de referência.
Como resultado da colonização europeia, o Quênia adotou o inglês como idioma oficial. Além disto, o suaíli é a língua cotidiana e convivem com dezenas de dialetos locais de cada tribo ou grupo étnico. Este é o caso de muitos kikuyu, que ainda utilizam seu dialeto para sua rotina diária.
muitas tribos mudaram-se para seus territórios de origem ””
CULTURA
As numerosas etnias que habitam o Quênia contribuíram para que o país tivesse uma cultura rica e diversa. Os kikuyu possuem uma rica tradição e muitos dos que habitam as zonas rurais preservaram sua crença religiosa em torno do deus Nhai e um panteão de divindades relacionadas com os fenômenos naturais. Os luo, da região do Lago Vitoria, mantêm suas antigas estruturas comunitárias centralizadas no Conselho de Anciãos e o pagamento de dotes medidos em cabeças de gado. Sua música, tanto a festiva quanto a religiosa, cativou outros grupos de quenianos, que a adotaram, assim como a dança “Dudu”, uma das mais belas de toda a África. Outras danças típicas dos Luo são o Pakruok e o Sigalagala, está ultima sendo bailada exclusivamente pelas mulheres da tribo. As saias coloridas feitas de sisal, as máscaras ricamente decoradas e o som do nyatitis, orotus e ongengs, formam um maravilhoso e lindo espetáculo.
Os massai, etnia que se expande pelos territórios do Quênia e da Tanzânia, ainda conservam o estilo de vida seminômade. Suas famosas cabanas, vivendas preparadas com estrume de animal e palha, estão dispostas em círculos, protegidas pelas “bomas”, palhiças feitas com plantas secas. Os cantos e danças massai são um espetáculo milenar, que a modernidade não conseguiu alterar. O artesanato massai desenvolveu técnicas para criar lindos pendentes e colares com materiais encontrados na natureza. Suas esculturas de madeira são um dos artigos mais procurados pelos visitantes estrangeiros.
LUGARES IMPERDÍVEIS
Nairóbi
Fundada em Nairóbi pelos ingleses, a capital do Quênia é uma cidade cosmopolita e moderna. Desde sua criação foi o centro político do país e berço de sua independência. O Museu Nacional do Quênia é uma das maiores atrações turísticas. Seu acervo é composto por inúmeras peças do período paleolítico e abriga o único esqueleto completo de um homo erectus já encontrado. Os pontos turísticos históricos incluem também o edifício do Parlamento, a Mesquita Jamia, a estação de trem (inspirada no estilo vitoriano) construída em 1929, o antigo Gabinete da Província e a residência da escritora dinamarquesa Karen Blixen, autora do romance “Out of Africa”, que descreve com maestria a vida do Quênia no período colonial.
Mombaça
A segunda maior cidade do Quênia foi fundada no século I, quando os mercadores árabes chegaram à ilha, que deu nome à cidade. A partir de 1498 foi sede do poder colonial português e é desta época que datam as muralhas do Forte de Jesus, conservado no centro histórico da cidade. A Cidade Velha ainda conserva antigas casas portuguesas, a bela mesquita de Juma e construções inglesas herdadas do tempo colonial, tais como a Delegacia Policial e a casa de leilões Datoo. Em Jumba la Mtwana, ainda encontram-se as ruinas de antigas residências suaílis.
Hyrax Hill
Próximo a cidade de Nakuru está o Museu Hyrax Hill, no local dos depósitos neolíticos mais importantes. Foi ali onde, em 1937, a arqueóloga Mary Leakey iniciou seus trabalhos de pesquisa. Décadas mais tarde, Hyrax Hill abriga uma imensa quantidade de provas sobre a vida ancestral africana e os grupos que a povoaram ao longo dos séculos, desde a Era do Ferro ate a chegada dos primeiros colonizadores árabes e persas.
COMO VIAJAR DENTRO DO PAIS
Os vôos internacionais chegam ao maior aeroporto do país, o Jomo Kenyatta. Algumas linhas marítimas conectam o Quênia com outros países da região, mas em geral são serviços bastante carentes de conforto e segurança. As estradas que ligam à Uganda e Tanzânia são uma boa alternativa para chegar por terra, seja de carro ou ônibus, porem a viagem pode ser perigosa pela presença de animais selvagens e assaltos. Caso a opção seja viajar de trem, uma ferrovia conecta Nairóbi com Kampala, capital de Uganda. Para percorrer o Quênia de carro, a sugestão é evitar as zonas próximas à Somália e o Sudão, onde grupos guerrilheiros atuam na fronteira causando perigo para os turistas.
Para viajar dentro do Quênia pode-se utilizar os vôos domésticos, utilizar o serviço ferroviário que une as cidades do interior queniano ou optar por alugar um carro e percorrer as pitorescas localidades do interior. As estradas costumam estar em bom estado, apesar de ser um pouco arriscado aventurar-se por estradas secundarias sem um guia local. O mesmo ocorre com os parques nacionais, onde existem espécies perigosas para o homem e grandes espaços vazios, onde pode ser complicado obter ajuda no caso de algum incidente.
GASTRONOMIA
PRATOS TÍPICOS
Nyama choma
O nyama choma é um prato nacional queniano. É um tipo de rosbife preparado com carne de cabra em fogões ou fogueiras de lenha. É servido acompanhado de batata assada ou frita arroz e legumes. (Dicas: o nyama choma, preparado no interior, tem um sabor diferente devido ao uso de outros condimentos e o aroma, de acordo com a lenha utilizada).
Ugali
Apesar de ser um prato originário de Uganda, o Ugali faz parte da dieta regular dos quenianos. É preparado com farinha de milho moído e sal amassado, criando uma massa compacta. Depois de fervido ou frito, vira um pão, rico em proteína. Servido geralmente com Sukuma Wiki, uma salada de tomate e folhas de mandioca, batata e repolho temperado com pimentão, azeite e limão.
Samosa
A influência da cozinha indiana está representada pelo Samosa, um prato que os quenianos comem nos restaurantes e bares. Preparado com uma massa fina de farinha, que em seguida é recheada com batata ou feijão e frito em azeite bem quente. Muitas vezes pode ser condimentado com molho Cury ou algum outro tempero picante. (Dica: o samosa é um lanche barato e rápido. A versão preparada com carne de cordeiro ou carne é uma das mais procuradas pelos turistas).
BEBIDAS
Uki
Uki é o nome da cerveja queniana preparada com mel. A bebida é feita com a fermentação do lúpulo com mel, o que resulta numa bebida doce e de baixo teor alcoólico. Os quenianos costumam beber o uki gelado ou, às vezes, com gelo. (Dicas: O Uki é uma bebida diferente da cerveja misturada com mel, bebida muito popular em outros lugares da África).
Licor de Café
As extensas plantações de café do Quênia derivaram na produção de um licor de café extremamente saboroso. Produzido a partir da fermentação de grãos de café, dando a bebida um sabor bastante forte. Os locais tomam o licor em copos pequenos, com gelo, como digestivo depois das refeições.
Changaa
O changaa (“mate-me rápido”, em suaíli) é preparado com o destilado do milho. O resultado é uma bebida de alto teor alcoólico, bastante popular em determinadas regiões do país. O uso de substâncias tóxicas no preparo do produto lhe deu uma reputação ruim. (Dicas: o governo do Quênia estabeleceu regras muito rigorosas para a fabricação do changaa. Tomar a bebida preparada de forma artesanal pode ser extremamente perigoso para a saúde levando à morte).
sabor diferente devido ao uso de outros condimentos e o aroma , de acordo com a lenha utilizada ””
DICAS E CURIOSIDADES
DICAS
• O Quênia exige visto a todos os visitantes. O documento pode ser providenciado nas embaixadas quenianas no exterior ou no momento da chegada ao país.
• O sistema elétrico é de 240 V e 110 V. É recomendável perguntar antes de utilizar aparelhos elétricos.
• A água potável não é segura, portanto recomenda-se beber água engarrafada.
• Não peça café em inglês, já que “Kofi”, quer dizer bofetada em suaíli. Peça um “kahawama”.
• Existem riscos de malária, cólera, hepatite, meningite, febre de Rift e febre amarela. Existem também espécies animais perigosas para o homem nas zonas rurais.
• Recomenda-se que as mulheres cubram a cabeça e os braços nas regiões de maioria muçulmana.
• A gorjeta geralmente é adicionada à conta, mas se o serviço for excelente, recomenda-se deixar um extra.
• A barganha é um hábito bastante comum. Os turistas, entretanto devem considerar que muitas vezes, uma vantagem mínima para eles, representa uma perda grande para o vendedor.
• A venda de produtos com penas ou pelo de animais silvestres é proibida e pode ser confiscada por agentes da alfandega.
• As grandes cidades são palco de delitos frequentes contra os estrangeiros. Os assaltantes e batedores de carteira costumam agir acompanhados por várias pessoas.
CURIOSIDADES
• Cerca de 80% da população não possui agua potável, portanto o preço da água engarrafada é exorbitante. Comprar um refrigerante é mais barato do que uma garrafa de água.
• O Quênia é o local onde se encontram os homens mais altos do mundo. São da tribo dos massais, cujos homens adultos passam geralmente dos dois metros de altura.
• Entre 1936 e 1982 o economista queniano Barack Hussein Obama prestou serviços ao governo de seu país. Posteriormente imigrou para os Estados Unidos, onde nasceu seu filho Barak Obama, presidente do país desde 20 de Janeiro de 2009.