HISTÓRIA
República da Indonésia:
INDONÉSIA: ENTRE CRENÇAS E VULCÕES

Disputada por hindus, muçulmanos, europeus e japoneses a Indonésia é dona de um mosaico cultural tão rico quanto instável.
OS REINOS HINDUS
Acredita-se que a existência da Indonésia remonta ao período Pleistoceno, quatro milhões de anos A.C, quando todo o território estava unido ao continente asiático. Durante este período ocorreu à aparição dos hominídeos e o Homem de Java. Tempos depois, com o degelo do Norte da Europa e do Continente Americano, o nível do mar subiu, resultando na formação de dezenas de ilhas, dentre elas, o Arquipélago Indonésio.
Rapidamente estabeleceram-se relações comerciais entre a Indonésia e o sul da Índia. Porém o fator mais fundamental na formação da identidade cultural do país foi o contato cultural, religioso e os laços diplomáticos entre os países.
A maioria dos reinos com alto nível de civilização era governada por reis de crença hindu ou budista. Durante esta época, a Indonésia era conhecida como Hindu-Indonésia e as culturas hindus e budistas se mesclaram aos elementos da cultura local.
Os primeiros budistas indianos chegaram à Indonésia entre os séculos 1 e 2 D.C, trazendo com eles a praticas das vertentes Hinayana e Mahayana. Paralelamente, com a propagação do budismo na China, muitos peregrinos chineses atravessavam a Índia através do Estreito de Malaca e dentre estes, muitos permaneceram na Indonésia para aprofundar mais seus estudos sobre o Budismo.
Segundo o relato do explorador e geografo grego Ptolomeu de Alexandria Java era um território com um sistema de governo bem estruturado, agricultura avançada, assim como a astronomia e a navegação. Outros relatos chineses indicam a existência de relações diplomáticas entre Java e China, em 132 D.C. Portanto a Indonésia era um reino estabelecido e contava com relações diplomáticas com diferentes nações.
No século 13, comerciantes muçulmanos começaram a visitar a Indonésia dando os primeiros passos nos laços comerciais com a Indonésia, Índia e Pérsia. Juntamente com o comercio, o islamismo propagou-se dentro da população, especialmente no litoral de Java. Sua influencia foi tão grande que conseguiram converter até mesmo muitos hindus.
PORTUGUESES E HOLANDESES NA INDONESIA
Em 1511 os portugueses atingiram o litoral da Indonésia em busca de especiarias, logo após haverem conquistado o Reino Islâmico Malaco, na península malaia. Além da busca por matérias primas, os portugueses estavam determinados a propagar o Cristianismo. Paralelamente os comerciantes holandeses também estavam entrando na corrida pelas especiarias da Indonésia para comercializar na Europa, produto que gerava grandes lucros na época.
A fim de conseguir aperfeiçoar o comércio, os holandeses formaram a Companhia das Índias Holandesas em 1602. Porém em 1799 o governo holandês já dominava os territórios mais importantes da Indonésia. Os habitantes eram obrigados a entregar sua produção agrícola aos comerciantes holandeses, o que marcou o início da colonização holandesa da Indonésia sob uma inescrupulosa politica de exploração. Pouco a pouco a Indonésia foi se transformando num país agrícola dedicado a exportar para os mercados europeus. Em 1740 os holandeses sufocaram uma rebelião em Jacarta iniciada por chineses insatisfeitos, a qual alguns indonésios aderiram mais tarde. Neste confronto, 10.000 chineses foram massacrados.
Os ingleses por sua vez chegaram à Indonésia em 1814 e construíram o forte York em Bengkulu, no litoral oeste de Sumatra. Os britânicos se aproveitaram do momento em que as guerras napoleônicas ocorriam na Europa, a Holanda vivia uma ocupação francesa e a Indonésia caiu sob o poder da Companhia Inglesa das Índias Orientais (1811-1816). Sir Thomas Stanford Raffles foi designado Tenente Governador Geral em Bengala, Índia. Raffles criou governos parcialmente autônomos e aboliu o comercio dos escravos. Porém, no fim da ocupação francesa da Holanda, logo após a queda de Napoleão, ingleses e holandeses assinaram um tratado em 13 de Agosto de 1814, concordando que as possessões holandesas deveriam ser devolvidas à Administração holandesa na Batávia. Foi assim que o arquipélago indonésio retornou as mãos dos holandeses em 1815.
A Holanda intensificou sua autoridade colonial, e novas revoltas para recuperar a liberdade ocorreram, porém foram sufocadas uma a uma.
OS MOVIMIENTOS NACIONALISTAS
Quando as lutas regionais fracassaram, os nacionalistas indonésios decidiram organizar a luta contra o colonialismo holandês. Em Maio de 1908 o Boedi Oetomo nasceu uma organização formada por intelectuais nacionalistas, que apesar de haver sido fundada com fins educacionais, transformou-se numa organização com fins políticos, inspirada na vitória japonesa sobre a Rússia em 1901.
Diante da pressão e do descontentamento social nos Países Baixos no fim da Primeira Guerra Mundial, os holandeses prometeram assegurar aos indonésios um governo próprio, promessa que nunca foi cumprida. No começo da década de 20, as criticas condições econômicas e greves aumentaram levando o governo colonial a restringir violentamente as liberdades civis dos indonésios e reformar as leis coloniais e os códigos penais.
Em Julho de 1927 um grupo formou o Partido Nacionalista Indonésio, que adotou uma postura de não cooperação com o governo holandês, resultado do imenso conflito de interesses com o governo colonialista holandês.
A Faculdade de Tecnologia de Bandung foi inaugurada em 1920; em Jacarta, a Faculdade de Direito e a Faculdade de Medicina foram inauguradas, substituindo o antigo Colégio de Leis e Colégio de Medicina. Em 1930, o impacto da crise financeira mundial também impactou o comercio nas Índias, país produtor de matérias primas. O governo colonial adotou uma dura politica de orçamento, agravando ainda mais a crise social e econômica.
A OCUPAÇÃO JAPONESA
Logo após o ataque de Pearl Harbor no Havaí, forcas japonesas se deslocaram para o sul, a fim de conquistar alguns países do sudeste asiático. Depois da queda de Singapura, invadiram as Índias Holandesas Orientais e as forcas coloniais se renderam em Marco de 1942.
Sob o lema de “Prosperidade da Grande Ásia do Leste”, os invasores japoneses tentaram ganhar a confiança da população indonésia, que, entretanto se deu conta das verdadeiras intenções do Imperialismo Japonês rapidamente. O cenário internacional não ajudava os japoneses tampouco. Pressionados pelas guerras do Pacífico, os japoneses finalmente decidiram permitir que os holandeses reclamassem o território. Porem depois de muita insistência local e protestos dos lideres indonésios, os japoneses finalmente concordaram em passar o poder para os dirigentes indonésios que se prepararam para proclamar a independência do país.
POR FIM, A REPÚBLICA.
A República da Indonésia nasceu em 17 de Agosto de 1945, dia em que sua independência foi proclamada, logo após a rendição dos japoneses no fim da Segunda Guerra. A Pancasila transformou-se na base ideológica e filosófica da Republica e em 18 de Agosto de 1945 a Constituição foi adotada como a lei básica do país.
Sukarno, um influente líder nacionalista, declarou a independência e foi nomeado presidente da Indonésia. Porem os países baixos tentaram reestabelecer o controle sobre o país através de uma luta armada e diplomática, que terminou em Dezembro de 1949, quando, diante da pressão internacional, a Holanda reconheceu formalmente a independência da Indonésia.
Entretanto o governo de Sukarno abandonou rapidamente as fórmulas democráticas, incorporando o autoritarismo e mantendo-se no poder a custa de um constante confronto entre as forcas armadas e o Partido Comunista da Indonésia. Em 30 de Setembro de 1965, uma tentativa de golpe de estado foi impedida pelo exercito, que passou a exercer uma violenta campanha anticomunista. O partido foi dissolvido e calcula-se que entre 500.000 e um milhão de pessoas foram assassinadas durante os combates. Diante da crise, o chefe do exercito, general Suharto, substituiu Sukarno no governo e em Marco de 1968 foi nomeado presidente. O novo governo foi apoiado pelos Estados Unidos, país que manteve um constante investimento financeiro na Indonésia, permitindo o crescimento econômico nas três décadas posteriores, porém não acompanhado pelo respeito aos direitos civis, já que a nova ordem foi amplamente acusada de corrupção e repressão violenta a qualquer oposição politica. A Indonésia foi duramente afetada pela crise financeira asiática entre 1997 e 1998. A insatisfação popular aumentou com a “nova ordem”, até Suharto ser demitido em 21 de Maio de 1998. A partir de então a Indonésia iniciou um plano para fortalecer o processo democrático, resultando nas primeiras eleições presidenciais de 2004. Apesar disto a falta de estabilidade politica e economia, a agitação social, a corrupção e o terrorismo vem impedindo o crescimento do país.
Indonésia: entre vulcões e religiões”
GEOGRAFIA E CLIMA
A Indonésia e um arquipélago formado por 17.508 ilhas. As cinco principais são Java, Célebes, Sumatra, Borneo e Bali. Jacarta, a capital do país, está situada na ilha de Java. A maior parte das ilhas possui um clima tropical, com a presença de fortes chuvas sazonais. Por estar localizado no encontro de três placas tectônicas, o arquipélago é um dos territórios de maior atividade sísmica do mundo.
A Indonésia e um arquipélago formado por 17.508 ilhas ”
ECONOMIA
A Indonésia possui uma economia capitalista com forte interferência do estado, proprietário de vários setores de produção e com uma rede complicada de regulamentos, que dificulta a iniciativa privada. Desde o governo de Sukarno (1945-1967) o discurso politico é o nacional-populista, que vem prometendo uma serie de melhoras na distribuição de renda, com nenhum resultado. A riqueza há décadas esta concentrada numa pequena camada da população, enquanto a grande maioria dos cidadãos depende exclusivamente de uma economia de subsistência, desenvolvida em torno da agricultura e da pesca.
As principais divisas do país dependem da exportação de matérias primas, especialmente da borracha, petróleo e estanho.
O setor agrícola dedica-se a produção de alimentos de uso doméstico tais como: borracha, tabaco, açúcar, azeite, café, chá, cacau, milho, arroz, cana de açúcar, coco, soja, amendoim e batata. O processamento de recursos florestais destina-se tanto ao mercado interno como o externo. A pecuária prioriza a produção de gado caprino, com uma segunda produção à criação de vacas, ovelhas, búfalos, porcos e ave. Por sua formação geográfica, a pesca constitui há séculos uma importante fonte alimentar.
uma economia capitalista com forte interferência do estado ”
FATORES HUMANOS
A situação demográfica da Indonésia é bastante complexa: a Ilha de Java concentra a metade da população do país, uma das mais elevadas do mundo, com 940 habitantes por metro quilometro quadrado.
No aspecto étnico, a Indonésia é um mosaico em constante evolução. Os javaneses representam 42% da população e, por tradição, predominam na politica e no status social, entre todos os grupos étnicos. Os malaios e sudaneses formam a primeira minoria, apesar da dificuldade em estabelecer um percentual exato devido à alta miscigenação ocorrida. No total, um grande conjunto de 600 grupos étnicos ocupa a Indonésia, incluindo os descendentes de colonos holandeses.
Curiosamente a Indonésia se destaca por ser a nação com maior comunidade muçulmana do mundo. Em torno de 80% dos cidadãos professa a fé islâmica. A primeira minoria religiosa é a cristã dividida entre 6% de protestantes e 3% de católicos entre sua população. O restante pertence a comunidades hindus e budistas, porém o país ainda conta com grupos cujos ritos animistas encontram-se preservados em comunidades de diferentes crenças e rica cultura religiosa.
um mosaico em constante evolução ”
CULTURA
A cultura do país exerce grande fascínio em quase todos os povos do mundo, tanto assim que, independente de crises internas, o turismo é intenso.
Uma de suas expressões culturais mais celebradas é o teatro de sombras de Wayang, uma antiga arte chinesa bastante apreciada no país. A música da Indonésia tem raízes nas diferentes culturas encontradas no território, no entanto o Daerah, a Sunda e o Batak são os estilos mais populares.
Dentre as danças tradicionais da Indonésia destaca-se o Kecak, uma dança tradicional balinesa que conta antigas lendas de deuses e demônios, com um ritmo cadenciado por dezenas de homens e sem utilização de nenhum instrumento. O Lelong é talvez seja o estilo mais popular internacionalmente, com as lindas dançarinas balinesas adornadas e executando coreografias que envolvem gestos de mãos, pescoço, ombro e até da cabeça.
Por ter uma cultura considerada exótica em grande parte do Ocidente, muitos turistas se interessam pelos objetos de uso cotidiano nas ilhas e encontram na Indonésia um excelente mercado para compras, oferecendo desde tecidos para roupas e decoração, assim como joias em ouro e prata, cerâmicas coloridas, belas criações em cestaria e móveis de estilo ricamente elaborados.
LUGARES IMPERDÍVEIS
Jacarta
A capital da Indonésia foi fundada em 397. Durante séculos foi o centro politico e econômico da região. Desde 1522 transformou-se no principal local de exportação de especiarias e madeira produzidas no arquipélago. Em 1619 passou ao controle dos holandeses, sendo rebatizada como Batávia, transformando-se no centro da colônia holandesa até 1942, quando foi ocupada pelos japoneses. A cidade vibra no caos do transito e um verdadeiro mar de motocicletas, que percorrem as ruas o dia inteiro. Ainda conta com residências em estilo colonial flamenco, a imensa mesquita de Istiqlal (com capacidade para 90.000 fiéis) e museus.
Bali
Situada no lado leste da ilha de Java, Bali é a uma das ilhas mais famosas, por sua paisagem paradisíaca e pelo imenso acervo histórico que acumula, tendo adquirido o status de capital cultural da nação. A ilha é habitada há 4.500 anos, desde o período paleolítico, testemunhando a chegada de diversos povos e culturas. Uma das mais duradouras impressões da ilha está nos seus milhares de templos. O Pura Luhur Batu Karu é um templo fora do circuito dos mais populares e pode ser observado com tranquilidade, o Pura Luhur Ulu Watu, considerado um dos mais sagrados de Bali com sua floresta habitada por centenas de macacos, Gunung Kawi com suas incríveis esculturas e cercado por uma bela plantação de arroz, transformam Bali num dos maiores cartões postais do mundo.
Yogyakarta
A cidade de Yogyakarta possui locais de enorme valor histórico e cultural. Foi sede do sultanato de Yogyakarka, estabelecido em 1755. O Borobodur, templo budista construído no século VIII a 40 km de Yogyakarta é o maior monumento budista do mundo e foi nomeado pela UNESCO em 1991 como Patrimônio Mundial. Promanam, uma construção iniciada em 805 AC, guarda um conjunto de 240 templos hindus, incluindo os dedicados a Brahma e Shiva.
Sumatra
Sumatra é uma das principais ilhas do arquipélago, sexta maior ilha do mundo e possui 50 milhões de habitantes. Seu antigo nome em sânscrito é BETH ("ilha de ouro"), talvez devido às minas que estavam localizadas em seu território no passado. A cidade é um exemplo da harmonia arquitetônica nas artes indianas e indonésia. Uma delas, o Palácio Manimoon, construído em 1888 por ordem do sultão de Deli e continua até hoje sendo residência do sultão de Sumatra. A cidade também conta com museus que guardam o que restou do sistema de defesa criado pelos japoneses, durante a Segunda Guerra Mundial e cuja construção tomou a vida de milhares de cidadãos locais, utilizados como escravos durante a guerra.
COMO VIAJAR DENTRO DO PAIS
A Indonésia conta com uma rede de aeroportos de interliga as principais ilhas do arquipélago. O Aeroporto Internacional de Soekarno-Hatta em Jacarta é a maior porta de entrada da Indonésia e um dos mais movimentados do Sudeste Asiático. Por tratar-se de um arquipélago existe grande opção de roteiros em barco, mas com atenção sempre aos transportes mais seguros, já que existem rotas marítimas marginais. Nas ilhas de Java, Bali e Sumatra costuma-se encontrar um serviço bastante aceitável para o turismo. Existe a opção de ônibus públicos para visitar alguns locais do interior, mas neste caso é necessário estar preparado para fazer a viagem com animais e uma multidão de pessoas que enchem cada veículo. O aluguel de carro é recomendado para fazer trajetos pequenos, já que as estradas são mal conservadas e habitadas por diversas espécies de animais, tanto domésticos como selvagens.
Existem trens modernos fazendo transporte nas zonas de grande movimento turístico, porém o serviço tem pouca qualidade nos outros trajetos. Dentro das cidades existe uma abundante oferta de taxis, carroças puxadas por bicicletas e carroças puxadas por animais.
GASTRONOMIA
Nasi goreng
O nasi goreng é o prato mais popular da Indonésia e, como muitos outros, o arroz é seu ingrediente principal. Nesta receita utiliza-se um wok, para fritar o arroz (com cebola, alho-poró, pimentão vermelho, pimenta verde e alho) e depois se junta pedaços de frango ou porco. A mistura vai engrossando com molho de soja. Basta temperar com sal e pimenta à gosto.
Gado gado
Uma maneira interessante de conhecer a gastronomia da Indonésia é provar os diferentes tipos de gado gado. O prato é um preparado de legumes em pedaços fritos em óleo de gergelim. Geralmente leva cebola, couve de Bruxelas, pimentas diversas, feijões e, pedaços de carne. Depois de fritos, recebem um molho do azeite restante temperado com cominho, manteiga de amendoim, limão e cebolinha.
Pempek
Por viverem num arquipélago, os indonésios utilizam muitos frutos do mar em sua cozinha. O Pempek é uma de suas receitas mais tradicionais. São bolinhos de batata e pescado, fritos. Servido com um molho, kuak cuko, feito com vinagre, alho, sal, açúcar mascavo e sal. Uma dos tipos especiais é o pempek selam preparado com ovos e massa de pempek, e em seguida fritos.
BEBIDAS TÍPICAS
Tuak
O Tuak é uma bebida ligeiramente alcoólica (5 graus de teor) típica da Indonésia. Preparada a partir da fermentação do arroz ou da palma do coco, que depois repousa por algumas horas. Depois de filtrada é servida gelada. Também e muito utilizada em rituais religiosos.
Arak
O Arak é obtido com a destilação do Tuak e chega a 30 graus de teor alcoólico. A bebida tem uma coloração devido ao anis. Dependendo do envelhecimento, a bebida pode ser clara, avermelhada depois de dois anos, ou, quase negra (mais de oito anos de repouso). (Em função de a lei islâmica proibir o consumo de bebidas alcoólicas, muitos estabelecimentos não vendem a bebida.).
os indonésios utilizam muitos frutos do mar em sua cozinha”
DICAS E CURIOSIDADES
DICAS
•A Indonésia não exige visto para os cidadãos dos seguintes países: Argentina, Chile, México Venezuela, Brunei, Hong Kong, Macau, Malásia, Marrocos, Peru, Filipinas, Singapura, Tailândia e Vietnã. Existem restrições para os turistas do Canadá, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Hungria, Itália, Japão, Nova Zelândia, Reino Unido e Estados Unidos. Uma taxa de 35 dólares é cobrada dos cidadãos norte-americanos.
• A Indonésia apresenta o risco de doenças como malária, febre tifoide, encefalite, hepatite, giardíase e dengue.
• O sistema elétrico é de 220 V e 50 HZ.
• A barganha é uma prática comum na Indonésia.
• A taxa de criminalidade em Jacarta é alta, porem o risco é muito baixo nas localidades do interior.
• Mordidas de macaco são comuns na Indonésia e devem-se tomar cuidados, pois os animais são transmissores de raiva.
• A alfandega na Indonésia é rigorosa com o contrabando de material pornográfico, armas de fogo e drogas. Filmes estrangeiros podem ser censurados e produtos culturais em chinês são proibidos no país.
• A saudação na Indonésia é uma reverência e não contato físico. Beijos e abraços não são bem vistos e deixam as pessoas incomodas.
• Os indonésios costumam apresentar um pouco de resistência antes de aceitar presentes, mas não quer dizer que não queiram. O presente deve ser aberto com privacidade. Presentear objetos cortantes é ofensivo.
• Segundo a tradição local, a cabeça é uma parte sagrada do corpo e não deve ser tocada.
• Caso seja convidado a visitar uma residência na Indonésia deve-se remover os sapatos antes de entrar e usar a mão direito para tocar alimentos e objetos.
CURIOSIDADES
• Três entre as dez maiores ilhas do mundo estão na Indonésia.
• A Indonésia é o quarto país mais povoado do mundo.
• A Indonésia sofre em média três abalos sísmicos por dia.
• Desde a sua fundação, o Estado Indonésio tenta descobrir quantas ilhas pertencem ao território. Estima-se que sejam entre 17.400 e 17.510
• A erupção do vulcão Krakatoa, no leste da Ilha de Java foi uma das três mais fortes do mundo moderno. Tal foi a força da explosão em Maio de 1833, que nas semanas que se seguiram o céu de Londres ficou vermelho e as cinzas caíram em varias partes do mundo, como nos Estados Unidos e na Sibéria.
• As autoridades da Indonésia tentam desvendar o mistério em torno da verdadeira data de nascimento de uma mulher de Jacarta chamada Turina, que afirma ter nascido em 1853. Se o fato for verdadeiro, seria a mulher mais idosa do mundo.