


Esta série consiste de uma competição que remete a contos lendários sobre pontaria. De Annie Oakley a Guilherme Tell, Top Shot apresenta as façanhas de especialistas em pontaria, onde indivíduos e suas equipes exibem seus melhores disparos em busca de 100 mil dólares de prêmio. Os competidores enfrentarão desafios inspirados em eventos reais, desde os arcos medievais aos confrontos entre pistoleiros do Velho Oeste e as missões dos franco-atiradores modernos. Cada episódio revelará as armas de uma época, sua tecnologia e táticas. Enquanto isso, câmeras HD de alta velocidade registrarão cada habilidosa execução com uma precisão de tirar o fôlego.
O campeão da segunda temporada de Top Shot, Chris Reed, retorna para instruir os atiradores no manuseio de várias espingardas modernas. Uma equipe se desintegra no desafio em grupo, dando lugar a uma discussão tensa.
Um dos participantes da equipe pede uma reunião urgente na tentativa de reconciliar suas diferenças. O desafio em grupo consistirá em disparos de Bestas ultramodernas e de grande potência.
As equipes usam táticas dos piratas em um desafio onde utilizam o revólver explosivo Kentucky
Um poderoso canhão de 3.2 polegadas é a maior arma já utilizada na história de Top Shot, e vai obrigar cada equipe a trabalhar em conjunto. No desafio de eliminação, dois atiradores vão ter que enfrentar um ajuste de contas, com a lança de arremesso pré-histórica Atlatl.
Os competidores vão ter que fazer pontaria em alvos diferentes, em um episódio carregado de tiros com efeitos deslumbrantes.
O ganhador da primeira temporada de Top Shot, Iain Harrison, está de volta à escola para instruir os competidores em armamento britânico. O desafio em grupo sofrerá uma reviravolta surpreendente.
Os atiradores chegam à etapa individual da competição e enfrentam imediatamente um desafio incrível com o rifle de francoatirador Accuracy International, para mostrar quem consegue atingir o alvo mais distante.
A competição vai contar com dois desafios inspirados em cenários reais da vida da equipe da SWAT. Um destes desafios, de grande exigência física, seleciona três atiradores como finalistas.
Este programa nos oferece uma visão ampla sobre armas épicas. Quatro atiradores se preparam para dar um passo em direção à reta final, na esperança de se transformarem no novo Top Shot.
Os atiradores estão de volta para falar de seus maiores desafios e triunfos durante toda a temporada.

Por ser um engenheiro, Alex Charvat tem grande facilidade em compreender e adaptar-se a qualquer sistema de armas. “Gosto de atirar porque adoro o mecanismo das armas”, comenta Charvat. “É como um grande quebra-cabeça”. Sua paixão pelo tiro é tão profunda, que batizou a sua filha mais velha de Annie Oakley. Alex é um jovem, que vive com a família no campo, não tem TV a cabo e por isso nunca assistiu a nenhum episódio de Top Shot. Mas isso não abala a sua autoconfiança, e está seguro de que possui vantagens sobre os demais competidores, devido a sua experiência com caça e a sua formação no Corpo de Treinamento de Oficiais da Reserva (ROTC).

“Um dos meus aromas favoritos é o de lubrificante de armas”, diz Amanda Hardin, uma agente de bens de raízes desenvolta e muito franca. Como instrutora de tiro, participa de torneios da Associação Internacional de Tiro Defensivo (IDPA) e da Associação de Tiro Prático dos Estados Unidos. Além disso, recentemente começou a praticar tiro ao alvo. Com seus 1,67 metros de altura e 50 kg, é possível subestimá-la, no entanto, está inteiramente apta a competir com o melhor atirador, mesmo sobre os saltos mais altos. Ela se autodescreve como uma especialista em tiros com pistola e rifles semiautomáticos, e ainda capaz de carregar e descarregar uma pistola mais rápido que qualquer um.

Para Billy Rogers estar no Top Shot é tão importante que até conseguiu convencer a sua esposa de que perderia o nascimento de seu filho para poder participar da competição. Nascido em Virginia Beach, o gerente de operação de restaurante é uma pessoa encantadora, simpática e extrovertida, além de um excelente atirador. Ninguém pensaria que o gerente de um negócio chamado Billares Hollywood poderia defender-se diante de atiradores profissionais. No entanto, Billy tem treinado com algumas das pessoas mais reconhecidas no mundo do tiro. Há pouco tempo Taran Butler, campeão nacional em disputa com armas múltiplas, o inscreveu em uma competição local. Rogers acabou ficando em oitavo lugar de um total de 70 atiradores profissionais. Billy dispara qualquer coisa, desde rifles e escopetas até pistolas e arcos. Amante das fortes emoções, também gosta de praticar surfe, mountain bike e de andar em suas duas motos.

Chris Collins acredita tanto em seu direito de portar armas, que leva a Segunda Emenda tatuada no braço. Está familiarizado com as pistolas, rifles e fuzis de assalto, inclusive mísseis, pois serviu ao Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos durante cinco anos. “Consigo disparar qualquer projétil que vocês possam imaginar”, diz o instrutor de armas de Oklahoma, pai de dois filhos e estudante de direito penal. Chris é um grande arqueiro e costuma praticar sua pontaria com sarabatanas, facas e estilingues.

Deixemos de lado a maior conquista de Cliff: vencer o legendário atirador de revólver Jerry Miculek na competição nacional USPSA de 2009, obtendo o ouro. Nada mal para alguém que começou a competir como hobby há apenas oito anos. Sendo a quarta pessoa a receber a classificação de Grand Master em revólver de USPSA, Cliff é um ex-agente de polícia voluntário, que afirma ter aprendido a disparar “por observação e testes”. O tiro tem levado Cliff a viajar bastante – competiu no Equador, Brasil, Noruega, República Checa e Servia. No início deste ano foi selecionado para integrar a equipe 2011 USPSA World Shoot Team, que competirá na Grécia em breve. Cliff leva a sério o polígono de tiro, mas não dispensa a diversão durante as competições – houve uma vez em que saiu disparando, vestindo apenas cueca. Alguns de seus antepassados lutaram nas batalhas de Gettysburg e Bull Run, por isso acredita que o tiro corre por suas veias. “Em algum momento do passado já venci os melhores atiradores do mundo”, comenta. “Sei que posso vencer qualquer um a qualquer momento”.

“Se não planejasse ganhar, não estaria aqui”, diz Drew Shprintz. Este ousado atirador do sul da Florida nunca teve problemas de autoconfiança e afirma que vive sua vida baseado no princípio 90/10: 90% das pessoas o amam e 10% o odeiam. Ainda se autodescreve como uma pessoa extrovertida, imprevisível e divertida, mas nunca tediosa. Mesmo sem ter competido em um evento de tiro, Drew afirma que sua prática diária no polígono, seu treinamento com um amigo que está nas Forças Especiais e a caça com rifle e arco composto, o tornam um competidor com um potencial insuperável para vencer.

O alegre e energético diretor de acampamento de verão, Dustin Ellerman é uma pessoa adorável que faz questão de agradar a todos. “Sou de Zavalla, no Texas, um pequeno povoado de apenas 647 pessoas. Não desejo desapontar o meu povo”, diz este atirador autodidata e caçador fervoroso. Além dos disparos com rifles e pistolas, Dustin é especialista em arco composto e gosta também de lançar machados tomahawks e facas. Dustin é ministro, contador, lenhador, esposo, pai de cinco filhos, sendo três deles adotivos. Vive no meio do Bosque Nacional Angelina e se considera um homem do Renascimento. “Sou uma boa pessoa”, diz, “mas posso ser bem franco e honesto; se algo me incomoda, não me calo”.

Além de sua esposa e seus três filhos, o que mais orgulha Gary Quesenberry é possuir a moeda Triple Nickel. O polígono de tiro Triple Nickel Course of Fire foi projetado para medir a capacidade de um atirador ao disparar em cinco objetivos em apenas cinco segundos. Menos de 70 pessoas no mundo podem gabar-se deste mérito. Atualmente Gary é agente de segurança nacional, mas serviu ao Exército dos Estados Unidos durante a Operação Tempestade no Deserto e formou parte da Equipe de resposta de operações especiais da Administração do Sistema Penitenciário. Gosta tanto de competir que ele e seus amigos usam alvos para resolver disputas. Toda sua prática e experiência serão necessárias quando tiver que enfrentar no Top Shot, um de seus melhores amigos e antigo rival, Jarrett Grimes.

“Se colocarem 60 fuzileiros alinhados em um tiroteio, sempre estarei entre os dois melhores”, diz Jake Zweig. Este simpático treinador de futebol americano da Universidade de New Hampshire é um ex-oficial do corpo de Navy SEAL, a principal força de operações especiais da Marinha dos Estados Unidos. Faz uso de rifles e pistolas para caça e recreação, quase que semanalmente. Com seu treino, Jack conseguiu levar uma equipe universitária ao topo de sua divisão, e afirma que o Top Shot precisa de alguém como ele. “Trabalhei mais duro que os outros e descobri o lado competitivo de ganhar”, comenta. “Basicamente, diria que tenho uma capacidade inata de fazer o impossível da maneira mais sensata”.

“Ganhar não é tudo...”, diz Jarret Grimes. “Ganhar é a única coisa que importa”. Com uma presença imponente nos polígonos, Jarrett ensinou tiro tácito aos ex-participantes de Top Shot – J. J. Racaza e Jermaine Finks. Serviu na Força Aérea dos Estados Unidos durante 20 anos, e se aposentou como instrutor de armas de combate. Além disso, Jarrett foi oficial da polícia / SWAT durante 14 anos e nos últimos 10 anos esteve trabalhando no campo da segurança nacional. Ele é vencedor de vários concursos IDPA e, assim como Gary Qusenbery, seu bom amigo e companheiro na Segurança Nacional, integra o grupo de menos de 70 detentores da moeda Triple Nickel. Além de tiro ao alvo, Jarret cursa o mestrado em Direito Penal.

Mark Schneider é um atleta nato que competiu nacionalmente como ciclista, antes de ganhar várias competições de USPSA. O segredo de sua confiança na competição está na “mira laser” que possui. Depois de converter-se em um expert em diversos sistemas de armas no Exército dos Estados Unidos, este atirador da Flórida vem treinando com diversos atiradores militares profissionais. Para este ano, planeja testar suas habilidades na competição nacional de USPSA. “Vocês precisam de mim, porque sou versátil”, argumenta Mark, especialista em arco composto e tiro com Muzzleloading.

Este autoproclamado “palhaço da turma” nasceu em Long Island, em Nova York, e já foi um atirador júnior bem posicionado no ranking. Seu avô, um campeão nacional de escopeta, foi seu primeiro instrutor. Michael Marelli ganhou vários títulos em tiro ao prato, destacando duas medalhas de bronze no Campeonato Mundial desta categoria. Após finalizar seu treinamento na academia de polícia, se converteu em um oficial dos tribunais estaduais de Nova York. Ainda que se sinta orgulhoso de todas suas conquistas passadas, vê o Top Shot como uma boa oportunidade para demonstrar que seus dias como campeão de tiro não terminaram. “Assisti às duas temporadas de Top Shot e, enquanto as assistia, pensava: posso fazer isso, sou melhor que estas pessoas!”.

Mike Hughes diz que tem aprendido mais jogando futebol na universidade, que assistindo às aulas de engenharia e de direito. “trabalho em equipe, preparação e execução”, explica. Nos últimos dez anos ele vem participando de competições de USPSA e recentemente obteve o sétimo posto nas disputas Nacionais. Em 2009, depois de uma década trabalhando como advogado, fundou sua própria companhia de treinamento com armas de fogo e investiu em sua própria pistola, à qual chama de SIRT. Quando não está atirando ou administrando sua empresa, Mike faz musculação, corrida, caminhadas ou fica com sua família. Descreve-se como uma pessoa disciplinada, porém diz que não costuma levar as coisas tão a sério. “Sou muito competitivo, ganharei ou morrerei tentando”, afirma. “Mas sei perder”...

“Nunca sou o melhor, mas sempre sou o mais competitivo”, informa Paul Marinaccio. Seu sotaque denuncia suas raízes de Jersey. “Sou aquela pessoa que nunca se rende” O pai de um amigo de infância o ensinou a atirar e, desde então, ele vem ganhando experiência com quase todas as armas utilizadas na Primeira e na Segunda Guerra Mundial. Na escola, Paul era lutador e agora pratica artes marciais mistas, além de esportes radicais. Destacou-se no departamento de polícia, até transformar-se em detetive. “Gosto muito da maneira como a prática de tiro se relaciona com as artes marciais”, comenta. Paul é um competidor implacável, determinado e ágil. É um homem casado e um pai orgulhoso de um bebê de 5 meses.

Phil Morden é um jovem rapaz do campo. E se por isso alguns se sentem tentados a subestimá-lo, advertimos que não o façam, pois ele é um atirador autodidata com vontade de competir. O que começou como um hobby quando ainda tinha sete 7 anos, se transformou em uma verdadeira paixão, que levou o jovem a criar, modificar e disparar armas de fogo em seu tempo livre. Considera-se um atirador especialista em rifles de assalto, rifles semiautomáticos e escopetas. Com a esperança de seguir em uma carreira militar, Phil treina e se exercita cinco vezes por semana. “O tiro não tem nada a ver com certificados e diplomas”, afirma. “Se você pega em uma arma e é bom atirador, pode chegar a qualquer lugar. Eu serei a prova disso”.

Sara não tem nada a provar: há 15 anos vem mostrando suas habilidades. Foi a primeira mulher em seu departamento de polícia a participar de um teste para a equipe SWAT e, não só foi aceita, como se tornou supervisora. Há duas décadas Sara vem praticado tiro no Exército dos Estados Unidos, e também como policial em Rockford, Illions. Seu marido Mike também é um oficial e o casal se diverte ao reconhecer que há competição pela admiração dos filhos. “Eu estaria mentindo se dissesse a vocês que não desejo ser a heroína dos meus filhos”, brinca. “Ganhar o Top Shot pode me ajudar nisso”.

